QUAL JESUS VOCÊ QUER?
Ricardo
André
No evangelho de Mateus
27:11-26 acha-se registrado uma questão que afeta o destino de todo ser
humano. O texto sacro apresenta aos personagens diretamente envolvidos no
enredo e a cada ser humano duas opções e uma escolha, nos apresenta dois
caminhos um para a salvação e outra para a perdição eterna. As Sagradas Escrituras
estão cheias de exemplos de escolhas que homens tiveram que fazer (Deuteronômio
30:19; Josué 24:15; 2 Samuel 24:13; 1 Reis 3: 5). No texto de Mateus somos
desfiados a fazermos uma escolha que influenciará o nosso futuro eterno. Que escolha
é essa? Passaremos a discorrer neste artigo exatamente sobre essa questão de
tremenda importância para cada pessoa.
Jesus fora preso de
forma ilegal, na quinta-feira da Semana da Paixão, 13 de Nisan do Calendário judaico, à noite, e fora levado para ser interrogado
pelos sacerdotes Anás e Caifás (Jo 18:20-23). Depois de ser levado a Caifás,
Jesus foi conduzido diante de Pilatos, governador da Judeia. Naquela ocasião,
Pilatos estava em posição de considerável fragilidade política. Uma série de
ações equivocadas havia ofendido repetidamente os judeus. Portanto, ele era
impopular, e sua capacidade para governar havia sido posta em dúvida até mesmo
em Roma. Se tivesse mais um conflito importante com os líderes religiosos, ele
provavelmente estaria fora do cargo. Este fato o deixava extremamente
vulnerável à chantagem.
Quando procuraram
Pilatos, os sacerdotes formularam primeiramente sua acusação contra Jesus em
termos políticos que um governador romano podia considerar. Jesus devia ser
executado porque Sua realeza era uma ameaça a César. Mas a declaração de Jesus:
“O Meu reino não é deste mundo” e as evidências que O apoiavam (Jo 18:36),
deixaram claro a Pilatos que a reivindicação de Jesus à realeza não era ameaça
política ou militar para Roma. Ele decidiu libertar Jesus e ao mesmo tempo
oferecer aos líderes judeus uma opção política, sugerindo soltar Jesus com base
na tradição de libertar um prisioneiro, em lugar de inocentá-Lo.
As coisas se
complicaram para Pilatos quando os líderes judeus rejeitaram sua oferta de
libertar Jesus em condições favoráveis a eles. Eles queriam Jesus morto a
qualquer preço. Isso significa que Pilatos teria que persuadi-los a mudar de
opinião ou libertar Jesus e enfrentar a sua ira, o que custaria seu cargo.
Pilatos estava em um dilema entre a justiça e o egoísmo.
Então Pilatos procurou
atrair a simpatia dos seus oponentes açoitando Jesus e apresentando-O diante
deles. Mas eles recusaram a mudar de ideia. Pressionado, o governador tentou um
último recurso: mandou trazer Barrabás, e, valendo-se de uma (suposta) tradição
judaica, concedeu ao povo o direito de escolher qual dos dois acusados deveria
ser solto e o outro crucificado (Mt 27: 15-17). Pilatos perguntou à multidão que
ali se havia reunido: "Qual destes vocês querem que lhes solte: Barrabás
ou Jesus, chamado Cristo?" (v. 17, NVI).
“Oferecendo ao povo
escolha entre esse homem e o inocente Salvador, Pilatos julgava despertar-lhes
o sentimento de Justiça. Esperava conquistar-lhes a simpatia para Jesus, em
oposição aos sacerdotes e príncipes” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as
Nações, p. 733). Pilatos estava errado. A menos que
estejam sob a convicção do Espírito Santo, inevitavelmente as pessoas fazem a
escolha espiritual errada, como fez aquela multidão. “Pilatos ofereceu ao povo a
escolha entre um pretenso salvador político (ver DTN, 733), que prometeu
livramento da tirania de Roma, e o Salvador do mundo, que viera para salvar as
pessoas da tirania do pecado. Eles preferiram submissão à liderança de Barrabás
em vez de aceitar a liderança de Cristo” (Comentário Bíblico Adventista, vol.
5, p. 588).
Jesus
Cristo X Jesus Barrabás
Ali estava Barrabás em
contraste com Jesus, o Messias. O nome “Jesus” em latim se origina no hebraico
“Josué, que significa “Yahweh é salvação” ou Yahweh, o libertador”. Quem foi Barrabás? Foi um criminoso,
responsável por insurgência, assassinato e roubo. Ele era um assassino. Essa é
a forma como Pedro o chama em Atos 3:14. Ele pertecente a um grupo
revolucionário zelote, cujo objetivo era libertar Israel do domínio opressivo
da exploração romana. Foi preso após um ataque a um grupo de soldados romanos
na cidade de Cafarnaum, onde possivelmente um soldado foi morto. “Um
homem chamado Barrabás estava na prisão com os rebeldes que haviam cometido assassinato
durante uma rebelião” (Marcos 15:7, NVI). A penalidade para suas ações
foi a morte. Barrabás tinha um bom nome. Seu nome é formado por dois nomes
aramaicos: Bar significa “filho de”,
assim como Simão Barjonas significava “Simão, filho de Jonas”, ou Bartolomeu
significa “filho de Tolomeu”. Barrabás siginificava “filho de abbas”, isto é,
“filho do pai”. Muitos manuscritos antigos registram o primeiro nome de Barrabás
como sendo Yeshua (Jesus). Yeshua era um nome comum na época e significava
“Yahweh salva”. A Nova Tradução na
Linguagem de Hoje assim traduz o verso 17: “Então, quando a multidão se reuniu, Pilatos
perguntou: — Quem é que vocês querem que eu solte: Jesus Barrabás ou este
Jesus, que é chamado de Messias? Assim o nome de Barrabás tinha mais ou
menos o sentido de Yahweh salva, filho do pai”. Que farsa! Barrabás não fazia
justiça a esse nome.
“Esse homem havia
afirmado ser o Messias. Pretendia autoridade para estabelecer uma nova ordem de
coisas, para emendar o mundo. Sob uma ilusão satânica, pretendia que tudo
quanto pudesse obter por furtos e assaltos era dele. Por meios diabólicos havia
realizado coisas admiráveis, atraído seguidores e despertado sedição contra o
governo romano. Sob a capa de entusiasmo religioso, era um endurecido e
consumado vilão, dado à rebelião e à crueldade.” (Ellen G. White, O Desejado de
Todas as Nações, p. 733).
Aqui ele, portanto,
está junto com Jesus diante de Pilatos. Este apresenta diante da multidão dois
Jesus. De um lado o inocente, Jesus Cristo, o filho de Deus. Nenhum mal foi
encontrado nele. Ele caminhou fazendo o bem e curando as pessoas. E ainda ele
está na fila da morte. Do outro lado Jesus Barrabás, um assassino, um criminoso
que foi condenado à morte. Um dos dois irá para a cruz, e Barrabás tem todas as
razões para estar lá. A cruz é seu fim normal.
Pilatos queria soltar
Jesus (Lucas 23:20). Ele até fora alertado pela esposa, que reconheceu que Jesus
era justo e disse a ele que não se envolvesse naquilo, após um sonho que teve
na noite anterior. Depois Pilatos
perguntou à multidão: "Que mal este fez?" (Lucas 23:22). Aqui,
Pilatos começa afirmando que Jesus é inocente e acaba concedendo a sentença de
morte que a multidão exigiu. A pressão da multidão, até mesmo o desejo de
agradá-la, levaram Pilatos a entregar o nosso precioso Senhor (Mateus 27:19-26).
Quantas vezes oscilamos entre o nosso desejo de servir a Deus e o desejo de
agradar as pessoas ou ser aceito por elas?
Vendo Pilatos que nada
consegue, acalma a turba e pede água e ali diante do povo lava as mãos,
proclamando-se inocente do sangue de Cristo. Mas lavar as mãos sem limpar o
coração não poderia salvar o covarde governador da deslealdade. O julgamento chega
aos seus momentos finais. O Messias é levado e o povo avança com toda fúria,
escarnecendo dEle, açoitando-O e gritando. Parece que verdadeiros demônios
estão soltos. Porém, de tudo isto, uma pergunta nos impressiona: “Que
farei de Jesus, chamado o Cristo?” (Mt 27:22).
Jesus foi encaminhado
para ser crucificado e Barrabás foi libertado! O inocente foi para a cruz, em
vez do culpado. Jesus morreu no lugar de Barrabás. Mas de uma forma ou de
outra, quem é Barrabás? Eu lhes
direi. Ele é eu e você. Na pessoa de Barrabás nós somos todos nós. Todos "pecaram
e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:23). Todos nós
fomos condenados. Todos nós mereceríamos ir para a cruz. Mas lá vem Jesus Cristo,
o cordeiro inocente, o Cordeiro de Deus, e Ele toma o lugar de Barrabás.
Barrabás agora está livre. Eu e você fomos liberados e estamos livres agora!
Veja como a Palavra diz em Efésios 2:1-10:
“E vos vivificou,
estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andastes segundo o
curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que
agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes
andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos
pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. “Mas
Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo
(pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez
assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus. Para mostrar nos séculos
vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco
em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem
de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque
somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus
preparou para que andássemos nelas.”
Nós estávamos mortos em
ofensas e pecados e Deus nos vivificou em Cristo! Ele nos deu nova vida! Eu
acredito que Deus envolveu o assassino Barrabás na cena de crucificação para
demonstrar seu amor: A vida de Barrabás foi salva pela morte de Jesus Cristo.
Ele foi destinado à morte, justamente como eu e você estávamos mortos em
pecados e ofensas. A cruz foi feita por ele! Embora sua vida estivesse
disponível pelo sacrifício do Senhor Jesus Cristo. Se Jesus não tivesse sido “obediente
até a morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:8) Barrabás seria morto
naquele dia. Similarmente, é através desta obediência de Jesus Cristo e do amor
do Pai que você e eu, uma vez que acreditamos em Jesus Cristo como Senhor e
Filho de Deus, fomos tornados vivos. De filhos da ira nós nos tornamos filhos
de Deus.
Ninguém sabe o que
aconteceu com Barrabás depois. Ele agora tinha uma segunda chance: podia
escolher continuar na sua má vida ou mudar e seguir Jesus. Cada um de nós é
como Barrabás, condenados a morrer nos nossos pecados. Mas Jesus morreu em
nosso lugar (1 Pedro 3:18). Agora nós temos a mesma escolha que Barrabás e
podemos completar sua história em nossas vidas.
Jesus
ou Barrabás?
Por acaso Barrabás se
encontrou com Jesus? Não o sabemos. Não há referências bíblicas nem extra-bíblica
que indique que Barrabás tenha se encontrado com Jesus. Alguns sugerem que Jesus foi colocado na
mesma prisão de Barrabás enquanto Pilatos decidia o que fazer para sair-se do
dilema que os dirigentes de Israel lhe haviam apresentado. O que sabemos, porém,
é que Barrabás e Jesus amavam a Israel e queriam dar liberdade ao povo. Mas o
patriotismo deles se expressava de maneiras bem diferentes: Barrabás oferecia
libertação política por meios humanos: conflito armado, rebeliões políticas e
desobediência civil. O Messias propôs livramento espiritual por meio de canais
espirituais: arrependimento sincero, conversão genuína e estilo de vida
transformado. O objetivo de Barrabás era derrubar o exército romano e
restabelecer um governo judeu independente. O objetivo de Cristo era derrotar a
rebelião do pecado e restabelecer o reino de Deus.
Jesus representa a
verdadeira libertação por meio do amor, justiça e sacrifício; Barrabás
representa a falsa e ilícita libertação, por meio do ódio, violência e
injustiça e vício. O povo preferiu libertar a s trevas e a mentira, e
crucificar a verdade e a luz. Jesus não fez nenhum mal, e foi condenado.
Barrabás não fez nenhum bem, e foi inocentado, num julgamento injusto.
No fim, todos temos a
escolha entre Cristo e Barrabás, entre Cristo e o mundo corrompido e caído,
entre a vida e a morte. “O julgamento é este: que a luz veio ao
mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras
eram más” (Jo 3:19).
Mais de dois mil anos
depois milhares de pessoas continuam escolhendo errado. A natureza humana
continua a mesma que naquele dia terrível, no qual a multidão frenética virou
contra Jesus e gritava: "Crucifica-o!". Escolhem o mundo à Cristo. Por
que as pessoas têm a tendência de preferir as trevas à luz? Esse fato nos fala
sobre a realidade de nossa natureza caída, e sobre nossa necessidade de nos
entregarmos totalmente ao Senhor. Os cristãos modernos precisam fazer escolhas
semelhantes. E Jesus, o Messias deve ser a nossa escolha.
Eu imagino, que se
Barrabás acompanhou a crucifixão de Jesus, o pânico refletido no rosto de
Barrabás quando os terremotos sacudiram Jerusalém e partiram o véu do templo,
quando Jesus expira. Encaminhou-se ele tropeçando em direção ao Gólgota? Se o
fez, teve de olhar no rosto do Salvador. Posso ouvi-lo gritar a confissão
angustiada: “Ó Deus, essa cruz era minha! E Ele a levou por mim!”
A cruz é um sacrifício
substitutivo. Cristo morreu por nossos pecados, em nosso lugar, levando sobre
si a nossa culpa, “para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”
(Jo 3:16). E a exclamação: “Está consumado” (Jo 19:30) tinha um
só significado: O Filho de Deus cumpriu a missão de redimir para a qual o Pai O
enviou (Jo 4:34). Satanás foi derrotado. A vitória sobre o pecado foi
alcançada.
Mas, em vez de remorso,
como o de Barrabás, estamos cheios de gratidão, louvor e amor. “Dando
graças ao Pai, que nos tornou dignos de participar da herança dos santos no
reino da luz. Pois ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para
o Reino do seu Filho amado, em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos
pecados” (Colossenses 1:12-14).
“Sem a cruz não teria o
homem união com o Pai. Dela depende toda a nossa esperança. Daí brilha a luz do
amor do Salvador; e quando ao pé da cruz o pecador contempla Aquele que morreu
para salvá-lo, pode rejubilar-se com grande alegria, pois seus pecados estão
perdoados. Ao ajoelhar-se em fé junto à cruz, alcançou ele o mais alto lugar
que o homem pode atingir” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 209 e 210).
Caro amigo leitor, agradeça
a Deus por esse tão grande sacrifício, aceite essa salvação gratuita que Ele
oferece e não esqueça: Jesus deu a vida, morreu a morte eterna em seu e meu
lugar. A cruz não era dEle. Era de Barrabás, era sua, era minha…
A Cruz afirma o valor
incrível da pessoa humana. “Um ser humano é de valor infinito; seu
preço é revelado pelo Calvário” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 184).
Deus ama de tal forma cada ser humano que Jesus teria morrido até por
um só. Quando obtemos um senso de nosso valor na cruz, podemos evitar os altos
e baixos que atravessamos quando nossa auto-imagem se baseia na apresentação ou
nas opiniões inconstantes de outros. Quando nos virmos sob a luz da Cruz,
desenvolveremos a força para superar o pecado. A confiança para derrotar
Satanás e alegria que vem de saber quem somos. Não admira que Paulo tenha dito:
“Mas
longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo,
pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo” (Gl 6:14).
Não é possível deixar
de imaginar o que houve com Barrabás. Eis um homem diante da morte certa, sem
dúvida imaginando o que seria morrer na cruz. Sua única esperança, que se
achava por um fio, era escapar e levar a vida como um fugitivo. Nem em seus
melhores sonhos ele imaginava ser perdoado, sobretudo em troca de alguém como
Cristo. Então, quando ocorreu o inimaginável, que foi que ele fez? Será que ele
decidiu dedicar a vida a Deus porque tinha recebido a liberdade? Será que ele
se arrependeu e fez boas obras o resto da vida, tentando ser digno de seu bom
nome, ou será que voltou à vida de crimes e degradação? Não sabemos o que
aconteceu com Barrabás depois do julgamento. Nos evangelhos depois dos
acontecimentos da Paixão nada mais encontramos escrito. Existe material na
literatura apócrifa, mas são especulações. Infelizmente, a maior parte das
pessoas hoje não valorizam o dom que Cristo lhes deu. Elas escolhem ou
rejeitá-lo ou aceitá-lo, mas jamais dedicam a vida verdadeiramente a ele.
Eu não sei o que
aconteceu a Barrabás. Mas eu sei de uma coisa: na próxima vez que eu ler as
passagens da crucificação ou vê-las representadas, eu saberei que eu era igual
a ele, morto em ofensas e pecados, destinado à cruz, e exatamente como ele eu
fui solto e libertado pelo sacrifício de Jesus cristo que tomou na cruz não
somente o lugar de Barrabás, mas também o nosso.
Qual Jesus você quer? Jesus
Cristo, que nos amou tanto que morreu em nosso lugar, pagando as penalidades
pelos nossos pecados, assegurando-nos a vida eterna, ou Jesus Barrabás,
representação do mundo que nos oferece prazeres momentâneos, mas não garante
felicidade plena e esperança de vida eterna no povir, e que nos levará a
perdição eterna? A Bíblia diz que esse mundo e suas cobiças são passageiros (1
João 2:17). Você negociaria um pequeno período de tempo de prazer (seja qual
for sua noção de prazer) por uma eternidade de felicidade? A escolha é sua.
Qual Jesus irás seguir? Ser salvo é um ato pessoal, decisivo e é a escolha mais
importante que uma pessoa pode fazer.
No passado Josué instruiu
o Israel antigo, o então povo Deus, a escolher a quem servir. Ele disse: “Se,
porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se
aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses
dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família
serviremos ao Senhor" (Josué 24:15). Sua decisão foi: "...
Quanto a mim e a minha casa serviremos ao Senhor." E você?
Comentários
Postar um comentário