“BALEIA AZUL” – O INFAME JOGO DO SUICÍDIO
Ricardo
André
Desde o início desta
semana que o tema da “Baleia Azul” viralizou nas redes sociais. Mensagens
advertindo os pais quanto aos perigos da “baleia azul” movimentou assaz as redes
sociais, quando a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do
Rio de Janeiro divulgou que está fazendo um rastreamento das redes sociais para
reunir informações sobre o jogo. Um inquérito foi instaurado depois que a mãe
de um menino de 12 anos denunciou que o garoto foi convidado a participar da
série de desafios. Mas, afinal o que é “baleia azul”?
"Baleia Azul"
consiste num jogo virtual no qual há uma série de 50 desafios diários, enviados
à vítima por um "curador". Sintomaticamente, o jogo da “Baleia azul”
é viral. Segundo a Wikipédia, “o termo "Baleia Azul"
refere-se ao fenômeno de baleias encalhadas, que é comparado ao suicídio”. Há
desde tarefas simples como desenhar uma baleia azul numa folha de papel até
outras muito mais mórbidas e perigosas, como cortar os lábios ou furar a palma
da mão diversas vezes. Em outra tarefa, o participante deve
"desenhar" uma baleia azul em seu antebraço com uma lâmina, passar um
período exaustivamente longo ouvindo músicas psicodélicas, assistir a uma
sequência interminável de filmes de terror, ir a lugares medonhos durante a
madrugada e agir pondo a vida em risco. Cada fase deve ser registrada por meio
de fotografia e compartilhada na rede social e com os demais jogadores. Como
desafio final, o jogador deve se matar. Os primeiros dados das investigações
revelam que o “baleia azul” coopta principalmente adolescentes que demonstram
carência de afeto familiar e de aceitação social, e que tem depressão.
Quem envia essas
tarefas ao participante? Os administradores, também chamados de "curadores". Eles enviam aos jogadores os 50 desafios que
ele deve cumprir diariamente até chegar ao suicídio. Particularmente, custei a
acreditar nesse jogo macabro. Foi somente quando li algumas matérias jornalísticas
que percebi que o jogo realmente existe e representa um perigo real a vida de muitos
de nossos adolescentes.
Não se sabe ao certo a
gênese do jogo que incentiva o suicídio, mas os primeiros relatos surgiram na
Rússia, quando no início deste ano alguns adolescentes praticaram o suicídio.
As investigações desses suicídios apontam a relação deles com esse jogo. O jogo
esta se disseminado pelo mundo, inclusive aqui no Brasil, como indicam o caso
da jovem de 16 anos morta no Mato Grosso e uma investigação policial em
andamento na Paraíba, gerando preocupações entre os pais e as autoridades
policiais brasileiras. Há investigações
policiais em diversos Estados brasileiros onde ocorreram casos de mutilações
graves em adolescentes e jovens. Urge que os pais demonstrem interesse pela rotina
de seus filhos para entender se o jovem está com problemas. A menor mudança repentina
no comportamento dos filhos deve ser um sinal para os pais ficarem atentos ao
perigo.
É preciso que nossos jovens
busquem pessoas em quem confiam para compartilhar seus anseios, seja na escola
ou na família, dizem os especialistas. Afora isso, eles
precisam saber que ninguém precisa morrer para cumprir a etapa final do jogo da
morte, pois alguém já cumpriu todos os desafios e morreu em nosso lugar. Este
alguém é Jesus, nosso compassivo Salvador. Ele morreu por nós, como nosso
substituto, provando a morte por todos os indivíduos. Era Ele o único sem
pecado, mas Deus “fez cair sobre Ele a iniquidade de todos nós” (Isaías 53:5).
Ele “foi esmagado por causa de nossas iniquidades”. Apresentando-Se como
voluntário para receber o “castigo” por nossos pecados, Ele “foi transpassado
por causa das nossas transgressões”. Pelas Suas fatais feridas “fomos curados”
e recebemos vida eterna Cristo não hesitou em pagar o supremo preço para
redimir-nos. Se necessário, Ele estaria disposto a sofrer a morte eterna para
que, mediante a Sua morte, encontrássemos nosso caminho para Deus. Ele aceitou
morrer em nosso lugar, recebendo a justa penalidade por nosso pecado e culpa.
Foi por isso que Ele morreu.
A escritora cristã
Ellen G. White escreveu esse solene pensamento: “Cristo foi tratado como nós
merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito.
Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que
fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Sofreu a
morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia.
"Pelas Suas pisaduras fomos sarados." Isa. 53:5” (O Desejado de Todas
as Nações, p. 25).
Jesus Cristo morreu na
cruz pagando o preço de nossos pecados, é verdade! Mas a história não termina
na cruz. Após três dias, Jesus Cristo ressuscitou, apareceu aos seus discípulos
e depois de 40 dias, subiu aos céus (Lucas 24; Atos 1). E deixou uma grandiosa promessa:
Ele voltará para buscar o Seu povo fiel e nos levará para estar com Ele, para
sempre! (João 14.1-3).
Ele morreu em nosso
lugar. Aquele sacrifício lá na cruz e a ressurreição, tem poder para
transformar a história da vida de todo aquele que crê!
Ele tomou o nosso lugar
e por isso, somos alcançados por Sua graça e recebemos perdão pelos nossos
pecados; por meio dEle, temos acesso direto ao Pai; por meio dEle, somos
participantes das promessas e bênçãos feitas a Abraão; por meio dEle, temos a
esperança de uma vida imortal no Céu!
Caro amigo, creia e
viva a vida que Cristo te proporciona!
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