ESTÁ A CASTIDADE FORA DE MODA?
Alberta
Mazat*
Provavelmente você já
ouviu opiniões como estas:
"Castidade? Até
mesmo a palavra está fora de moda, deixe tal expectativa de lado!"
"Nós não somos
adolescentes, somos maduros o suficiente para tratar com o sexo."
Estas vozes refletem o
sentimento de muitos jovens solteiros e não representam apenas aqueles sem
fortes convicções religiosas. Alguns dedicados jovens cristãos sentem que e
moralmente aceitável ser solteiro e sexualmente envolvido. Alguns não! Enquanto
alguns desejariam poder voltar o relógio e apagar esta parte do seu passado,
outros continuam sexualmente ativos.
Consideremos algumas
destas questões: requer Deus um certo estilo de vida sexual? Quão longe pode-se
ir com excitação sexual e ainda sentir-se tranquilo acerca disto? O que pode
ser feito se você já se envolveu em tais atividades e agora sente que elas são
inapropriadas?
Ponto
Pacífico: Castidade é uma Escolha Difícil
Eu não penso que
castidade jamais foi fácil. De fato, estou convencida de que ela nunca foi mais
difícil. O apelo da química é forte. O sexo inclui hormônios! Mas Deus, que nos
criou para sermos pessoas sexualmente realizadas, também tem um piano para o
melhor tempo em que isto deve acontecer. O sexo é muito mais que meramente um
evento biológico; ele envolve nossas emoções, nosso intelecto, e nossa
compreensão espiritual. Deus não intencionou que estivéssemos a mercê de nossas
glândulas, assim Ele deu-nos orientações específicas!
Além disto, tensões
internas, pressão dos pares, são aspectos difíceis de se enfrentar. É mais
difícil quando os jovens não aprenderam a sentir-se confortáveis consigo
mesmos. Talvez não haja uma formula para eliminar a pressão completamente.
Contudo, é provável que você sinta-se melhor sabendo que os castos não são uma
especial em extinção. Eles são apenas mais silenciosos, um grupo menos
militante. Alguns dos estudantes mais brilhantes e destacados em vários lugares
são virgens por escolha, não por mera negligencia ou acaso. Em outras palavras,
"nem todos estão fazendo!"
Então, há a síndrome
dos que são "levados." A despeito de tudo o que eles tenham decidido,
alguns jovens dizem, "isto simplesmente aconteceu. " Seria possível
que alguém, contrário a todas as suas boas resoluções, encontre-se praticando
intercurso sexual? Se isto e possível, como pode Deus esperar castidade? É mais
provável que esta síndrome seja o resultado de não se ter suficiente respeito
pela química do corpo, ou de não se pensar com antecedência, e definir pianos
para a resistência.
É a curiosidade como
razão implemente para o sexo? No mundo em que vivemos, quase todos falam sabre
sexo, cantam e leem acerca dele. A imaginação sobre como o sexo seja,
transforma-se numa força compulsiva. "E se eu não me casar?" alguns
jovens se perguntam. "Significa isto que eu nunca terei sexo?" Deus
entende sua preocupação, mas ainda assim diz: "Não antes do
casamento." Ele sabe que mesmo que você já tenha tido sexo fora do
casamento, você ainda não conhece o profundo prazer que pode estar presente
apenas na totalidade da sexualidade matrimonial. As duas experiências não podem
ser comparadas.
Não estamos falando
aqui da excitação de curta duração, que facilmente, sob circunstâncias erradas,
se transforma em desapontamento. Estamos falando do prazer em um contexto de
compromisso, segurança, proteção e respeito — o completo "conhecer,"
o qual protege contra frustração, remorso, exploração, vidas desorganizadas e
doenças.
Temos sólidas
evidencias de que a coabitação antes do casamento não compensa, como geralmente
promete. Muitos jovens que escolheram tal experiência, assim o fizeram porque
sentiam que ela asseguraria a compatibilidade e desenvolveria habilidades de
inter-relacionamento no casamento. Mas pesquisas e estudos demonstram que o
divórcio e mais provável quando os casais viveram juntos antes do casamento. O
sexo pré-matrimonial não fortalece o relacionamento. Neste caso, a pratica não
aperfeiçoa.
É
Deus Contra o Sexo Pré-matrimonial?
Numa sessão de
perguntas e respostas, um jovem perguntou: "Deus desaprova o sexo
pré-matrimonial?" Minha resposta foi: "Eu creio que Deus vê o sexo
pré-matrimonial com tristeza." Ele tem as maiores expectativas para o
profundo gozo que a sexualidade matrimonial pode trazer, tanto ao esposo como a
esposa. Quando Ele vê esta bela união (a qual Ele usa como símbolo do eterno
amor de Cristo por Sua Igreja) usada meramente para gratificar impulsos que
deveriam ser controlados, isto deve torna-Lo muito triste. Quando Ele vê a dor
psicológica causada por jovens impulsivos, machucando-se um ao outro com
promessas quebradas; quando Ele vê o mal de se forçar ou pressão nas
experiências sexuais insatisfatórias, que podem deixar cicatrizes psicológicas,
Ele deve se sentir irado. Quando Ele vê casais comprometendo-se em matrimonio
sem preparo para o pleno relacionamento matrimonial, mas simplesmente porque se
sentem sexualmente ansiosos, Ele deve sentir-Se compungido.
As Escrituras revelam
em termos inequívocos o ideal de Deus para a sexualidade. Genesis 2:24 delineia
o piano divino de três pontos. Maridos e esposas deveriam: (1) deixar
relacionamentos passados, (2) passar por um concerto matrimonial, e só então
(3) tomarem-se os dois uma só carne. O livro de Cantares retrata a mesma
sequência. Capítulo 3:6-11 descreve o cortejo nupcial e a cerimonia. Apenas
então e a Sulamita tratada como a esposa de Salomão. Agora ela se alegra em
convidar seu esposo para "partilhar dos frutos do seu jardim. " Até
então ela é um "jardim selado," uma virgem.
Alguns jovens solteiros
sentem que o sétimo mandamento não se aplica a eles, uma vez que eles não estão
contemplando o envolvimento com uma pessoa casada. Cuidadosos especialistas
bíblicos percebem que "Não adulteraras" significa muito mais que
apenas sexo ilícito com uma pessoa casada. Um dicionário teológico coloca a
questão da seguinte forma: "Este mandamento e uma rejeição de todo
intercurso extramatrimonial."
Há
Outras Razoes para Esperar?
Muitas razoes têm sido
propostas para se postergar a expressão sexual do amor até o casamento.
Contudo, a advertência contra a gravidez prematura e doenças sexualmente
transmitidas não tem diminuído o sexo pré-matrimonial. Provavelmente nunca
tivemos índice mais elevado de tais consequências. Embora estas razões tradicionais
são hoje mais fortes do que nunca antes, elas não constituem a totalidade da
resposta.
Quando casais começam a
gastar tempo em expressão física, frequentemente esta se toma a principal forma
de comunicação nos quais necessitam gastar tempo. Necessitam tomar consciência
dos alvos de cada um, seus valores e estilo de vida. Para a felicidade futura,
é muito mais importante explorar a mente e a alma do que explorar o corpo.
Frequentemente,
envolver-se em sexo pré-matrimonial resulta no casamento de pessoas que não
foram feitas uma para a outra. Um casal observa: "Nós sentimos que desde
que já tínhamos agido sexualmente como esposo e esposa, deveríamos unir-nos em
casamento. Tínhamos que legitimar nossas ações. Nosso relacionamento físico nos
cegava quanto aos reais problemas do nosso relacionamento."
Outros casais têm
descoberto que experiências pré-matrimoniais íntimas do passado com outros
parceiros, agora, algumas vezes, interferem em sua experiência sexual no
casamento. Comparações desfavoráveis podem interferir nesta mais íntima das
comunicações.
Outra preocupação:
"Como posso estar seguro de que ele ou ela será fiel a mim agora que
estamos casados, quando eu sei que houve outros ou outras antes de mim?"
Aqueles que se envolveram em sexo pré-matrimonial são mais propensos a se
envolverem em sexo extramatrimonial. A confiança e um ingrediente tão
importante no casamento que todo esforço deve ser feito para — com antecedência
— preservá-lo!
E há também a dor de
quebrar um relacionamento sério, a qual pode ser muito intensa, particularmente
(especialmente para as moças) quando houve intercurso sexual. As mãos,
geralmente, dão mais de si — sua pessoa total — no relacionamento sexual.
Contudo, os rapazes também podem ser devastados por um termino. Deus não
intencionou que a experiência sexual fosse uma causa de sofrimento. Ele
planejou que ela trouxesse prazer, e Ele sabia que o melhor lugar para ela
acontecer e dentro do protegido ambiente de um relacionamento matrimonial
amoroso.
Mas
nós nos Amamos!
Talvez esta seja uma
boa oportunidade para falar acerca do real significado do amor. O amor não
deveria ser confundido coisas pulsações rápidas do coração — o que também pode
ser ocasionado pela sirene do policial que manda você parar no acostamento, quando
dirigindo em alta velocidade! Se alguém lhe desse um cheque de um milhão de
dólares, você poderia também experimentar "este agradável sentimento que
percorre o corpo inteiro," como alguns tem descrito o amor. Não, o amor é
feito de conteúdo mais serio. Amor real projeta-se para a pessoa amada, ele não
é egocêntrico. Em lugar de dizer: "Eu preciso, eu desejo, eu não posso
ficar sem ... " ele procura contribuir para o bem-estar e a felicidade da
outra pessoa, que se torna parte do nosso próprio gozo.
O amor traz energia!
Ele inclui gostar e respeitar. Não há nele agenda oculta, desejando efetuar
grandes mudanças na outra pessoa, para torná-la mais aceitável. O amor não
pressiona o outro a agir em formas contrarias aos seus valores ou moral. Isto é
extraordinariamente importante! E é precisamente por esta razão que é
importante reconhecer os problemas que resultam quando estes ingredientes do
amor estão ausentes!
Alguns tem formulado a
seguinte questão: "Esta errado t.er sexo pré-matrimonial quando você está
noivo ou noiva e cem por cento seguro de que vai casar? " Eu creio que
isto não é sábio, e prematuro e e contrario ao piano de Deus para assegurar o
melhor para a sexualidade, não simplesmente no momento, mas também no futuro.
O casamento nunca e
"cem por cento seguro" até que os votos sejam pronunciados diante do
ministro. Aproximadamente um terço de todos os noivados se desfaz, alguns mesmo
no dia do casamento! (Estas podem ter sido sabias decisões que evitaram
sofrimento posterior). O noivado e um tempo para, cuidadosamente, se explorar
se o relacionamento tem o que e necessário para um bom casamento. Deixe a
celebração para quando tiver tudo garantido, selado e assinado com os votos do
altar.
E
"Tudo Menos…"?
Os jovens estão sempre
ansiosos por descobrir quão perto eles podem chegar do intercurso, sem,
contudo, praticá-lo! Um jovem chamou este tipo de pratica de "sexo
vegetariano... tudo menos!" Devemos compreender que o intercurso não é um
evento isolado — ele é parte de um processo.
Há quatro fases no ato
sexual. A primeira é a fase da excitação, assinalada pela ereção no homem, e a
lubrificação genital na mulher. A menos que algumas barreiras se interponham, o
casal deseja tomar-se mais juntos.
A próxima fase é o estágio
chamado "plateau," uma palavra sofisticada para o
"love-play" que antecede o intercurso. Esta deveria ser a parte mais
longa do ciclo, caracterizada por agradáveis toques sexuais, mensagens verbais
de amor, e todas aquelas coisas excitantes que preparam o casal para o
intercurso e o orgasmo.
A fase do
"plateau" faz parte do plano divino, preparando os corpos de ambos,
homem e mulher, para o completo ato de união. Não se trata de uma brincadeira
para pessoas buscando diversão. A culminação deste estagio passa diretamente
para a fase do orgasmo. A fase final é o estagio das ponderações. Os casais
podem apreciar este estagio mais plenamente quando eles estão seguros de que,
seja qual for a consequência, eles estão prontos para assumir a
responsabilidade. O piano de Deus era que o processo completo deveria ocorrer
em relacionamento de compromisso, no qual o casal da a cada um todo o apoio
emocional, espiritual e social possíveis no casamento.
O grande problema é
este: em que ponto do estágio do "plateau," o ato do amor deixa de
ser uma simples experiência de prazer e transforma-se no presidio do
intercurso? Quando duas pessoas se sentem tão atraídas entre si a ponto de que
elas não podem desfrutar os estágios iniciais — de segurar as mãos, abraçar e
beijar — sem avançar para tocar os seios e os órgãos genitais, estão invadindo
o espaço conjugal. Se não percebem quando este apelo se toma incontrolável, não
são amadurecidos o suficiente para se envolver em qualquer proximidade física.
"Então, está você
dizendo que abraçar e beijar está certo?" você pode perguntar. Não, não é
isto que estou dizendo! Há diferentes tipos de abraços e beijos. Diferentes
pessoas tenderão reagir de formas diferentes a quantidade e graus destas
caricias. É importante que cada pessoa saiba o que e particularmente excitante
para ela. Então, com antecipação, cada um deve tom.ar decisões especificas
acerca de como eles planejam tratar com envolvimento posterior. Alguns podem
escolher diversões, discussões, ou mesmo exigir que tais atividades excitantes
sejam interrompidas! Muitos jovens, em retrospecto, gostariam que tivessem
planejado uma forma de escapar deste tipo de situação com a dignidade intacta.
É importante descobrir
o que lhe toma mais vulnerável aos estímulos sexuais. Muitos descobrem ser a música,
a televisão, determinadas leituras, conversações sugestivas, ou imaginação não
controlada. (Quando você está em uma dieta, você não deveria gastar muito tempo
em uma sorveteria!) Outros relatam que atividades produtivas ou recreativas
ajudam a sublimar estes intensos sentimentos. Cada pessoa deve estar preparada
para a intensidade e persistência dos sentimentos de desejo. Mas você esta no
comando dos seus pensamentos, o que constitui boas novas!
Algumas
Outras Vozes
São apenas as pessoas
da igreja que estão propondo que se espere até o casamento? Temos que convir
que o apelo a castidade não vem, geralmente, de vozes que tem muita
credibilidade com os jovens! Senhoras idosas, clérigos inibidos, diretores de
escolas, professores e pais, pessoas que, como todos sabem, há muito tempo já
tem os seus hormônios secos, estes eram os que costumavam falar contra o sexo
pré-matrimonial.
Mas isto não e mais o
que acontece. Muitos profissionais que estão dando atenção ao que esta
acontecendo ao redor deles estão também dizendo coisas muito interessantes
sobre a castidade. Aqui está um exemplo. O Dr. Joel Moskowitz era diretor de
serviços clínicos em um centro de saúde mental, em uma universidade do leste,
quando publicou o artigo "Virgindade Secundaria." Ele declara que
depois de um período de desilusão com atividade sexual, alguns jovens têm
decidido permanecer castos ate o casamento. Ele chama isto "virgindade
secundaria," e diz que tal atitude esta se tornando popular.
O Dr. Charles Millard,
em uma universidade no outro lado do continente diz: "Em campi
universitários esta se manifestando, presentemente, um retorno aos valores
espirituais e a consciência de que relacionamentos sexuais passageiros não
conduzem a arranjos satisfatórios ou permanentes à ausência de compromisso esta
agora sendo reconhecida como uma das muitas fraquezas da assim-chamada
liberação."
Agora, do Professor
Richard Hettlinger, no centro-oeste, esta observação: "Preservar a final
intimidade sexual para o compromisso final do casamento, ou adotar uma visão de
castidade com pleno reconhecimento do que está sendo excluído da vida, são
escolhas que indicam fortaleza e independência, não fraqueza." Todas estas
mensagens, por sinal, foram publicadas em um jornal secular.
Nós estamos,
finalmente, ouvindo vozes que foram quase sufocadas pelos barulhentos
representantes da liberdade sexual. A revolução sexual não cumpriu a promessa
de despreocupado prazer para todos. A revolução sexual passou!
Mas espere, talvez a
revolução apenas começou! Libertação agora e liberdade de se não ter que seguir
a liderança dos desinteressados em um Deus de amor, que sabe o que e melhor
para nós. Nos estamos libertados de uma vereda que frequentemente e causa de
sofrimento emocional, alienação, insegurança e doença.
E
Se...?
É possível que alguém
lendo este artigo desejasse que ele ou ela tivesse feito uma escolha diferente
acerca da atividade sexual. Talvez seja você. Talvez você agora esteja
percebendo que na busca de liberdade de expressão sexual, você realmente perdeu
parte dela. A liberdade que você perdeu poderia ser liberdade do trauma
emocional, da preocupação com as consequências, do remorso, e do privilegio de
viver sem pesar. Talvez você tenha feito essa decisão porque faltou-me
orientação, ou porque você não era O suficiente amadurecido ou amadurecida para
pesar as coisas corretamente. Significa isto que você esta para sempre
condenado ou condenada a culpa e aos resultados de sua ação?
A resposta é
"Não." Obviamente, alguns resultados não podem ser alterados, mas
Deus não considera você "impuro para sempre." Falamos anteriormente
de pessoas que se consideram espiritualmente " revirginadas." Isto e
o que Deus oferece aqueles que desejam seguir Suas instruções para a vida sexual.
Muitos textos das Escrituras proclamam as boas novas de que Deus não Se lembra
de nossos pecados, sejam eles sexuais ou de qualquer outra natureza. (Jeremias
31 :34).
Aqueles que aconselham
pessoas solteiras a esperar até o casamento para se expressarem em total
intimidade oferecem a liberdade de entrar na celebração matrimonial. Como no
caso de muitas celebrações importantes, esta e melhor quando todos os detalhes
são cuidadosamente planejados. Além do mais, permanecer solteiro ou solteira
deveria ser considerado como uma opção. Existem cristãos felizes e realizados
que decidiram não se casar.
Isto é precisamente o
que significa maturidade — a habilidade de receber informações, pesar opções,
avaliar e executar decisões. A maturidade nem sempre vem com a idade, mas a
idade, geralmente, toma-a mais fácil.
Uma sugestão: de agora
em diante, em lugar de pensar em sua vida pré-matrimonial coma simplesmente um
marco para a contagem do tempo ate o seu casamento, visualize-Se em um processo
de crescimento, desenvolvimento e enriquecimento de todos os aspectos de sua
pessoa. Então você estará gloriosamente preparado ou preparada para o que Deus
esteja planejando para o seu futuro.
*Alberta
Mazat é especialista em vida familiar, e tem tido uma
ativa carreira em aconselhamento, palestras, e ensinos na Universidade de Loma
Linda. Ela é também aurora de muitos artigos e do livro recentemente publicado:
Questions You've Asked About Sexuality (Pacific Press, 1991).
Comentários
Postar um comentário