IDENTIFICANDO A IGREJA REMANESCENTE DA PROFECIA BÍBLICA - PARTE I
Por Wilson Borba*
De
acordo com o texto bíblico e uma linha de interpretação histórica, como é
possível entender as características de uma igreja remanescente?
O tema do remanescente
bíblico se encontra em cada livro do Antigo Testamento. [1] O Antigo Testamento
usa a palavra sherit para descrever
três tipos de povos remanescentes. Um é o remanescente sobrevivente de alguma
catástrofe (2Reis 19:31; 25:11; 2Crônicas 34:21; Jeremias 52:15; Ezequiel 9:8).
Outro é o remanescente fiel à aliança com Deus (Deuteronômio 30:1-3; 1Reis
19:10, 18; 2Crônicas 30:6, 11). E, finalmente, temos um remanescente
escatológico, nos dias finais da história (Daniel 7:25, 27; 12:1; Apocalipse
12:17; 14:12). [2]
Estas características,
no entanto, podem fazer parte de um mesmo remanescente. Elias é um exemplo de
remanescente sobrevivente, perseguido, e fiel (1 Reis 16:29-33; 18; 19:14). Ele
também simboliza o remanescente fiel do tempo do fim que, em meio à apostasia
generalizada, restaura a adoração verdadeira, e instituições divinas (1 Reis
18:30-40; Malaquias 4:4, 5). Segundo Ellen White, “Deus sempre preservou um
remanescente para O servir”. [3] A necessidade da existência do povo remanescente
de Deus é tão crucial, que “onde não há remanescente, já não há futuro”.[4]
Características
da igreja remanescente
A Igreja remanescente é
profética e visível. Em um certo dia, levei um topógrafo a um terreno, a fim de
fazer a topografia do mesmo. Ele observou os marcos antigos, que mostravam os
limites do terreno. Então, fez um minucioso levantamento topográfico para ver
melhor as características do mesmo, e comprovar sua localização exata.
A propósito, as
Escrituras Sagradas revelam, claramente que Deus tem Seu povo remanescente
sobre a terra. Na Sua Palavra profética, Ele colocou características ou marcas
inconfundíveis em Sua Igreja Remanescente, tornando-a distinta, e a mais
visível possível. Como se fosse um farol para que, na escuridão espiritual dos
últimos dias, ninguém seja enganado.
A Igreja Remanescente é
profética, pois tem “raízes proféticas”, “identidade profética”, “mensageira
profética” e “mensagem profética”. [5] Mas, assim como o topógrafo, munido de
aparelho autorizado e comprovado, examinou o terreno, e fez o levantamento de
suas características, é necessário orar pela iluminação do Espírito Santo. E
estudar a fidedigna Palavra de Deus, a Santa Bíblia, e suas profecias, a fim de
conhecer as marcas inconfundíveis da Igreja Remanescente.
Linha
historicista
A Igreja Remanescente é
sobrevivente, e historicista. “Viu-se grande sinal no céu, a saber, uma mulher
vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na
cabeça” (Apocalipse 12:1). Esta mulher radiante é a noiva pura de Cristo
(Apocalipse 12:17; 19:7, 8; 22:17). Ela “representa os fiéis de Deus de todos
os tempos, embora a ideia central em Apocalipse 12 é o período subsequente à
vinda de Cristo”. [6]
Assim como ao longo da
história ela sobreviveu à perseguição de Satanás, o remanescente final de Deus
na terra é um sobrevivente histórico. “Irou-se o dragão contra a mulher e foi
pelejar com os restantes da sua descendência...” (Apocalipse 12:17). O povo de
Deus do tempo do fim é sobrevivente, porque é o “restante” da descendência da
Igreja verdadeira perseguida através dos séculos. Esta palavra é tradução do
grego loipos.
Significa os que
“sobraram” ou “remanescentes”. [7] Ele sobrevive à apostasia religiosa, e a
perseguição do dragão no tempo do fim (Apocalipse 14:1-5, 12). A Igreja
Remanescente da profecia bíblica é uma entidade real, histórica, que deve ser
identificada pelo método historicista, pois, os acontecimentos na linha do
tempo histórico reivindicam a veracidade da profecia.[8] “Desde o início, os
Adventistas do Sétimo Dia seguiram o método histórico de interpretação
profética para explicar os símbolos e seu significado. Algumas vezes, essa
abordagem é chamada de método historicista, ou método contínuo histórico”. [9]
Relação
com Daniel e Apocalipse
A Igreja Remanescente
surgiu após 1798, em resultado de estudos integrados de Daniel e Apocalipse.
Suas raízes estão em Daniel 7, 8 e Apocalipse 10.[10] Estes capítulos
integrados, apontam para o tempo do seu surgimento. A profecia de Daniel 7
repete com mais detalhes a sequência de reinos apresentada no capítulo 2. [11]
O leão alado é Babilônia (605-539 a.C.); o urso é a Medo-Pérsia (539-331 a.C.);
o leopardo de quatro asas e quatro cabeças é o império grego (331-168 a.C.).
O animal terrível e
espantoso representa Roma imperial (168 a.C.-476 d.C.). Já os dez chifres sobre
a cabeça simbolizam as tribos bárbaras, que formaram as nações da Europa. E o
chifre pequeno é Roma papal, que perseguiu o povo de Deus por “um tempo, dois
tempos e metade de um tempo” ou “1260 dias” proféticos (Daniel 7:25; Apocalipse
11:3; 12:6, 14; 13:5). Deve-se considerar que nas profecias apocalípticas, um
dia equivale a um ano (Ezequiel 4:6, 7; Números 14:34). [12]
A história confirma que
a perseguição papal, na Europa, durou 1260 anos, de 538 e 1798, quando o
general francês Berthier entrou em Roma, e aprisionou o papa Pio VI. [13] Já os
2.300 dias proféticos, descritos em Daniel 8:14, representam 2.300 anos. Este
longo período iniciou em 457 a.C., e terminou em 1844. Esta profecia aponta o
início do juízo investigativo pré-advento, descrito no capítulo 7. [14] Por sua
vez, em Daniel 12:4, um Ser declara que este livro permaneceria selado até o
tempo do fim, quando muitos o esquadrinhariam, e o conhecimento dele se
multiplicaria. O verso 7 diz que isso aconteceria “depois de um tempo, tempos,
e metade de um tempo”.
Este é o mesmo período
dos 1260 anos. Portanto, já sabemos que o tempo do fim iniciaria após 1798. E
que, conforme o profeta Daniel, neste tempo: “maravilhosa luz iria brilhar sobre
as profecias do tempo do fim, apresentadas no livro”. [15] Em Apocalipse 10:1,
2 o mesmo Ser de Daniel 12 apresenta um “livrinho” que seria aberto no tempo do
fim, proclamando: “Já não haverá demora” (vs. 6). Este é o livro bíblico de Daniel. “A passagem
que, mais que todas as outras, havia sido tanto a base como a coluna central da
fé do advento, foi: “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário
será purificado (Daniel 8:14)”.[16] Apesar da clareza bíblica, nossos pioneiros
inicialmente não compreenderam que o Santuário a ser purificado é aquele que
“está no Céu” (Apocalipse 11:19; Hebreus 8:1, 2; 9:11, 23-24).[17] Embora
tenha-lhes sido “doce” pregar a segunda vinda de Cristo, sofreram um amargo
desapontamento, já predito em Apocalipse 10:8-10. [18]
Era
cristã
Por sua vez, Apocalipse
12 resume a história da igreja cristã. O dragão vermelho simboliza a Satanás
(12:7-9). Ele usou Roma imperial para perseguir a Cristo e Sua igreja nos
primeiros séculos (Mateus 2:13-19; 27:1, 24-26; Atos 12:1, 2; Apocalipse 1:9;
2:10). [19] E a seguir, usou longamente a Roma papal (Daniel 7:25; Apocalipse
13:1-7).[20] Apocalipse 12:6 e 14 são textos complementares. O primeiro diz que
o dragão perseguiu a Igreja por 1260 dias, e o último informa que foi por um
tempo, tempos e metade de um tempo.
Aqui está a chave para
saber que um tempo, tempos e metade de um tempo são 1260 dias proféticos.
Aplicando o princípio dia-ano, são 1260 anos. Como já mencionado, os 1260 anos
de perseguição papal iniciaram em 538 e terminaram em 1798. Note que o remanescente
da Igreja apareceria após o final dos 1260 anos, isto é, após 1798.
Goldstein afirma que
esta informação elimina as igrejas tradicionais descendentes da Reforma. Pois,
segundo ele, “os luteranos, metodistas, batistas, batistas do sétimo dia,
episcopais, presbiterianos, e congregacionalistas são demasiado antigos para
ser, em qualquer sentido corporativo, o remanescente que descreve Apocalipse
12:17”. [21] Entretanto, outras igrejas surgiram, após 1798. Portanto, é
necessário examinar mais informações adicionais, sobre a identidade profética
da Igreja Remanescente na seção de Apocalipse 12-14.
Mandamentos
divinos
A Igreja Remanescente
guarda os mandamentos de Deus. “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar
com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus”
(Apocalipse 12:17). Assim como Elias em Israel (1Reis 18:17; 19:10), este
restante de sobreviventes em meio à apostasia mundial, guarda os mandamentos de
Deus, e Sua aliança. Quais mandamentos? A palavra grega para mandamentos em
Apocalipse 12:17 é entolas. É a mesma usada por Jesus em Mateus 5:17-27, para
mandamentos da Lei dos Dez Mandamentos. Igualmente aparece em 1 João 2:4, e
Apocalipse 14:12.
Notavelmente, a seção
de Apocalipse 12-14 é introduzida pela abertura do lugar santíssimo do
Santuário celestial. João viu o “santuário de Deus que está no Céu”, e nele a
“Arca da aliança” (Apocalipse 11:19). No AT, a arca continha as tábuas dos Dez
Mandamentos (Êxodo 25:21; 30:6; Deuteronômio 10:1-5; 1 Reis 8:9; 2 Crônicas 5:10;
Hebreus 9:4). Após o final da seção, em Apocalipse 15:8, também é dito:
“abriu-se no céu o santuário do tabernáculo do testemunho”. A expressão
“testemunho” refere-se à Lei dos Dez Mandamentos (Êxodo 31:18).[22] Esta é o
original, da mesma lei dada a Moisés em tábuas de pedra.[23] É chamada “Sua
aliança” (Deuteronômio 4:13). No novo concerto, o Senhor a escreve na mente e
coração do Seu povo (Jeremias 31:31-34).
A Lei dos Dez
Mandamentos inclui a guarda do sétimo dia, “o sábado do Senhor teu Deus” (Êxodo
20:10). “O fato de o anjo enfatizar a adoração a Deus como Criador do Céu e da
Terra (Apocalipse 14:7), aponta inequivocamente para o negligenciado quarto
mandamento da lei de Deus, o preceito do sábado do sétimo dia (Êx 20:8-11)”. [24]
A Igreja Remanescente repara as roturas na Lei de Deus feitas pelo papado, e
restaura a guarda do sábado (Daniel 7:25; Isaías 56:56:2-8; 58:12-14; Malaquias
4:4). “No tempo do fim, toda instituição divina deve ser restaurada. A brecha
feita na lei quando o sábado foi mudado pelo homem, deve ser reparada. O
remanescente de Deus em pé diante do mundo como reformadores, deve mostrar que
a lei de Deus, é o fundamento de toda reforma perdurável, e que o sábado do
quarto mandamento deve permanecer como memorial da criação, uma lembrança
constante do poder de Deus”. [25]
Para Goldstein: “Muitas
corporações religiosas, como os pentecostais, os mórmons, os testemunhas de
Jeová, e outros, surgiram depois do período dos 1260 anos, mas quase todos
rejeitam o quarto mandamento, seja por não guardar nenhum dia, ou por guardar o
dia equivocado”. [26] Contudo, não basta guardar apenas alguns dos mandamentos
da Lei de Deus (Tiago 2:10). Os “restantes da sua descendência” (Apocalipse
12:17), além de surgir depois do final do século XVIII ou começo do século XIX,
tem que ser também guardador do sétimo dia, o sábado”.[27] No próximo artigo,
veremos mais marcas da Igreja Remanescente. Até lá.
Referências:
[1] Hans K. LaRondelle,
“O Remanescente e as Três Mensagens Angélicas”, em Tratado de teologia
adventista do sétimo dia, editado em inglês por Raoul Dederen, 1ª ed. (Tatuí,
SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), p. 968.
[2] Ibidem, p. 968-969.
Ranko Stefanovic, Plain Revelation, (Berrien Springs, MI: Andrews University
Press, 2013), p. 146. Gerhard F. Hasel fez os estudos mais exaustivos sobre o
remanescente de Deus no AT. Ver: The Remnant: History and Theology of the
Remnant Idea from Genesis to Isaiah, 3ª ed. (Berrien Springs, MI: Andrews
University Press, 1980).
[3] Ellen G. White,
Patriarcas e profetas, 16ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013),
p. 125.
[4] Rolf Rendtorff
citado por Tarsee Li, “El remanente en el Antiguo Testamento”, em Ángel M.
Rodríguez, ed. El remanente: el enfoque adventista, 1ª ed. (Florida: Asociación
Publicadora Interamericana, 2013), p. 2.
[5] Dr. Amin Rodor,
escreveu uma apostila intitulada “O Remanescente e os Dissidentes”. Este
material inédito, de 39 páginas tem servido aos campos da DSA. ver: p. 4, 5.
[6] William G.
Johnsson, “La victoria escatológica de los santos sobre las fuerzas del mal”,
em Simposio sobre apocalipsis-II, editado por Frank B. Hoolbrook (Doral, FL:
Asociación Publicadora Interamericana, 2011), p. 21.
[7] Nisto cremos, 10ª
ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2018), p. 215.
[8] José Carlos Ramos,
Mensagem de Deus, 1ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012), 29-36.
[9] “Ellen G. White e a
interpretação de Daniel e Apocalipse” em Revista Parousia (segundo semestre
2000), p. 67.
[10] Para um estudo das
raízes da Igreja remanescente na profecía bíblica: Ellen G. White, O grande
conflito, 43ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013), p. 317-432;
George Knight, Uma igreja mundial, 1ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora
Brasileira, 2013).
[11] O princípio da
repetição da uma profecia apocalíptica acrescentando detalhes, é denominado
princípio “recapitulacionista”, ou do “paralelismo progressivo”. Arthur J.
Ferch, “Autoria, Teologia e Propósito de Daniel”, em Estudos sobre daniel,
editado por Frank B. Holbrook, 1ª ed. (Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2009),
v. 2, p. 33.
[12] Para um estudo do
uso do princípio bíblico dia por ano, ver: Alberto R. Timm, “Simbolização em
miniatura e o princípio ‘dia-ano’ de interpretação profética, Revista Parousia,
(2º semestre-2004), p. 33-46. William H. Shea, Estudos selecionados em
interpretação profética, 2ª ed. (Engenheiro Coelho, SP: Imprensa Universitária
Adventista, 2012), p. 73-11; C. Mervyn Maxwell, Uma nova era segundo as
profecias de Daniel, 2ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), p.
129. Questões sobre doutrina, 1ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira,
2009), 231-234.
[13] Maxwell, Uma nova
era segundo as profecias de Daniel, 336, 337; Alberto R. Timm, “A importância
das datas 508 e 538 d.C. para a supremacía papal”, Revista Parousia, nº 1
(2005), p. 7-18.
[14] Para estudar a
profecia das 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14, e a precisão das datas 457 a.
C. e 1844, ver: Clifford Godstein, 1844,
3ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000); Maxwell, Uma nova era
segundo as profecias de Daniel, p. 243-248; Heanderson Hermes Leite Pereira
Velten e Juarez Rodrigues de Oliveira, A astronomia e a glória do adventismo,
1ª ed. (Vitória, ES: Editora Luz do Mundo, 2018); https://noticias.
adventistas.org/pt/coluna/wilson-borba/22-de-outubro-de-1844.
[15] Maxwell, Uma nova
era segundo as profecias de Daniel, p.317.
[16] Ellen G. White, O
grande conflito, p. 409.
[17] Para um estudo
teológico da purificação do Santuário celestial ver: Ángel Manuel Rodríguez, “Santuário”,
em Tratado de teologia adventista do sétimo dia, p. 421-466.
[18] Richard W. Schwarz
e Floyd Greenleaf, 2ª ed. (Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2016), 43-75; C.
Mervyn Maxwell, História do adventismo, 1ª ed. (Santo André, SP: Casa
Publicadora Brasileira, 1982), 29-67.
[19] Para um estudo
mais detido sobre a perseguição generalizada e violenta dos cristãos sob o
Império Romano veja: Earle E. Cairns, O cristianismo através dos séculos, 3ª
ed. (São Paulo: Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, 2008), p. 73-97.
[20] Ellen G. White, O
grande conflito, 49-288.
[21] Clifford
Goldstein, El remanente: ¿realidad bíblica o ilusión sin base?, 1ª ed. (Buenos
Aires: Asociacion Casa Editora Sudamericana, 1994), p. 68.
[22] Ver: Ángel Manuel
Rodríguez, “O Decálogo no Apocalipse”, Revista Adventista, (fevereiro-2021), p.
32.
[23] Ellen G. White, O
grande conflito, 434, 435.
[24] Tratado de
teologia adventista do sétimo dia, p. 969.
[25] Ellen G. White,
Profetas e reis, 8ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013), p. 678.
[26] Goldstein, El
remanente: ¿realidad bíblica o ilusión sin base?, p. 70.
[27] Ibidem. Emilson
dos Reis, Renato Groger e Rodrigo Follis (orgs.), Doutrina do sábado:
fundamentos, 1ª ed. (Engenheiro Coelho, SP, Unaspress, 2012), v. 1; https://noticias.adventistas.org/pt/coluna/wilson-borba/santificando-o-sabado-no-caminho-para-canaa/
*Wilson Borba é Bacharel em Teologia pelo Centro
Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus São Paulo. Possui
mestrado e doutorado na mesma área pelo Unasp, campus Engenheiro Coelho, e pela
Universidade Peruana Unión (UPeU). Ao longo de seu ministério foi pastor
distrital, diretor de departamentos, professor e diretor de seminários de
Teologia da Igreja Adventista na América do Sul. Atualmente serve como pastor
distrital no interior de São Paulo.
FONTE:
Noticias
Adventistas
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