IDENTIFICANDO A IGREJA REMANESCENTE DA PROFECIA BÍBLICA – PARTE III
Por Wilson Borba*
As
características do povo que tem por missão manter erguida a verdade até os
últimos dias da história
Neste artigo serão
apresentadas mais características da Igreja Remanescente. Recomendo fortemente
ao prezado leitor que, antes, leia os dois artigos anteriores:
Identificando
a Igreja Remanescente da profecia bíblica – Parte I
Identificando
a Igreja Remanescente da profecia bíblica – Parte II
A Igreja Remanescente
da profecia bíblica será fiel a Cristo, à Sua eterna Aliança e ao Evangelho
eterno. Como resultado, atrairá e enfrentará a ira de Satanás. O remanescente
deve ter as Escrituras como a suprema regra de fé e prática para o cristão, e
basear suas doutrinas na Bíblia completa (Isaías 8:20; Mateus 4:4, 7, 10; 5:18;
Lucas 24:27; 2 Timóteo 3:16, 17; 2 Pedro 1:19-21; Apocalipse 12:1). [1] Em
acordo com estes princípios, os adventistas do sétimo dia descobriram nas
Escrituras um “completo sistema de fé e uma linha de práticas”. [2]
Especialmente “Daniel e
Apocalipse constituem a base da compreensão que o adventismo tem de si mesmo”.
[3] Estes livros são apresentados no “contexto da cosmovisão bíblica do conflito
cósmico”. [4] A propósito, Apocalipse 11:19 a 14:20 é apontado como a seção do
grande conflito entre Cristo e Satanás. [5] O capítulo 11:19 é a “cena
introdutória”. [6] O capítulo 12 é um resumo do grande conflito desde o início
da rebelião de Satanás, a transferência da controvérsia para a Terra, a vitória
de Cristo e a guerra final contra o fiel remanescente que “guarda os
mandamentos de Deus e mantém o testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17). Já os
capítulos 13 e 14 descrevem como será essa guerra. Mas voltemos à cena
introdutória.
“Abriu-se, então, o
santuário de Deus que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu
santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, terremoto e grande saraivada”
(Apocalipse 11:19). Que tremenda referência à arca da aliança do novo concerto
no Santuário celestial! Dentro da arca, no antigo concerto, era guardada a
sagrada Lei de Deus, os Dez Mandamentos (Êxodo 31:18; Deuteronômio 10:5).
Portanto, Apocalipse 11:19 apresenta claramente a existência do Santuário do novo
concerto no céu, a vigência da aliança eterna de Deus com Seu povo, a
perpetuidade da Lei de Deus, inclusive a vigente santidade do sábado do quarto
mandamento (Hebreus 13:20; Êxodo 20:1-20; Isaías 56:4-7; Apocalipse 14:7).
Lei
imutável
Deus ainda requer
obediência a todos os mandamentos de Sua Lei, porque “são as palavras da
aliança, as dez palavras” (Êxodo 34:28; Hebreus 9:1-4; 13:20; 10:16-18; 1João
2:4; 5:3; Apocalipse 12:17; 14:12). A centralidade da Lei divina na aliança é
atacada por Satanás como “ponto pivotal” do grande conflito, pois Satanás “está
em guerra com a lei de Deus, a qual é o fundamento do governo divino no Céu e
na Terra” [7] (João 16:44; 1João 2:4; 3:4; Apocalipse 12:17). Satanás guerreia
contra a Igreja Remanescente, pois ela foi comissionada a pregar o Evangelho
eterno da salvação em Cristo e convidar pessoas de todas as nações para também
entrar no vínculo da santa aliança de guardar todos os mandamentos de Deus pela
fé no Senhor e Salvador Jesus Cristo. Somente estes são chamados na Bíblia de
“seguidores do Cordeiro por onde quer que vá” (Apocalipse 14:6-12, 4).
Portanto, o Evangelho
eterno e a eterna Lei de Deus não são mutuamente antagônicos nem excludentes
(Gênesis 26:5; Salmo 119:142; Mateus 5:18-27; Romanos 3:31; Gálatas 3:6-8;
Apocalipse 12:17; 14:12). A Lei de Deus é “santa, justa e boa” e não rivaliza
com o Evangelho, pois sua função não é salvar, mas definir o pecado (Romanos
7:7, 12). [8] Por sua vez, o Evangelho eterno engrandece a eterna Lei revelando
Cristo e Seu sacrifício como única e definitiva solução divina para o pecado
(Apocalipse 14:6; 13:8; 1 João 3:4; Romanos 3:22-25, 31; 1 João 3:4; 4:10). Por
sua fidelidade em viver e proclamar as verdades para este tempo, o remanescente
atrairá a ira de Satanás e dos “homens que amam as fábulas que ele imaginou”
(2Timóteo 3:12). [9] Mas não temos o que temer, porque o “Cordeiro os vencerá,
pois é Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os eleitos e fieis
que se acham com Ele” (Apocalipse 17:14; Daniel 7:27).
A Igreja Remanescente
da profecia bíblica tem seu sistema doutrinário integrado pelos conceitos da
purificação do Santuário (Daniel 8:14) e das três mensagens angélicas de
Apocalipse 14:6-12. [10] “O assunto do Santuário foi a chave que desvendou o
mistério do desapontamento de 1844” e “revelou um conjunto completo de
verdades, ligadas harmoniosamente entre si”. [11] Como os primeiros discípulos
pela fé seguiram Jesus em Sua ascensão até o lugar santo do Santuário celestial
(Hebreus 8:1, 2; 4:12), nossos pioneiros seguiram Jesus ao lugar santíssimo do
mesmo Santuário (Apocalipse 14:4; 11:19). [12]
Uma
questão de adoração
Viram que as mensagens
dos três anjos “apontavam o caminho para o Santuário celestial” [13] e "a
teologia do Santuário como proclamada na estrutura escatológica das três
mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12". [14] A propósito, “tanto a
mensagem como a missão profética da Igreja Remanescente é apresentada em
Apocalipse 14:6-12”. [15] Notavelmente, os conceitos da purificação do Santuário
celestial (Daniel 7:9-14; 8:13, 14; Levíticos 16 e 23; Hebreus 9:23) e das três
mensagens angélicas (Apocalipse 14:6-12) integram em Cristo o sistema
doutrinário da Igreja Remanescente. [16] Jesus, o Autor das mensagens e centro
da nossa esperança, está oficiando no Santuário (Hebreus 8:1, 2; Apocalipse
3:8; 11:19). A mensagem do primeiro anjo é parte integrante do Evangelho eterno
do "Cordeiro de Deus que foi morto desde a fundação do mundo” [17] e
ensinada nos sacrifícios e rituais simbólicos do Santuário terrestre
(Apocalipse 13:8; Gênesis 22:8; João 8:56; Gálatas 3:8; Hebreus 8:5). [18]
Esse anjo anuncia a
chegada do juízo investigativo pré-advento realizado por Cristo no santíssimo
do Santuário celestial, cujo encerramento será antes de Seu retorno iminente,
pessoal e pré-milenial à Terra (Apocalipse 14:6, 40; Atos 24:25; Romanos 14:10;
2Coríntios 5:10). Esse juízo é o mesmo anunciado em Daniel 7:9-14. [19] Em
termos religiosos é a purificação do Santuário, conforme Daniel 8:13 e 14
(Levíticos 16:29-34; 23:26-32; Hebreus 9:23, 27-28). [20]
Adoração é o ponto
focal em Apocalipse 13 e 14, onde aparece por sete vezes o verbo adorar. O
primeiro anjo confronta a adoração à besta com o imperativo “adorai Aquele que
fez o céu, a terra e o mar” (Apocalipse 14:7, 9-11). As palavras em itálico são
parte do mandamento do sábado da Lei de Deus, na arca da aliança em Apocalipse
11:19 (Êxodo 20:8-11; 31:18). Já a expressão “fontes das águas” em Apocalipse
14:7 lembra Gênesis 7:11 e o juízo sobre o mundo ímpio da antiguidade. A
adoração a Cristo como Criador, no conflito final, implica a guarda de todos os
mandamentos, inclusive o sábado do quarto mandamento (João 1:1-3; Apocalipse
14:12). Somente o Deus Criador deve ser adorado (Êxodo 20:3, 8-11). E porque
Ele é eterno, Sua Lei, Sua aliança e Seu sábado permanecerão eternamente
(Hebreus 13:8; 1 João 5:20; Salmo 119:142; Isaías 56:4-6; 65:22, 23; Hebreus
13:20).
“A mensagem do segundo
anjo foi pregada primeiro pelo movimento adventista conhecido como milerismo,
no verão de 1844, sendo aplicada às igrejas que rejeitaram a mensagem do
primeiro anjo a respeito do juízo”. [21] Assim como a mulher de Apocalipse 12
representa a Igreja de Cristo (Apocalipse 12:17; 19:7, 8; 22:17; 2Coríntios
11:1, 2; Efésios 5:23, 24), a mulher desprezível de Apocalipse 17, e citada em
Apocalipse 14:8, é símbolo da “Igreja apóstata”, infiel à Lei de Deus. [22]
Embora consecutivas, as três mensagens angélicas são conectadas entre si em uma
“tríplice mensagem”. Por isso, “todas as três mensagens devem ainda ser
proclamadas”. [23]
Finalmente, o terceiro
anjo dá “a derradeira mensagem de advertência ao mundo”, para os homens verem
“a importância que o Senhor dá à Sua lei”. [24] Este anjo amplia o tema da
adoração, advertindo os homens quanto a adorar à besta e receber seu sinal.
[25] E aponta novamente para o santíssimo do Santuário celestial ao apresentar
os que rejeitam a adoração à besta: “Aqui está a perseverança dos santos, os
que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12; 11:19).
O poder denominado “besta” em Apocalipse 13 e 14 é o mesmo chamado de “chifre
pequeno” em Daniel 8:9-12, e “homem do pecado” em 2 Tessalonicenses 2:3 e 4.
Este sistema apóstata de adoração já tem guerreado contra o Santuário de Deus
que está no céu, mas no conflito final, por meio de uma falsa aliança, atacará
o sábado e a adoração ao único Deus Criador (Apocalipse 13:8-10; 14:7; 16:13,
14). Este poder expandirá a guerra impondo por lei seu sinal de autoridade
(Apocalipse 14:9) em lugar do sinal da autoridade do Criador, o sábado do
quarto mandamento. “Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre
mim e vós, para que saibais que Eu Sou o Senhor vosso Deus” (Ezequiel 20:20;
Apocalipse 11:19; 14:12). “De todos os dez preceitos, só o quarto contém o selo
do grande Legislador, Criador dos céus e da Terra”. [26]
Mensagem
para este tempo
Nas Escrituras, a
verdadeira guarda do sábado é o sinal de lealdade a Deus para todos (Ezequiel
20:20; Isaías 56:2-7). Já a observância do domingo é o sinal da autoridade da
Igreja de Roma, ou “o sinal da besta”. [27] “Logo, a observância ao domingo
será o sinal, mas isso só ocorrerá quando o poder da besta for reavivado e a
observância do domingo no lugar do sábado se tornar lei”. [28] Embora seja uma
terrível advertência, “a terceira mensagem angélica é a mensagem do evangelho
para os últimos dias”. [29] Ela convida “o povo para receber a justiça de
Cristo, que se manifesta na obediência a todos os mandamentos de Deus” (Apocalipse
14:12). [30]
A verdade presente da
tríplice mensagem angélica conecta o ministério celestial de Cristo, a
perpetuidade da Lei de Deus e do sábado, a segunda vinda de Cristo, a
imortalidade condicional da alma e o dom de profecia (Apocalipse 11:19; 14:14,
13; 19:10). [31] Considerando que as palavras
τὴν πίστιν Ἰησοῦ em Apocalipse 14:12 podem ser traduzidas tanto por “fé
em Jesus” como “fé de Jesus”, “o povo remanescente de Deus é caracterizado por
uma fé semelhante àquela que Jesus possuía. Eles refletem a inabalável
confiança de Jesus em Deus e na autoridade das Escrituras”. [32] Isto inclui,
no sistema doutrinário da Igreja Remanescente, a totalidade dos ensinos das
Escrituras.
Os adventistas do
sétimo dia creem que são a Igreja remanescente da profecia bíblica. [33] O item
13 do compromisso descrito no Certificado de Batismo declara: “Aceito e creio
que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é a Igreja Remanescente da profecia
bíblica e que pessoas de toda nação, raça e língua são convidadas a fazer parte
de sua comunhão e são nela aceitas”.
É evidente que “a
missão não pode existir sem mensagem, e a mensagem não pode existir sem missão”.
[34] Cabe à Igreja Remanescente fazer poderosos apelos inclusivos a todos os
sinceros filhos de Deus que ainda estão em Babilônia, para aceitar “as marcas
bíblicas identificadoras através das mensagens dos três anjos (Apocalipse
14:6-12) e o convite final (18:1-4). O último convite é um chamado para “meu
povo” (palavras de Deus) vir e unir-se ao remanescente visível escatológico”.
[35] Os adventistas têm o dever de verdadeiramente viver, e anunciar em alto
clamor a tríplice mensagem divina global “aos que se assentam sobre a terra, e
a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6-12; 18:1).
Referências:
[1] Nisto cremos. 10ª
ed., Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2020, p. 11.
[2] WHITE, Ellen G.
Mente, caráter e personalidade. 4ª ed., Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira,
2013, v. 2, p. 784.
[3] JOHNSSON, William
G. “La victoria escatológica de los santos sobre las fuerzas del mal”, en
Simposio sobre Apocalipsís – II, editado por Frank B. Holbrook, 1ª ed., Doral,
FL: Asociación Publicadora Interamericana, 2011, p. 5.
[4] GULLEY, Norman R.
Sistematic theology: The church and the last things. Berrien Springs, MI:
Andrews University Press, 2016, p. 4.
[5] MAXWELL, C. Mervyn.
Uma nova era segundo as profecías do apocalipse. 3ª ed., Tatuí, SP: Casa
Publicadora Brasileira, 2012, p. 318.
[6] Ibídem, p. 168,
169.
[7] WHITE. Fé e obras.
Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1981, p. 25.
[8] KNIGHT, George R.
Por la ruta de romanos. Miami: Asociación Casa Editora Interamericana, 2003, p.
173.
[9] WHITE. O grande
conflito. 43ª ed., Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 132.
[10] TIMM, Alberto R. O
santuário e as três mensagens angélicas. 5ª ed., Engenheiro Coelho, SP:
Unaspress, 2009, p. 1.
[11] WHITE. O grande
conflito. p. 422. Para estudar o tema do Santuário ver: SOUZA, Elias Brasil de.
O santuário celestial no Antigo Testamento. Santo André, SP: Editora Academia
Cristã, 2015; HOLBROOK, Frank B. O sacerdócio expiatório de Jesus Cristo, 1ª ed.,
Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013; HOLBROOK, Frank B. À luz de
hebreus. 2ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2013; GOLDSTEIN, Cliford.
1844. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000.
[12] SCHWARZ, Richard
W. e GREENLEAF, Floyd. Portadores de luz. 2ª ed., Engenheiro Coelho, SP:
Unaspress, 2016, p. 63-83.
[13] WHITE. Spiritual
gifts. Ellen G. White Estate, 1858, 1:165.
[14] TIMM. O santuário
e as três mensagens angélicas, p. 247.
[15] CANALE, Fernando.
“On Being the Remnant”, em Journal of the Adventist Theological Society. 24/1,
Seventh-day Adventist Theological Seminary Andrews University, 2013, 168. Para
estudar mais o tema ver: LARONDELLE, Hans K. "O Remanescente e as Três
Mensagens Angélicas”, editado por Raoul Dederen em Tratado de teología
adventista do sétimo dia. 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011,
p. 949-987.
[16] TIMM. O santuário
e as três mensagens angélicas. p. 1, 117, 121.
[17] WHITE. O grande
conflito. p. 312.
[18] Para um estudo
sobre o ritual do Santuário ler: ANDREASEN, M. L. O ritual do santuário. 3ª ed.
Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1983.
[19] MAXWELL. Uma nova
era segundo as profecias do apocalipse, p. 107-198; RODRIGUEZ, Angel Manuel.
“Santuário”, em Tratado de teologia adventista do sétimo dia, p. 421-466.
[20] Para um estudo
mais detido sobre o juízo investigativo pré-advento ver: WHITE. O grande
conflito, 423-432, 479-491; HASEL, Gerhard F. “Julgamento Divino”, em Tratado
de teologia adventista do sétimo dia. editado por Raoul Dederen, p. 904-948.
[21] NICHOL, Francis D.
Comentário bíblico adventista do sétimo dia. 1ª ed., Tatuí, SP: Casa
Publicadora Brasileira, 2014, v. 7, p. 917.
[22] WHITE. O grande
conflito, p. 381; MAXWELL. Uma nova era segundo as profecias do apocalipse, p.
379.
[23] WHITE. Eventos
finais. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, p. 199.
[24] WHITE.
Evangelismo. 3ª ed., Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 225.
[25] Para um estudo
sobre este assunto ver: WHITE. O grande conflito, p. 433-460; Maxwell, Uma nova
era segundo as profecias do apocalipse, p. 321-433.
[26] WHITE. Testemunhos
para a igreja. 1ª ed., Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, v. 6, p. 350.
[27] WHITE. O grande
conflito. p. 448.
[28] Comentário bíblico
adventista do sétimo dia. v. 7, p. 910.
[29] WHITE. Conselhos
sobre saúde. 4 ed., Tatuí, São Paulo, Casa Publicadora Brasileira, 2013, p.
524.
[30] WHITE.
Evangelismo, p. 190. Para ler sobre a doutrina da justificação pela fé ver:
BORBA, Wilson. “Justificação pela fé: sete verdades fundamentais” em Revista
Norteteológico. Seminário Adventista Latino Americano de Teologia- Faama, 2012,
p. 69-101.
[31] TIMM. O santuário
e as três mensagens angélicas, p. 254.
[32] Nisto cremos. p.
216.
[33] GOLDSTEIN,
Clifford. El remanente: ¿realidad bíblica o ilusión sin base?. Buenos Aires:
Asociacion Casa Editora Sudamericana, 1995, p. 13.
[34] CANALE, p. 168.
[35] GULLEY. Sistematic
theology: The church and the last things, p. 473.
*Wilson Borba é Bacharel em Teologia pelo Centro
Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus São Paulo. Possui
mestrado e doutorado na mesma área pelo Unasp, campus Engenheiro Coelho, e pela
Universidade Peruana Unión (UPeU). Ao longo de seu ministério foi pastor
distrital, diretor de departamentos, professor e diretor de seminários de
Teologia da Igreja Adventista na América do Sul. Atualmente serve como pastor
distrital no interior de São Paulo.
FONTE:
Noticias
Adventistas
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