O TRISTE FIM DE NIETZSCHE
Ricardo
André
Muitos têm escrito a
cerca de Deus, de Sua personalidade e de Seus atributos. Teólogos de todas as
tendências têm escritos milhões de páginas acerca de Deus. Filosofaram tanto,
que chegaram a dizer que Deus morreu e que as descobertas científicas
prolongarão a vida humana.
A sabedoria humana tem
se tornado loucura. Os homens escrevem e falam tanto sobre Deus, que chegam a
praticar o erro de dizer aquilo que o Senhor não é, e se esquecem de dizer tudo
o que Ele é. Tentam negar a existência de um Deus que os criou, que os sustenta
e é capaz de salvá-los. Eliminam a Deus de todas as coisas e pretendem resolver
todos os problemas do mundo atual.
A prosperidade, o
progresso da ciência, o aumento dos bens de consumo e a renda dos menos
favorecidos, são a meta de todos no mundo pós moderno. Nada disto, porém,
substitui a necessidade e a importância
de Deus.
Os apóstolos Pedro e
João declararam: “E em nenhum outro há
salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os
homens, pelo qual devamos ser salvos” (Atos 4:12).
Friedrich Wilhelm
Nietzsche foi um homem de uma inteligência privilegiada. Filho de um pastor,
frequentava a escola dominical. O próprio Nietzsche pensou em seguir a carreira
de pastor: entretanto, rejeitou a crença religiosa durante sua adolescência e o
seu contato com a filosofia afastou-o da carreira teológica. Aos dezessete anos
já era professor na Universidade de Basileia (Alemanha). Tornou-se um filósofo
muito famoso e decidiu zombar de Deus e negar a Divindade. Foi o primeiro
filósofo moderno que ousou declara que Deus morreu.
"Deus está
morto!" Foi sua mais célebre proclamação. Como consequência, os homens
deveriam buscar valores que transcendessem a moral convencional divulgada pelo
cristianismo. A grande preocupação de Nietzsche foi criar um super-homem, tão
forte e inteligente que não dependesse de ninguém. Era a ideia da necessidade
da formação de uma nova elite - não contaminada pelo cristianismo e pelo
liberalismo - e que ao mesmo tempo os transcendesse.
Nietzsche teve um
triste fim. Em 1889, com quarenta e quatro anos de idade, ele sofreu um colapso
e uma perda completa de suas faculdades mentais. Enlouqueceu, e na última
viagem que fez, indo para a casa da sua mãe, teve que ser transportado numa
jaula, destinadas às feras. Este foi o fim de um homem que tentou fugir de Deus.
Caro amigo leitor, este
é o fim daqueles que levam a vida alienada de Deus. Sem Deus o seu Criador o
homem não é verdadeiramente feliz, enquanto o homem viver acreditando que nunca
precisará de Deus para ser feliz sua vida não será verdadeiramente completa. Só
aquele que tem autoridade para restaurar um coração aflito pelas dores da vida
pode promover a verdadeira felicidade. Diz as Escrituras Sagradas: “Assim também vós agora, na verdade, tendes
tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa
alegria ninguém vo-la tirará” (João 16:22).
Viver divorciado de
Deus, não ter perdão, ter de conviver com constante sentimento de culpa
significa ser infeliz. O ser humano procura preencher esse vácuo se atirando
nas aventuras mais extravagantes. Tenta fazer carreira, planeja sua vida até
nos mínimos detalhes e busca segurança de todas as formas. Mas em seu coração
continua infeliz. É uma ilusão achar que se pode ser feliz divorciado de Deus. O
caminho para uma vida plena de felicidade e alegria se chama Jesus Cristo e consiste
naquilo que Ele realizou na cruz por nós, que é o perdão dos pecados. “Pois o Reino de Deus não é comida nem
bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo.” (Romanos 14:17) Viver em comunhão com Deus significa ser
feliz. Jesus Cristo diz a todos os que creem. Salmo 1.1: “Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a
conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!” (Salmos 1:1).
Portanto, vá a Cristo
agora mesmo e abra-Lhe o coração e se entregue sem reservas a Ele, e
encontrarás a felicidade e o significado para a sua vida.
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