VIVENDO COM CERTEZA EM TEMPOS DE AFLIÇÃO
Ricardo
André
Vivemos num mundo cheio
de problemas e sofrimento, que afetam de algum modo a todos, inclusive os
filhos de Deus. Estes podem estar sobrecarregados por causa de: 1) Problemas Familiares. A rotina de
uma casa em conflito é um dos motivos que mais tem sobrecarregado as pessoas.
Relacionamento conjugal incompatível, pais e filhos, genros, noras, sogros e
sogras. Alguns dos que leem estas palavras podem testemunhar isso. 2) Problemas Financeiros. As
preocupações advindas de uma crise financeira é simplesmente assoladora,
principalmente quando não há recursos para se efetuar os pagamentos básicos.
Daí surgem as pressões, perde-se o sono e a sobrecarga se multiplica. 3) As doenças e a morte. Tantas são as
moléstias que assolam o mundo e o filho de Deus não está imune a estas coisas. A
Bíblia descreve a morte como um inimigo da humanidade. Deus nos conta que o
último dos nossos inimigos a ser derrotado é a morte (I Co 15:26). A Bíblia ensina que a
morte entrou no mundo por causa da desobediência de Adão e Eva. Em Romanos 5:12, escreveu Paulo: "Portanto,
assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte,
assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram." Deus
tomou providências para que o homem comesse da árvore da vida e vivesse para
sempre. Quando o homem desobedeceu a Deus, foi privado deste privilégio.
Ver Gênesis 3:22 e 23. Depois do pecado todos morrem. 4) Problemas Espirituais. São pessoas que não sabem a origem de
tantos problemas e sensações estranhas. Aparentemente não tem motivos, mas na
verdade existe uma ação maligna que tira o vigor, desestimula, enfraquece a
alma e desvia alguns de Cristo.
Histórias de tragédia e
tribulação, dificuldades e provas, pontuam as páginas das Escrituras. De José a
Jeremias e de Jó a João Batista, essas crônicas falam de tribulações que
afetavam os servos de Deus. Mesmo o Messias, a esperança de Israel, cuja
promessa e presença permeiam a Bíblia, é descrito como servo sofredor — um
homem de dores e experimentado em trabalhos (Isaías 53:3).
Assim, não é
surpreendente que as Escrituras falem do “dia de tribulação”, “tempo” ou
“tempos de tribulação” mais de 20 vezes. Através destas referências aos tempos
de tribulação, a Bíblia conta uma história particular. O tema é: “Um tempo de
aflição qual nunca houve”. A história começa com a sorte de uma mulher chamada Vasti,
cujo significado do seu nome era “a
desejável, a amada” que foi sumariamente rejeitada por seu marido e continua
com as aventuras de uma meninazinha chamada Ester.
A vida não foi fácil
para Ester. Se alguma vez ouviu a suave voz de sua mãe ou sentido seu abraço
gentil, não foi por muito tempo. Privada de pai e mãe, ela não teve um genitor
presente que se deleitasse em sua conversa infantil, ou se alegrasse com seu
crescimento e progresso. Sentimento de perda, separação e pesar eram bastante
familiares a essa filha do infortúnio.
O futuro também teria
sido negro para Ester se não fosse seu primo mais velho, Mardoqueu. Ele a levou
para sua casa e assumiu o papel de pai substituto, enquanto ela crescia sob seu
teto rumo à feminilidade. Mal sabiam eles que um dia Ester seria designada pelo
Deus de Israel para liderar Seu povo em meio a um tempo de aflição tal qual
nunca houve.
Depois que Assuero
mandou sua esposa embora, a rainha Vasti; ele procurou uma nova esposa para se
tornar rainha. O palácio organizou um concurso onde as mulheres do reino foram
convidadas à irem até Susã com o propósito de que uma delas preenchesse o lugar
de Vasti. Ver Ester 2:1-4. Ester, que foi criada por Mardoqueu seu primo, um
dos cativos que também foi levado de Jerusalém por Nabucodonosor, ganhou o
concurso. Ester 2:5-7. Ester, após obter a graça primeiro; de “Hegai, guarda
das mulheres", Ester 2:9, depois a graça "de todos que a viram",
Ester 2:15 e por fim, e mais importante, a graça do próprio rei, Ester 2:17,
ganhou a competição e tornou-se rainha do império medo-persa, que se estendia
do norte do Sudão até a Índia. Um fato curioso é que Ester não revelou a
ninguém que era judia, conforme a ordem dada por Mardoqueu. Então ninguém, nem
mesmo o rei sabia qual era a nacionalidade e religião de Ester.
Em Ester 3:1-5, a trama da história começa a se desenrolar. Mordecai,
um judeu, seguindo o mandamento contra a idolatria, recusou curvar-se diante de
Hamã, um mero homem. Furioso, Hamã procurou uma forma de se vingar daquilo que
considerou uma desfeita. Por seus atos, de certa forma, Mordecai estava
testemunhando em meio àqueles pagãos sobre o Deus verdadeiro. Os historiadores
nos dizem que seu marido Xerxes ou Assuero não estava inteiramente à altura das
exigências administrativas do império. Dependente da sabedoria dos outros, ele
tendia a aceitar conselho de qualquer fonte disponível. Então a punha em
prática com pouca análise ou ponderação. Assim o rei caiu vítima das
maquinações astutas de Hamã, seu oficial favorito, que o levou a baixar um
decreto e fixar a data de sua execução. Por esse decreto, não somente o primo
de Ester, Mardoqueu, por quem Hamã se sentia desprezado, mas também todos os
judeus das 127 províncias do império seriam mortos.
Uma
missão ousada
Os judeus já haviam
sofrido antes. A escravidão egípcia fora penosa. Um faraó impiedoso reduziu
Israel a um bando de escravos servis e ignorantes. Perseguidos por suas
carruagens até a beira do mar, quase foram destruídos; mas sobreviveram. Eles
suportaram o cativeiro babilônico. Seus bens foram pilhados e queimados, seu
templo e cidade destruídos, e seu país ocupado por outro povo. Mas se
mantiveram vivos. Porém, nada em seu passado se igualava à severidade da
conspiração de Hamã. Essa era uma “limpeza étnica”, o extermínio sistemático de
toda uma nação, um genocídio do qual não haveria livramento.
Quando a conspiração de
Hamã se tornou conhecida, Mordecai expressou visivelmente sua dor, usando o
único ritual religioso judaico mencionado no livro de Ester: “Vestiu-se de pano
de saco, cobriu-se de cinza, e saiu pela cidade, chorando amargamente em alta
voz” (Et 4:1, NVI). Nesse ínterim, Ester se preparava para viver à altura da
acusação de Hamã. Ela se tornaria uma transgressora judia da lei real persa ao
entrar heroicamente na presença do rei sem convite, como parte de um plano para
anular a trama de Hamã.
Mardoqueu era o
responsável em encontrar uma saída. Certamente Ester era uma ótima
possibilidade e foi por isso que Mardoqueu pediu a ela. Mas o fato de ele ter
pedido à sua prima, não significa que sua confiança estava nela. Sempre esteve
em Deus. Veja sua resposta à relutância de Ester: "Não imagines no teu
íntimo que por estares na casa do rei, escaparás só tu entre todos os judeus.
Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte
sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se
para tal tempo como este chegaste a este reino?" Ester 4:13-14. Encorajada
por Mardoqueu, Ester se ergue em defesa de seu povo e parte numa perigosa
missão de salvamento. Ela disse: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem
em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia
nem de noite, e eu e as minhas servas também assim jejuaremos. E assim irei ter
com o rei, ainda que não seja segundo a lei; e se perecer, pereci.” Ester 4:16.
Há muitas incertezas.
Ela precisa estar sozinha na presença do rei. Não haverá mediador; nenhum
advogado para defendê-la. Será que Ester fez o possível a fim de preparar-se
para esse momento? Será ela bem-sucedida? Ela sabe que é a esposa preferida do
rei. Com suas próprias mãos, Xerxes já pusera uma coroa em sua cabeça e lhe
dera um lugar ao lado direito do trono. Mas será que o rei a aceitará nessa
ocasião? Cheia de pressentimentos, Ester luta com a dúvida e o conflito íntimo.
Esse era seu tempo de tribulação tal como nunca houve. Ela sabe que pode
sobreviver somente se sua defesa for mais forte do que o maior desafio. Ela
reúne seus recursos:
a) Possível acesso direto ao rei.
b) Apoio pessoal do primo Mardoqueu.
c) Apoio da comunidade e orações dos judeus
que jejuavam.
d) Sua própria fé no Deus de Israel.
Assim, Ester vai ao
encontro do rei. Ela faz o percurso até o salão de audiência com passos
medidos, com a esperança de Israel brotando do coração e os princípios de sua
fé perpassando em seu cérebro. “Mas a salvação dos justos vem do Senhor; Ele é
a sua fortaleza no tempo da angústia” (Salmo 37:39). “O Senhor é bom, uma
fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nEle” (Naum 1:7). “Ainda
que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que falhe o produto
da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja
exterminado da malhada e nos currais não haja gado, todavia eu me alegrarei no
Senhor: exultarei no Deus de minha salvação. O Senhor Deus é minha força. Ele
fará os meus pés como os da corça, e me fará andar sobre os meus lugares altos”
(Habacuque 3:17-19).
Quando o rei viu a
rainha Ester no pátio, agradou-se dela e estendeu-lhe o cetro de ouro. O
rei a admitiu e aceitou o convite dela para um banquete. Ester então tomou a
dianteira no drama enfrentado pelos exilados judeus em toda a Pérsia. Nessa
história, Ester mostrou abnegação e heroísmo (Et 4:16), tato (Et 5:8) e coragem
(Et 4:6).
“Por intermédio da
rainha Ester, o Senhor efetuou um poderoso livramento em favor de Seu povo.
Numa ocasião em que parecia que ninguém poderia salvá-lo, Ester e as mulheres
associadas a ela, por meio de jejum, oração e ação imediata, enfrentaram a
questão e trouxeram salvação a seu povo.
“O trabalho das
mulheres em conexão com a causa de Deus, nos tempos do Antigo Testamento, ensina
lições que nos habilitam a enfrentar emergências na obra de Deus hoje. Talvez
não sejamos levados a uma situação tão crítica e notória como o povo de Deus no
tempo de Ester. Muitas vezes, porém, mulheres convertidas podem desempenhar
parte importante em posições mais humildes” (Comentários de Ellen G. White,
Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 3, p. 1290, 1291).
Vitória
para o povo de Deus
A trama termina com uma
vitória retumbante para Ester e o povo de Deus. Seu temor cede lugar ao regozijo
e o jejum se transforma em contentamento. Uma festa anual é estabelecida,
fixando para sempre o triunfo na memória de Israel.
Mas há algo faltando
nesse livro. Onde está o capítulo contando que o homem de Deus, o profeta,
entrou na cidadela de Susa usando um cinto de couro e uma capa de pelos de
camelo? Onde está o olhar penetrante e o dedo ossudo apontando diretamente para
o rei? Onde está o relato de sua mensagem que diz: “Assim diz o Senhor...” Onde
está o registro da visão que Xerxes teve quando não podia dormir? Não há uma
grande imagem e uma pedra cortada sem mãos para ele, nem mesmo uma pequena
imagem?
Onde estava Deus quando
Seu povo provou “um tempo de angústia qual nunca houve”? Curiosamente, não há
menção dEle em parte alguma dos dez capítulos do livro de Ester. Isso realmente
não é tão surpreendente, pois Deus sempre parece oculto em tempos de tribulação
e Sua presença muito distante. Quanto maior a tribulação, menos capazes somos
de vê-Lo. Quando maior a prova, mais lutamos para confiar no Senhor e crer em
Sua infalível providência.
Parecia que Ester e os
judeus de seu tempo não usufruiriam de uma especial intervenção divina para
socorrê-los durante sua grande prova. Tiveram de apoiar sua fé na história, no
registro do trato de Deus com eles no passado e em sua herança, e nas divinas
provisões em que poderiam suster-se no presente. Essas sempre estariam
disponíveis ao povo de Deus durante os séculos de aparente indiferença e
silêncio divino. O livro de Ester está na Bíblia para nos encorajar nesse
sentido.
Conhecemos um pouco da
doutrina bíblica sobre a soberania de Deus onde afirma que Deus é
Todo Poderoso. Ele está no controle completo de todas as coisas; do passado,
presente e futuro e tudo o que acontece não foge do Seu conhecimento. A doença,
por exemplo, é uma manifestação de dois grandes males; moral e natural. O mal
moral é a desumanidade do homem para com o homem. O mal natural é composto de
coisas como; catástrofes naturais e doenças físicas. Tanto um como outro tem a
sua origem no pecado. E quer, queiramos ou não, temos que conviver com a
presença do câncer do pecado até a volta de Cristo.
Quando Adão pecou, ele
condenou toda a humanidade a sofrer as consequências do pecado, uma das quais é
a doença. Em Romanos 8:20-22 lemos: "Pois
ela foi submetida à futilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da
vontade daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria natureza criada
será libertada da escravidão da decadência em que se encontra para a gloriosa
liberdade dos filhos de Deus. Sabemos que toda a natureza criada geme até
agora, como em dores de parto."
Enquanto aqui estamos
Deus usa a doença e outros males para realizar o Seu propósito soberano, para
glorificar a Si mesmo e para exaltar o Seu santo nome. Quando Deus deseja, Ele
cura doenças. Jesus passou por Israel curando toda sorte de doenças e
enfermidades, ver Mateus 4:23, e até mesmo ressuscitou Lázaro de entre os
mortos. E, quando Deus permite sofrimentos como método de disciplina, Ele tem o
propósito de salvar. Carecemos, como Ester, José, João Batista, Jó e tantos
outros personagens bíblicos, de não perdermos a fé em face do sofrimento, das
provas.
“O coração mais feliz é
o que tem a Cristo como seu hóspede constante. O lar mais feliz é aquele em que
a bondade é o princípio dominante. (...) Na oficina em que se manifesta a
presença celeste de Cristo, os obreiros serão os mais dignos de confiança, os
mais fiéis, e os mais eficientes. São ali vistos o temor e o amor de Deus”. (Ellen G. White, Carta 48, 1897).
“Não há, neste mundo
conforto nem felicidade sem Jesus. Reconheçamo-Lo como nosso Amigo e Salvador. (...)
Há nEle encantos incomparáveis. Oh! possamos nós viver neste breve período de
graça, de maneira tal que reinemos com Ele por todas as eras infindas da
eternidade!” (Ellen G. White, The Youth’s Instructor, 12 de Fevereiro de 1903).
Caro amigo leitor, há
muitas pessoas e crentes que o seu sorriso esconde suas lágrimas, e a maquiagem
esconde a sua dor. Assim como Deus interviu na vida de Seu povo no tempo de Ester,
Ele quer lhe ajudar também, Ele quer confortar e curar o seu coração.
Independente da dor que você carrega, converse com Deus, entregue-se a Ele e
confie nele, como Ester e Mordecai. Quando sofremos, Deus sofre conosco e isso
é maravilhoso. Veja este texto: “Nosso Pai celestial sofre juntamente com
Seus filhos. Deus sente simpatia com o mundo de miséria.” (Ellen G. White, Educação,
263).
E possível que tenhamos
que conviver com alguns de nossos problemas até ao fim da nossa vida. E, possivelmente,
não entenderemos bem a razão do nosso sofrimento, “Portanto, nada julgueis antes de
tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das
trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de
Deus o louvor.” I Coríntios 4:5, mas quando tudo estiver restaurado,
reconheceremos que Deus tinha razão em tudo que acontece na nossa vida. Portanto, em meio às tribulações da vida
podemos confiar na maravilhosa promessa da Bíblia: “Mas, nos dias desses reis, o
Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não
passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo
subsistirá para sempre.” Daniel 2:44
“Mas os santos do
Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo o sempre, e de eternidade
em eternidade.” Daniel 7:18. Este é o reino de Deus
que vai ser estabelecido por ocasião da volta de Jesus. Quando a trombeta de
Deus soar, por ocasião da vinda de nosso Senhor, os que morreram em Cristo
ressuscitarão e os vivos serão transformados e subirão ao céu com Deus e os
anjos. Eis o texto: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de
arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão
primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com
eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o
Senhor.” I Tessalonicenses 4:16,17.
O livro Patriarcas e Profetas resume muito bem
sobre o reino final: “O grande plano da redenção tem como
resultado trazer de novo o mundo ao favor de Deus, de maneira completa. Tudo
que se perdera pelo pecado é restaurado. Não somente o homem é redimido, mas
também a Terra, a fim de ser, a eterna habitação dos obedientes. Durante seis
mil anos, Satanás tem lutado para manter posse da Terra. Agora se cumpre o
propósito original de Deus ao criá-la. “Os santos do Altíssimo receberão o
reino, e possuirão o reino para todo o sempre, e de eternidade em eternidade”.
Daniel 7:18”. (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, 243).
Depois do milênio, que
começa por ocasião da volta de Jesus (Ap 201-5), quando Deus criar Novos Céus e
Nova Terra, todo o universo estará em perfeita harmonia, pois na terra já não
reinará o pecado (Ap 21:1-5). Apenas uma lembrança vai permanecer: “Nosso
Redentor sempre levará os sinais de Sua crucifixão. Em Sua fronte ferida, em
Seu lado, em Suas mãos e pés, estão os únicos vestígios da obra cruel que o
pecado efetuou. O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais
existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso
júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz
e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até
ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena
beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.” (Ellen G. White, O Grande
Conflito, 674, 678).
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