A BATALHA DO ARMAGEDOM, QUANDO OCORRERÁ?
Ricardo
André
INTRODUÇÃO
“Então
vi saírem da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três
espíritos imundos semelhantes a rãs. São espíritos de demônios que realizam
sinais miraculosos; eles vão aos reis de todo o mundo, a fim de reuni-los para
a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso. "Eis que venho como ladrão!
Feliz aquele que permanece vigilante e conserva consigo as suas vestes, para
que não ande nu e não seja vista a sua vergonha". Então os três espíritos
os reuniram no lugar que, em hebraico, é chamado Armagedom” (Apocalipse
16:13-16, NVI).
Aqui temos uma das
grandes profecias apocalípticas, que não muito longe terá seu cumprimento na
história. Esses versículos fala que da boca do dragão, e da boca da besta, e da
boca do falso profeta saiam três espíritos imundos, que são espíritos de
demônios. No qual todos juntos vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para
os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo poderoso, que
levará ao fim desse mundo. O verso 16 chama
essa batalha de Armagedom.
Essa palavra
“Armagedom” é usada uma única vez em toda a Bíblia. Porém, este nome tem
estimulado a imaginação da humanidade. Esta palavra tem levado muitas
organizações religiosas e até mesmo muitos líderes políticos mundiais a
interpretar de forma equivocada esta batalha. Esta já foi associada algumas
vezes aos desastres econômicos das nações, bem como a destruição da humanidade
causada
por
uma terceira guerra mundial termonuclear. Uma vez que já ocorreram duas guerras
mundiais, e o texto bíblico fala que nesse confronto estarão envolvidos os
“reis do mundo inteiro” (verso 14), muitos imaginam que o Armagedom só poderá
ser essa guerra. Por mais fascinante e lógica que essa ideia possa parecer, ela
não passa de uma teoria especulativa, sem base bíblica.
Muitas igrejas
evangélicas acreditam que o Armagedom será uma batalha literal. Elas relacionam
com a antiga cidade de Megido, no norte da Palestina, local de muitas batalhas
decisivas nos tempos bíblicos, e os líderes religiosos dessas igrejas,
portanto, tem especulado que a derradeira guerra na Terra ocorrerá naquela
região limitada. Ensinam que logo depois da Tribulação e antes do Milênio,
acontecerá o Aparecimento Glorioso de Jesus Cristo. O anticriso, o falso
profeta e o próprio Satanás inspirarão os exércitos de todo o planeta para
invadir a região da Palestina a fim de eliminar todos os judeus do mundo e
também para lutar contra Jesus Cristo. Neste respeito estão muito longe da
verdade.
A busca do significado
do Armagedom suscita claramente algumas questões vitais. O que é o Armagedom?
Se for uma batalha, que serão os participantes? Será uma batalha literal ou
espiritual? Por que será travada? E quando ocorrerá o Armagedom?
O
QUE É O ARMAGEDOM?
De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, Armgedom,
do grego Harmageddon, é derivada de
duas palavras do hebraico: ar/har, que pode ser “cidade” ou “montanha”; e –magedom, que significa “cidade de
Megido” ou “Monte de Megido” (1Rs 9:15; 2Cr 35:22; Zc 12:11), bem como “lugar
de congregação” (Lm 1:15; 2:6). (v. 7, p. 937, 938).
“Megido não era um
monte, mas uma cidade-fortaleza localizada no vale de Jezreel (ou planície de
Esdrelão), no sopé da cordilheira do monte Carmelo, e era também um importante
lugar estratégico. A planície foi o local de muitas batalhas decisivas (veja Jz
5:19; 6:33; 2Rs 9:27; 23:29, 30). O Apocalipse usa esse contexto para descrever
essa batalha entre Cristo e as forças do mal, chamada de Armagedom. Os povos do
mundo são descritos como um exército unificado, sob a liderança da aliança
satânica.
Portanto insistimos em
dizer: o Armagedom não será uma batalha militar literal entre as nações do
Oriente Médio, como creem os evangélicos. O texto do Apocalipse deixa claro que
o termo está relacionado com “a batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso”
(16:14). Logo, o Armagedom é a última batalha do grande conflito entre Cristo e
Satanás. É o último ato do drama milenar da luta entre o bem e o mal, entre
Cristo e Satanás, com seus anjos e sequazes humanos; entre a verdade e o erro. É
o conflito final da segunda vinda de Cristo, no qual Satanás e sua confederação
lutarão contra Cristo e Sua hoste angélica. O desfecho será como foi no monte
Carmelo: a vitória de Deus sobre as forças das trevas.
QUEM
SERÃO OS PARTICIPANTES?
Apocalipse 16:13 e 14
introduzem algumas das forças envolvidas que estarão aliadas a Satanás neste
esforço final para destruir o povo de Deus, Sua Igreja e Sua vontade: O dragão,
a besta e o falso profeta. Num sentido primário, o dragão é Satanás. Mas aqui ele
atua por meio do espiritismo, o paganismo e todas as práticas relacionadas com
o ocultismo. A besta representa o papado ou o sistema romano católico. O falso
profeta é uma referência ao protestantismo apóstata e os Estados Unidos da
América do Norte, uma vez que se converterá numa potência perseguidora,
conforme a profecia apocalíptica (Ap 13:11-18). Estes são os três poderes
terríveis que se aliarão sob a direção do príncipe das trevas.
Essas três entidades
religiosas estarão unidas no tempo do fim para lutar contra Deus Todo-poderoso
na pessoa de Seus filhos fiéis. Procurarão sobretudo impor o sinal da besta (Ap
13:16), e decretarão a perseguição e a morte contra o remanescente fiel. Para
isto contarão com o apoio dos reis da Terra, os poderes civis, os Estados, com
o que se tornarão obrigatórias suas imposições religiosas.
“Todos os que não possuem
o espírito da verdade se unirão sob a liderança de agentes satânicos. Mas devem
ser mantidos sob controle até chegar o tempo para a grande batalha do
Armagedom” (Comentário Bíblico Adventista, v. 7, p. 1080).
Por trás dos homens que
dirigem cada uma dessas instituições, as Sagradas Escrituras dizem que haverá
“espíritos imundos”, que “são espíritos de demônios”, os quais formarão uma
aliança e irão aos diferentes governos para persuadi-los a tomar parte nessa
tremenda “batalha daquele grande dia de deus Todo-poderoso”.
“[...] Antes que as
pragas sejam derramadas, em Apocalipse 13:13, 14 descreve-se a besta da terra
fazendo descer fogo do Céu para enganar o mundo, levando a pensar que seja obra
de Deus a falsificação de satanás, que incluirá falsos reavivamentos guiados
por outro espírito” (Lição da Escola Sabatina, 1º Trim. 2019, p. 143).
Portanto, Satanás habilitará os EUA, representado pela besta semelhante ao
cordeiro a realizar sinais milagrosos, que incluem manifestações
espiritualistas a fim de convencer o mundo a segui-lo, em vez de seguir o Deus
verdadeiro.
Ellen White afirmou: “Assim
como Satanás influenciou Esaú a marchar contra Jacó, instigará os ímpios a
destruírem o povo de Deus no tempo de angústia” (O Grande Conflito, p. 618).
“O mesmo espírito
despótico que noutras eras tramou contra os fiéis há de tentar extirpar da face
da Terra os que temem a Deus e obedecem à Sua lei. Satanás há de incitar a
indignação contra uma minoria que conscienciosamente se recusa a aceitar
costumes e tradições populares. Homens de destaque e reputação hão de
associar-se aos que são adversos à lei e aos maus, a fim de tomarem conselho
contra o povo de Deus. [...] Juízes perseguidores, pastores e membros de
igreja, hão de conspirar contra eles” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v.
2, p. 150).
Nesta guerra, de um
lado estarão Satanás e os demônios instigando os reis de toda a terra, a Nação
Americana, o protestantismo apostatado, o Catolicismo romano e o espiritismo à
destruir o fiel povo de Deus. No lado oposto estarão Deus, um enorme exército
de forças espirituais invisíveis (os anjos), liderado pelo Rei Jesus Cristo, os
justos que sustentam e defendem a verdade e o bem, e professam lealdade a
Cristo e a Sua santa lei.
Nesta guerra não haverá
neutralidade. “Aquele que não está comigo, está contra mim; e aquele que comigo
não ajunta, espalha”, disse Jesus. (Mateus 12:30, NVI).
Descrevendo o tremendo
alcance deste conflito, o profeta João diz: “Guerrearão contra o Cordeiro, mas
o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e
vencerão com ele os seus chamados, escolhidos e fiéis” (Apocalipse 17:14, NVI).
E outra vez: “Então vi a besta, os reis da terra e os seus exércitos reunidos
para guerrearem contra aquele que está montado no cavalo e contra o seu
exército” (Apocalipse 19:19, NVI).
Tão tremenda será esta
conflagração que não fosse o fato de que Deus envia Seus poderosos anjos para
proteger o Seu povo, este seria varrido da face da Terra. Descrevendo esse
futuro conflito, o profeta Joel diz: “Faze descer os teus guerreiros, ó
Senhor!” (Joel 3:11, NVI).
ONDE
SE TRAVARÁ ESSA GUERRA?
Visto que o termo
“Armagedom” vem do hebraico que significa “Monte do megido”, os evangélicos
dispensasionalistas concluem que essa guerra será travada no Oriente Médio, por
conta de que a uns 100 km a noroeste de Jerusalém, numa colina, havia uma
cidade chamada Megido (Js 17:11). Essa antiga cidade (não um monte, nunca
existiu esse monte ali) ficava sobranceira ao “vale plano de Megido” (2Cr
35:22). De fato, aquela região foi palco de batalhas decisivas. Por exemplo,
foi ali que Deus habilitou o juiz Baraque a desferir um golpe esmagador contra
o rei cananeu Jabim e suas forças militares comandada por Sísera (Jz 4:12-24;
5:19, 20). Naquela região, Gideão e seu pequeno Grupo derrotaram os midianitas
(Js 7:1-8:33). Os reis Acaziais e Josiais também foram mortos ali (2Rs 9:27;
23:29, 30).
Mas, isso não quer
dizer que o Armagedom travar-se-á unicamente no Oriente Médio. Considerando a
natureza espiritual da guerra, não somente o Oriente Médio, mas toda a Terra
será o cenário desta última batalha. Não corresponde a um determinado lugar
geográfico conhecido, podendo ser tomado melhor como um vocábulo simbólico
usado pelas Escrituras, não para referir-se a um definido ponto do mundo, mas a
uma batalha de caráter mundial, no grande dia de Deus. A Bíblia Sagrada revela que os três terríveis
poderes que se unirão muito em breve “vão aos de toda a Terra, para os
congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-poderoso” (Ap 16:14),
numa clara evidência que o Armagedom ocorrerá no mundo inteiro. Até porque
seria fisicamente impossível reunir todos os exércitos do mundo num campo de
batalha.
QUANDO
OCORRERÁ O ARMAGEDOM?
Esta tremenda batalha
se dará imediatamente antes que Cristo volte pela segunda vez como ladrão à
noite. Começa sob à sexta praga e termina sob a sétima. Por isso, em Ap 16:15,
está dito: “Eis que venho como ladrão”.
Escreveu Ellen White: “Necessitamos
estudar o derramamento da sétima praga. Os poderes do mal não darão por
encerrado o conflito sem uma peleja. Mas a Providência divina tem uma parte a
desempenhar na batalha do Armagedom. Quando a Terra for iluminada com a glória
do anjo de Apocalipse 18, os elementos religiosos, bons e maus, despertarão de
seu sono, e os exércitos do Deus vivo entrarão em combate” (CBA, v. 7, p. 1099).
Sim, o Armagedom
ocorrerá quando se desenvolver determinada situação que afetará o povo de Deus
em toda a Terra, a exemplo do decreto dominical, que tornará obrigatória a
guarda do domingo, que resultará na perda da liberdade dos fieis de Deus. Tal
decreto será iniciativa dos EUA (Ap 13:11-18). Ellen G. White escreve que as
nações de todo o mundo seguirão o decreto dos EUA: “Quando a América, o país da
liberdade religiosa, se aliar com o papado, a fim de dominar as consciências e
impelir os homens a reverenciar o falso sábado, os povos de todos os demais
países do mundo hão de ser induzidos a imitar-lhe o exemplo” (Testemunhos
Seletos, v. 2, 373). Nesse tempo, as nações do mundo serão iludidos pela Babilônia
mística de que esse povo precisa ser eliminado porque não santifica o domingo.
"Por um curto período de tempo, as instituições religiosas unidas dominam os governos mundiais, arrojando sua fúria contra os santos (Ap 17:6; 13:15-17). Mas o secamento do rio Eufrates (Ap 16:12) descreve simbolicamente o tempo em que os poderes seculares/políticos que apoiaram a meretriz Babilônia voltam-se contra ela e a destroem (Ap 17:16) Deus salva da destruição Seu remanescente do tempo do fim (Ap 17:14). Após a queda de Babilônia, os poderes seculares mundiais encontram seu fim na segunda vinda de Jesus Cristo (Ap 19:17-21)" (Lição da Escola Sabatina, 1º Trim. 2019, p. 161).
"Por um curto período de tempo, as instituições religiosas unidas dominam os governos mundiais, arrojando sua fúria contra os santos (Ap 17:6; 13:15-17). Mas o secamento do rio Eufrates (Ap 16:12) descreve simbolicamente o tempo em que os poderes seculares/políticos que apoiaram a meretriz Babilônia voltam-se contra ela e a destroem (Ap 17:16) Deus salva da destruição Seu remanescente do tempo do fim (Ap 17:14). Após a queda de Babilônia, os poderes seculares mundiais encontram seu fim na segunda vinda de Jesus Cristo (Ap 19:17-21)" (Lição da Escola Sabatina, 1º Trim. 2019, p. 161).
A
intervenção de Deus. “Quando a proteção das leis humanas for
retirada dos que honram a lei de Deus, haverá, nos diferentes países, um
movimento simultâneo com o fim de destruí-los. Aproximando-se o tempo indicado
no decreto, o povo conspirará para desarraigar a odiada seita. Resolver-se-á
dar em uma noite um golpe decisivo, que faça silenciar por completo a voz de
dissentimento e reprovação.
“O povo de Deus –
alguns nas celas das prisões, outros escondidos nos retiros solitários das
florestas e montanhas – pleiteia ainda a proteção divina, enquanto por toda
parte grupos de homens armados, instigados pelo exército de anjos maus, estão
se preparando para a obra de morte. É então, na hora de maior aperto, que o
Deus de Israel intervirá para o livramento de Seus escolhidos. …
“Com brados de triunfo,
zombaria e imprecação, multidões de homens maus estão prestes a cair sobre a
presa, quando, eis, um denso negror, mais intenso do que as trevas da noite,
cai sobre a Terra. Então o arco-íris, resplandecendo com a glória do trono de
Deus, atravessa os céus, e parece cercar cada um dos grupos em oração. As
multidões iradas subitamente se detêm. Silenciam seus gritos de zombaria. É
esquecido o objeto de sua ira sanguinária. Com terríveis pressentimentos
contemplam o símbolo da aliança de Deus, anelando pôr-se ao amparo de seu
fulgor insuperável.
“É ouvida pelo povo de
Deus uma voz clara e melodiosa, dizendo: “Olhai para cima” (Lucas 21:28); e,
levantando os olhos para o céu, contemplam o arco da promessa. As nuvens
negras, ameaçadoras, que cobriam o firmamento se fendem e, como Estêvão, olham
fixamente para o céu, e veem a glória de Deus, e o Filho do homem sentado sobre
o Seu trono” (O Grande Conflito, p. 635 e 636).
Acontecimentos
sobrenaturais por ocasião da intervenção de Deus. A
visão do sexto selo de Apocalipse apresenta diante de nós a mesma cena de
acontecimentos sobrenaturais que ocorrerão em virtude da direta intervenção de
Deus nos assuntos finais e nos últimos momentos da história (O Grande Conflito,
p. 635-652), horas antes da gloriosa vinda de Cristo, João viu que “o céu se
recolheu como um livro que se enrola; e todo monte e toda ilha foram removido
de seu lugar” (Ap 6:14). Quando o sétimo anjo derrama a sua taça, ouve-se uma
voz do Céu, dizendo: “Está feito”. Segue-se então relâmpagos, vozes, trovões e
um terremoto gigantesco, o maior da História (Ap 16:17, 18).
Amigo, pense sobre o
dia que Jesus Cristo atravessará o céu do ocidente. Medite nisso muitas vezes e
deixe que isto lhe dê algo pelo que viver. Pode haver algo mais emocionante
para se contemplar? “Surge logo no
Oriente uma pequena nuvem negra, aproximadamente da metade do tamanho da mão de
um homem. É a nuvem que rodeia o Salvador, e que, à distância, parece estar
envolta em trevas. O povo de Deus sabe ser esse o sinal do Filho do homem. Em
solene silêncio fitam-na enquanto se aproxima da Terra, mais e mais brilhante e
gloriosa, até se tornar grande nuvem branca, mostrando na base uma glória
semelhante ao fogo consumidor e encimada pelo arco-íris do concerto. Jesus, na
nuvem, avança como poderoso vencedor. Agora, não como “Homem de dores”, para
sorver o amargo cálice da ignomínia e miséria, vem Ele vitorioso no Céu e na
Terra para julgar os vivos e os mortos. “Fiel e verdadeiro”, Ele “julga e
peleja em justiça.” E “seguiram-No os exércitos no Céu”. Apoc. 19:11 e 14. Com
antífonas de melodia celestial, os santos anjos, em vasta e inumerável
multidão, acompanham-No em Seu avanço. O firmamento parece repleto de formas
radiantes – milhares de milhares, milhões de milhões. Nenhuma pena humana pode
descrever esta cena, mente alguma mortal é apta para conceber seu esplendor. “A
Sua glória cobriu os céus” e a Terra encheu-se do Seu louvor. E o Seu
resplendor era como a luz.” Hab. 3:3 e 4. Aproximando-se ainda mais a nuvem
viva, todos os olhos contemplam o Príncipe da vida. Nenhuma coroa de espinhos
agora desfigura a sagrada cabeça, mas um diadema de glória repousa sobre a
santa fronte. O semblante divino irradia o fulgor deslumbrante do Sol
meridiano. “E no vestido e na Sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis e
Senhor dos senhores.” Apoc. 19:16” (O Grande Conflito, 636 a 642).
A grande Babilônia, o
símbolo de um mundo apóstata, recebe agora o seu julgamento. Ilhas desaparecem,
montanhas não se acham, pedras pesando de 25 a 50 kg caem do céu. E quando
estas tremendas calamidades da natureza estavam ocorrendo como uma indicação da
terrível presença de Deus para livrar os santos, os ímpios ficaram
aterrorizados (Ap 6:15-17).
Em meio de toda
conflagração, terá lugar a ressurreição
dos que morreram em Cristo. “Por entre as vacilações da Terra, o clarão do
relâmpago e o ribombo do trovão, a voz do Filho de Deus chama os santos que
dormem. Ele olha para a sepultura dos
justos e, levantando as mãos para o céu, brada: "Despertai, despertai,
despertai, vós que dormis no pó, e surgi!" (Ellen G. White, O Grande
Conflito, p. 644). Quando os santos que dormem forem despertados para a
imortalidade, e os santos vivos tomados para encontrar o Senhor nos ares, os
ímpios que recusaram a salvação fugirão aterrorizados, tão-somente para serem
destruídos “com o resplendor de Sua vinda” (Ts 2:8). Que cena de vitória e
tragédia – vitória para os santos, tragédia para o pecadores!
Caro amigo leitor, eu quero estar lá, e sei que você
também quer. Deus nos ajude a estarmos preparados para aquele grande dia.
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