ENTENDENDO MEUS AMIGOS JUDEUS
Alexander (Sasha) Bolotnikov*
Como povo, os judeus
rastreiam a sua origem até Davi, Moisés e Abraão. Sua antiga pátria é a Judeia,
atualmente conhecida como Estado de Israel. Os judeus partilham de uma língua
comum, o hebraico. Depois que os romanos recuperaram Jerusalém e destruíram o segundo
templo, em 70 d.C., os judeus foram dispersos por todo o mundo e sofreram a
perseguições e massacres generalizados. A pior de todas essas destruições
étnicas em massa ocorreu na Alemanha nazista, entre 1933 e 1945, quando
aproximadamente seis milhões de judeus foram exterminados. Durante esse tempo,
mesmo tendo alguns judeus alemães mudado de religião, unindo-se às várias
igrejas cristãs, a máquina racial de Hitler ainda os procurava para fazer o
extermínio. Antes de Hitler, a origem étnica era o principal fator na política
antissemítica do império russo, e depois na URSS. Os pogroms (motins
antissemitas), que ocorreram de 1883 a 1913, levaram muitos judeus do leste da
Europa a imigrarem para os Estados Unidos1. Com isso, cerca de 70%
dos judeus norte-americanos hoje são asquenazitas [ou asquenazes], com raízes
no Império Russo.
QUEM
SÃO OS JUDEUS DE HOJE?
Frequentemente, quando
as pessoas pensam nos judeus, pensam nos judeus piedosos dos dias de Jesus ou
nos judeus religiosos que elas viram usando chapéus e casacos pretos compridos.
Sim, eles são judeus, mas os judeus ortodoxos e ultraortodoxos representam de
15 a 20% dos judeus em todo o mundo.2 Eles são a minoria. Três
grupos étnicos judeus distintos foram formados após a destruição do segundo
templo: os judeus asquenazitas, os judeus sefarditas (ou sefaraditas) e os
judeus mizrahins. Os asquenazitas são em sua maioria judeus de fala iídiche,
originários da Europa Oriental; os judeus sefarditas são originários em grande
parte da Espanha e Portugal e os judeus mizrahins são do Oriente Médio e Norte
da África.
Os judeus asquenazitas
são aqueles que fugiram da perseguição romana e foram morar nas proximidades do
Rio Reno, na Alemanha, por volta do Terceiro Século. A partir de então, eles se
espalhara pela parte oriental da Europa Medieval. Nessa época, as perseguições,
expulsões e cruzadas fizeram com que a maioria dos judeus fossem para a
Polônia. Em 1975, a maior parte da Polônia foi ocupada pelo Império Russo.
Quase um milhão de poloneses judeus se tornaram súditos indesejados dos czares
russos,3 que os trataram como cidadãos de segunda classe. Isso gerou
uma imigração em massa de judeus para a América do Norte e a Palestina.4
A igualdade de direitos concedida aos Judeus russos remanescentes, após a revolução
comunista de 1917, teve pouca duração. Depois da Segunda Guerra Mundial, o
governo comunista tornou-se antissemita; como resultado, os judeus que ficaram
na União Soviética tinham acesso limitado aos empregos e ao Ensino Superior.
Isso causou uma segunda onda de imigração para os Estados Unidos e Israel nos
anos 70 e 80. Os judeus soviéticos também imigraram para a Alemanha na década
de 90.
Nas décadas de 1930 e
1940, o Holocausto ceifou a vida de aproximadamente seis milhões de judeus
asquenazitas da Europa, de Leste a Oeste. Devido a muitos sobreviventes não
terem conseguido voltar para as suas casas, eles emigraram para Israel ou para
a América do Norte.
Os judeus sefarditas se
estabeleceram na Península Ibérica a partir do Segundo Século. A conquista
muçulmana da Espanha no Século Oitavo, curiosamente, deu início à época áurea
do judaísmo espanhol, que terminou no Século 14, durante a Reconquista. Os
governantes árabes da Espanha eram tolerantes com os judeus. Entretanto, no
final do Século 15, os reis cristãos expulsaram todos os muçulmanos da
Península Ibérica; juntamente com essa expulsão, veio também o ódio dos
governantes cristãos para com os judeus. Esse ódio contra os judeus forçou
muitos deles a se converterem ao cristianismo, ou a enfrentarem a execução.
Muitos dos judeus sefarditas que se recusaram a se converter ao cristianismo
fugiram para o Império Otomano e se fixaram no Norte da África, Grécia e
Turquia. Entretanto, os judeus hispanos e portugueses, que decidiram se
converter ao catolicismo, tornaram-se vítimas da Inquisição, que estava
encarregada de provar a “sinceridade” de sua conversão. Qualquer judeu que
fosse suspeito de “conversão insincera” tornava-se sujeito à prisão e tortura,
e até mesmo à morte. Para escapar dessa situação, muitos judeus conversos
fugiram para a América do Sul, onde viviam o estilo de vida católico. Alguns
deles, porém, continuaram a praticar o judaísmo secretamente. Hoje, muitos
cristãos sul-americanos acreditam que seus antepassados foram forçados a se
converterem ao cristianismo e estão retornando à prática da fé judaica.
Depois da fundação do
Estado de Israel, em 1948, e com a escalada do conflito árabe-israelense, a
maioria dos judeus sefarditas do norte da África e da Turquia foram repatriados
para Israel ou imigraram para a França. O recente aumento do antissemitismo na
França levou muitos judeus a pedirem a repatriação para Israel.
Os judeus orientais, também conhecidos como os judeus mizrahins, representam os descendentes daqueles que não retornaram do exílio babilônico e se estabeleceram no território do atual Irã, Iraque, Iêmen e Uzbequistão. Em meados do Século 20, cerca de 75% dos judeus iraquianos emigraram para Israel. Após a revolução islâmica, em 1979, a maioria dos judeus iranianos foram repatriados para Israel, enquanto os restantes migraram para os Estados Unidos e a Europa. A maioria dos judeus bukharan, do Uzbequistão, também retornaram para Israel na década de 1990, embora alguns deles tenham se estabelecido nos Estados Unidos. Assim, podemos constatar que o povo judeu está em toda parte e não são de um mesmo padrão de tamanho ou cor. Eles são “O Povo Errante”, como frequentemente são chamados.
A
FÉ E O ESTILO DE VIDA JUDAICOS
O judaísmo, da forma
como conhecemos hoje, surgiu no Segundo Século, após a destruição do segundo
templo. No entanto, suas raízes se estendem até as tradições orais ensina- das
pelos rabinos, já antes da existência do segundo templo. Os registros dos
evangelhos mostram que, embora Jesus Se opusesse a algumas das tradições orais
do judaísmo (Marcos 7:3-7), Suas interpretações relacionadas às Escrituras
geral- mente estavam de acordo com aquelas que eram dadas pelos primeiros
rabinos (Mateus 23:2, 3). Muitos estudiosos judeus modernos que analisam os
ensinos de Jesus reconhecem que Seus principais conceitos e princípios estão de
acordo com aqueles que são ensinados no judaísmo.5
Depois do Oitavo
Século, a “Torá Oral” das tradições jurídicas e éticas foi codificada no
Talmude (uma compilação das tradições jurídicas judaicas), enquanto a tradição
de interpretação das Escrituras foi compilada no Midrash (uma compilação das
narrativas rabínicas, sermões e interpretações das Escrituras). O Talmude
babilônico tornou-se a base para os vários códigos da Lei Medieval. Esses códigos
de lei, em especial aquele conhecido como o Shulkhan Arukh, tornaram-se a base
do que hoje conhecemos como o judaísmo ortodoxo clássico. Muitos princípios
éticos e religiosos do judaísmo tradicional surgiram sob a coação da
perseguição que os judeus sofreram na Europa durante a Idade Média. A era do
Iluminismo trouxe a emancipação para as comunidades judias da Europa Ocidental
e, com ela, veio o desejo de reconsiderar os princípios desenvolvidos sob a
condição do Gueto Medieval. Assim nasceu o Movimento Reformista que, por sua
vez, causou a divisão entre os ramos tradicionais e progressistas do judaísmo
no Século 19.
Existem, atualmente, vários ramos do judaísmo: o ortodoxo, que está dividido em ultraortodoxo (que também se divide no hassídico e no yeshivish, no ortodoxo moderno e no ortodoxo aberto), conservadores, reformistas, reconstrucionistas e humanistas. Enquanto os seguidores dos dois primeiros ramos aderem estritamente aos ensinos dos rabinos medievais, os ramos progressistas se esforçam de diferentes maneiras para adaptar o judaísmo às realidades modernas. Os judeus ortodoxos acreditam que todos os mandamentos da Torá devem ser observados assim como são interpretados pela tradição oral. Os judeus reformistas acreditam que a Torá, a Mishnah, o Talmude e o Midrash devem ser interpretados no contexto dos dias de hoje. O judaísmo conservador esforça-se por conservar o patrimônio da Bíblia hebraica para o judeu moderno, enquanto os defensores do judaísmo reconstrucionista e do humanista valorizam as tradições judaicas, mas procuram encontrar a maneira de aplicar os princípios à vida contemporânea. Eles não veem nenhuma necessidade da Escritura na sociedade judaica.7
O judaísmo ortodoxo
tradicional é popular hoje entre a maioria dos judeus sefarditas e orientais.
Os judeus hassídicos são originários principalmente do leste da Europa. A
maioria deles se fixou nas comunidades unidas de Nova Iorque e de Israel. A
maioria dos judeus dos Estados Unidos e da Europa Ocidental seguem as tradições
reformistas e conservadoras. Muitos judeus em Israel são da linha secular e não
se associam a nenhuma tradição. Pelo fato de as comunidades ultraortodoxas não
apoiarem o Ensino Superior, a maioria dos judeus que prosseguem sua carreira
nas universidades seriam aqueles cujas famílias tendem para o judaísmo
progressista ou aqueles que simplesmente se tornaram seculares. Em muitos campi
universitários existem as casas Hillel que fazem parte de um ministério de
campus dirigido pelo Movimento Reformista [judaico]. O objetivo desse projeto é
ajudar os estudantes judeus a se manterem conectados com a cultura judaica.
Entretanto, um movimento ortodoxo conhecido como Chabad também desenvolve um
ministério em muitas universidades com o objetivo de incentivar os judeus
seculares a seguirem os preceitos religiosos do judaísmo.
Ao contrário do
cristianismo, o judaísmo não é uma religião de credos, mas uma religião de
atos.8 Isso quer dizer que o judaísmo se concentra mais nas ações do
que nas crenças. Assim, a ética ou a maneira em que um judeu deve observar os
mandamentos da Torá é mais importante que as crenças da pessoa sobre a vida
após a morte ou a salvação. Por essa razão, até mesmo os judeus ortodoxos
tolerariam percepções divergentes sobre esses assuntos, embora mantendo absoluta
uniformidade quanto às suas formas de observar os mandamentos.
Uma diferença
fundamental entre o cristianismo e o judaísmo está em sua compreensão sobre
Deus. Durante milênios, os judeus têm recitado as palavras: “Ouça, ó Israel, o
Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor” (Deuteronômio 6:4)9 como a
sua principal oração para afirmar a unidade de Deus. Portanto, a afirmação
cristã de três Pessoas da Divindade parece aos Judeus como sendo uma crença em
três deuses. De acordo com o que diz Maimonides, uma das maiores autoridades no
judaísmo medieval, Deus é absolutamente único e não Se assemelha com nada nem
com ninguém.10 Por outro lado, desde o início do judaísmo, os
rabinos têm visto Deus como um Ser muito remoto e transcendente.11
A tradição judaica sempre afirmou que Deus deu a Torá a Moisés no Monte Sinai, e ela foi transmitida através das gerações aos sábios rabinos, que são aqueles que têm a autoridade absoluta para interpretá-la. Essa tradição oral ensina que Deus delegou a compreensão da Torá totalmente aos rabinos e que Ele mesmo não tem qualquer direito de intervir nesse processo. Com base nessa compreensão tão arraigada da tradição e também devido ao trauma do Holocausto, até mesmo um judeu bastante religiosos não tem uma percepção de Deus como Alguém que esteja preocupado com os seus problemas pessoais do dia a dia. Uma compreensão deísta de Deus, como Alguém que iniciou o processo e que agora observa tudo do Céu, é muito típica do judaísmo. Os ortodoxos, e em especial os judeus ultraortodoxos, estão à espera do Messias que irá restaurar o templo.12 Os judeus progressistas já não ensinam mais essa doutrina.13
A identidade judaica é
um fator muito importante nos círculos modernos, reformistas, conservadores e
seculares do judaísmo. Os rabinos progressistas ensinam que, se um judeu, seja
homem ou mulher, aceita a Jesus, já não é mais considerado como sendo um judeu.14
Para eles, os judeus que aceitam a Jesus colocam em risco a sua identidade e
ameaçam a sobrevivência das comunidades judaicas em todo o mundo. O sábado, ou
shabbat, fundamental da identidade do judaísmo. Ao contrário dos cristãos, os
judeus não observam nada por causa da salvação, mas sim para a preservação da
autoidentificação. Os feriados judaicos, como o Purim, a Páscoa, Rosh Hashanah,
Yom Kippur, Hanukkah unem os judeus como um povo possuidor de uma rica
história.sempre foi o marco
O QUE OS JUDEUS E OS
ADVENTISTAS TÊM EM COMUM
Indubitavelmente, o
judaísmo e o adventismo partilham de uma forte convicção na imutabilidade da
Lei de Deus e a observância do sábado. Durante o tempo em que estudei em
instituições de Ensino Superior, descobri que os adventistas e os judeus podem
aprender muito uns com os outros. Assim como os adventistas pregam a mensagem
da esperança na Segunda Vinda de Cristo, que conduzirá à vida na eternidade, os
judeus possuem a experiência histórica única de serem guiados pelos princípios
dos mandamentos divinos aqui e agora, baseados nos princípios da Torá. Cada
grupo se beneficiaria do foco enfatizado pelo outro. Os judeus que sabem como
viver uma vida guiados pela Torá necessitam de esperança e segurança no mundo
vindouro, enquanto os adventistas, que aguardam ansiosamente um Novo Céu e uma
Nova Terra, necessitam entender como ser guiados pelos princípios da Torá
agora.
Em nível teológico, os
adventistas e os judeus partilham da mesma compreensão dos símbolos-chave
apresentados no Dia da Expiação. Por exemplo, enquanto todos os cristãos
acreditam que Cristo é simbolizado pelo bode vivo sobre o qual o sumo sacerdote
confessa os pecados do povo (Levíticos 16:21, 22), os judeus15 e os
adventistas concordam que o bode expiatório representa Satanás. A compreensão
adventista de que o Povo de Deus está sendo selado (Apocalipse 7) no Livro da
Vida, durante o Juízo, é também partilhado pelo judaísmo. Todos os anos, no
Rosh Hashanah (o Ano Novo judaico), os judeus desejam uns aos outros uma “Boa
Inscrição” e o “Selamento” [no Livro da Vida]. No Yom Kippur (o Dia da
Expiação), eles se cumprimentam desejando uns aos outros que sejam selados.
COMO
SER UM BOM AMIGO DE UM JUDEU
Muitos têm amigos
judeus ou conhecem algumas pessoas judias. É importante não ter segundas
intenções ao fazer amizades com eles ou ao testemunhar de sua fé para eles. Os
judeus não gostam de ser alvos de evangelismo. Com os relatos de conversões
forçadas e de perseguição por parte dos cristãos, o proselitismo não é
normalmente bem visto pelos judeus. Em vez disso, demonstre o seu
relacionamento com um Deus amoroso, pessoal, um Deus que cuida de você, que
responde às suas orações e que o dirige em toda a sua vida. Seja uma pessoa
simpática e compreensiva para com as questões relacionadas ao antissemitismo e
ao Holocausto. Devido a alguns acontecimentos infelizes, muitas pessoas hoje
toleram a retórica antizionista e os boicotes. O antizionismo é simplesmente
uma forma diferente de antissemitismo. Fique do lado de seus amigos judeus,
seja um defensor deles e manifeste seu apoio a eles. Mantendo-se fiel a Jesus
como seu Salvador e demonstrando sincero cuidado por seus amigos judeus, você
pode fazer muito para recuperar a confiança que foi quebrada entre o
cristianismo e o judaísmo.
*Alexander
(Sasha) Bolotnikov (PhD em Estudos Hebraicos e Cognatos
pelo Hebrew Union College, Cincinnati, Ohio, EUA), serve atualmente como
diretor para o Shalom Learning Center na Divisão Norte Americana dos
Adventistas do Sétimo Dia. É também pastor da House of Peace Adventist Church,
em Vancouver, Washington, EUA. E-mail: Alexander_bolotnikov@icloud.com ou
alexander_bolotnikov@me.com.
NOTAS
E REFERÊNCIAS
1. ila Orbach, Rússia,
in Fred Skolnik, ed., Encyclopedia Judaica, vol. 17 (Thomson & Gale, 2007),
534 – 535. Ver também: Zvi Gitelman, A Century of Ambivalence: The Jews of
Russia and the Soviet Union, 1881 – Present, (Indiana University Press, 1988),
1-59.
2. David Biale, David
Assaf, Benjamin Brown, Uriel Gellman, Samuel Heilman, Moshe Rosman, Gadi Sagiv
and Marcin Wodzinski, Hasidism: a New History (Princeton University press:
2018), 755.
3. Ashkenaz, em Fred
Skolnik, ed., Encyclopedia Judaica, vol. 1, (Thomson & Gale, 2007),
569-571. Ver também: Haim Hillel Ben-Sasson, Alemanha, in Fred Skolnik, ed.,
Encyclopedia Judaica, vol. 7, (Thomson & Gale, 2007), 518-519.
4. Dubnow, S. M.,
Istoria Yevreev v Yevrope on nachala ih poseleniya do kontsa xviii veka
(History of the Jews in Europe: from the beginning of their settlement to the
end of xviii century), vol. 1 (Moscow: Mosty Kultury, 2003), 24-38.
5. Abraham Geiger,
Judaism and Its History (Sydney: Wentworth Press, 2019); Isidore Epstein,
Judaism (Penguin Books, 1983).
6. H. L. Strack e
Gunter Stemberger, Introduction to the Talmud and Midrash, (Fortress press,
Minneapolis: 1992). Ver também Julius Kaplan, The Redaction of Babylonian
Talmud, (Makor Publishing, 7Jerusalem: 1993).
7. Stephen Wylen,
Settings of Silver: an Introduction to Judaism, (Paulist Press, 1989), 261-296.
8. Henry Abrahamson,
Jewish History and Historians: Essential Lectures on Jewish History
(https://www.youtube.com/watch?v=IcsuYXEhfz8&list=P
LdiAQwLyKa8Lnfv7WLEohwn0N2PwtRvQs).
9. A menos que de outra
forma indicado, as referências bíblicas deste artigo foram citadas da Nova
Versão Internacional da Bíblia Sagrada.
10. Moses Maimonides,
The Guide to Perplexed, (University of Chicago Press: 1963) vol. 1, 20-51.
11. Ver como exemplo:
Babylonian Talmud, Hagiga 13b
12. Ver como exemplo:
Rabbi Menachem M Schneerson, The Sound of the Great Shofar (Kehot Publication
Society: Brooklyn, NY, 1992) 71-76; Pinchas Polonskiy, Rav Cook-Kabbala i Novyy
Etap v Razvitii Iudaizma (Rav Cook: Kabballah and the New Stage in the Development
of Judaism).
13. Embora o livro de
orações ortodoxo contenha várias orações especiais para a restauração do templo
(ver como exemplo Rabbi Noson Scherman, ArtScroll Transliterated Linear Siddur
(Mesorah Publications: 1998), essas orações não estão nos livros de orações
produzidos pelos movimentos da Reforma e Conservador (ver como exemplo Rabbi
Sidney Greenberg and Rabbi Jonathan D. Levine, Siddur Hadash: Woeship, Study
and Song for all Sabbath and Festival Services, (Media Judaica Prayer Book
Press: New York).
14. Status of a
“Completed Jew”, in Jewish Community in 109-112 (https://www.ccarnet.org/ccar-
responsa/carr-109-112/).
15. Jacob Milgrom,
Leviticus 1–16: A New Translation with Introduction and Commentary, vol. 3,
Anchor Yale Bible (New Haven; London: Yale University Press, 2008), 1021.
Fonte: Revista Diálogo
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