A PREDIÇÃO DE JOHN LENNON QUE FALHOU
Ricardo
André
No dia o4 de março de
1966, o jornal inglês "The Evening Standard" publicou uma entrevista
de John Lennon, fundador da banda inglesa The
Beatles onde ele surpreendentemente afirmou: "O Cristianismo irá acabar, irá
diminuir e desaparecer. Eu não preciso de argumentos para provar isso. Eu estou
certo e será confirmado que estou certo. Nós somos mais populares que Jesus
hoje em dia (...)". Esta declaração causaria revolta em grande parcela
da sociedade, principalmente norte-americana, que comandou um grande boicote e
queima de material relacionado aos Beatles.
O Site de notícias El País referindo-se a fala de Lennon
comenta: “O jovem músico metido a
intelectual, diagnosticava à sua maneira a secularização da sociedade e o
desinteresse dos jovens pela religião. Sua declaração passou despercebida na
Inglaterra, mas nos Estados Unidos foi tomada como blasfêmia e causou grande polêmica
logo antes da terceira turnê dos Beatles pelo país. Houve fogueiras públicas de
discos dos Beatles em cidades do cinturão bíblico e os quatro músicos receberam
ameaças de morte da Ku Klux Klan. A tensão dominou aqueles shows no mês de
agosto e suas entrevistas coletivas deixaram de ser festivas e hilariantes para
se transformar em autos inquisitoriais do roqueiro provocador, que teve de
pedir desculpas. Ao final da turnê, os Beatles decidiram deixar os shows para
sempre” (http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/26/cultura/1469526800_200469.html)
Ocorre que, no dia 31
de dezembro de 1970, a banda não existia mais e, em 8 de dezembro de 1980, ao
voltar para casa na companhia da esposa, Lennon morreu, alvejado com cinco
tiros por um fã.
A verdade é que a
predição de John Lennon falhou. A previsão do roqueiro do encolhimento e
desaparecimento do cristianismo não se concretizou. Aconteceu exatamente o contrário. Com mais de dois mil anos,
o cristianismo continua sendo a maior religião do mundo. Segundo o Boletim
Internacional de Pesquisa Missionária (IBMR na sua sigla em Inglês) existem
mais de 2,4 bilhões de cristãos em todo o mundo, pouco mais de um terço do
total da população mundial. Todo esse enorme crescimento do cristianismo é uma
evidência clara de que Deus cumpriu a promessa que havia feito, enviando o
Consolador, o Espírito Santo para convencer as pessoas “do pecado, da justiça e
do juízo” (Jo 16:7-11). (https://noticias.gospelprime.com.br/cristianismo-maior-religiao-mundo/).
O fundador do
cristianismo, Jesus Cristo, ao nascer, dividiu a história em duas partes AC/DC,
viveu 33 anos de modo simples, pregou os sermões mais lindos de todos os
tempos. Seus amigos O abandonaram. Foi entregue aos inimigos e suportou o
escárnio de um julgamento injusto. Foi pendurado numa cruz entre dois ladrões
em favor da humanidade caída, tornando esse rústico instrumento de tortura o
mais respeitado símbolo religioso da história. Depois de morto, foi colocado em
um túmulo emprestado pela piedade de um amigo, de onde saiu ressuscitado no
terceiro dia. Embora tenham se passado dois mil anos entre o momento da sua
crucificação e a geração atual, contudo Ele ainda vive. Herodes não pôde
destruí-lo, e o sepulcro não pôde retê-lo. Subiu ao Céu para interceder por
todos e prometeu voltar para buscar os seus filhos fiéis (At 1:11; Hb 7:25; Jo
14:1-3).
Vinte séculos vieram e
se foram. Hoje Ele continua, com certeza, a maior personalidade que este mundo
já viu e, mesmo com o passar dos séculos, sua mensagem continua firme e
inabalável. “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mt
24.35). Sua mensagem de amor continua transformando a vida de milhões
de pessoas ao redor do mundo.
Para a escritora cristã
norte-americana Ellen G. White, Jesus não era meramente um bom amigo em tempo
de necessidade; Ele era um Salvador que morreu na cruz por todas as pessoas.
Numa passagem favorita de O Desejado de Todas as Nações, lemos
que “Cristo
foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que
Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha
participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não
tínhamos parte. Sofreu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que
a Ele pertencia” (O Desejado de Todas as Nações, p. 25).
Diz mais Ellen G. White: “Cristo
crucificado por nossos pecados, Cristo ressurgido dos mortos, Cristo elevado ao
alto, eis a ciência de salvação que temos de aprender e ensinar” (A Ciência do Bom
Viver, p. 424).
A Enciclopédia
Britânica utiliza 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Sua
descrição ocupa mais espaço que as biografias de Aristóteles, Cícero, Alexandre
Magno, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte. Os nomes dos
orgulhosos estadistas gregos e romanos do passado surgiram e desapareceram. Os
nomes dos cientistas, filósofos e teólogos do passado surgiram e desapareceram.
Mas, o nome de Jesus é mencionado cada vez mais.
O apóstolo Paulo
denominou a Cristo como: “a imagem do Deus invisível (Cl 1.15).
Quando Filipe pediu para ver a Deus, Jesus lhe respondeu da seguinte maneira: “estou
há tanto tempo convosco, não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o
pai; e como dizes tu: mostra-nos o Pai (Jo 14.8). Jesus tornou-se
humano com apenas uma finalidade: para que os seres humanos pudessem ter uma
ideia do Deus infinito. Deus se deu a conhecer descendo até nós, na pessoa de
Cristo. Em Sua vida e ministério, Jesus revelou “o inigualável amor de Deus por
um mundo que não O amou! Esse pensamento exerce um poder que domina a alma e
torna o entendimento ligado à vontade de Deus. Quanto mais estudamos o caráter
divino à luz que vem da cruz, tanto mais veremos a misericórdia, a ternura e o
perdão, unidos à justiça e equidade, e de modo mais claro veremos as
incontáveis provas de um amor que não tem limites; conheceremos a terna
compaixão que é muito maior do que o amor de mãe por um filho rebelde” (Ellen
G. White, Caminho a Cristo , p. 15).
De muitas maneiras,
Seus inimigos têm tentado transformá-Lo em um mito e descaracterizar Sua
identidade exclusiva. Livros, filmes e canções irreverentes, produtos da ficção
humana, surgem de tempos em tempos. Nisso eles não ficam muito longe dos Seus
inimigos clássicos: Anás, Caifás, o Sinédrio, Herodes, Pilatos, fariseus e
saduceus. Mas Jesus permanece e tem a última palavra sobre a vida e a morte.
Caro amigo leitor,
conheça e ame Jesus, pois isso significa vida eterna (Jo 17:3). Entenda que Ele
é a sua melhor escolha e decida caminhar com Ele. Ele quer transformar sua
vida, dando-lhe uma nova vida, uma identidade de um discípulo de Jesus. Ele
quer lhe dá vida abundante (Jo 10:10). Ele quer resolver suas crises emocionais
e seus complexos psicológicos. Ele quer libertá-lo da vergonha e humilhação,
quer suprir suas necessidades financeiras e conjugais, solucionar seus
problemas espirituais e livrá-lo da morte eterna. Basta que você abra seu
coração para que Jesus entre e reine em sua vida. Ele afirma: “Eis
que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei
e cearei com ele, e ele comigo” (Apocalipse 3:20, NVI).
Comentários
Postar um comentário