DESFEITOS 12 SOFISMAS CONTRA O SÁBADO
Prof.
Azenilto G. Brito
Os
12 Trabalhos Anti-Sabáticos de ‘Hércules’
Na mitologia grega,
Zeus, o principal deus do vasto panteão de divindades do Olimpo, gerou um filho
com uma habitante da Terra, o qual se chamava Hércules. Entre várias peripécias
de sua agitada vida, Hércules recebeu uma incumbência desafiadora na forma de
12 tarefas dificílimas de cumprir, o que ficou conhecido no mundo da mitologia
como “Os 12 Trabalhos de Hércules”. Mas ele se saiu muito bem, cumprindo
devidamente suas desafiadoras tarefas.
Na luta por destruir o
princípio bíblico do sábado do 4º mandamento da Lei Divina há quem levante
sofismas e mais sofismas, mas se as tarefas de Hércules foram extremamente
difíceis, a de refutar tais sofismas de pretensos “apologistas cristãos” é até
bem fácil.
A despeito do contraste
entre ambas as situações, um ponto de identidade é que assim como Hércules foi
plenamente vitorioso em sua missão, também a vitória é certa para quem, firmado
nas Escrituras, condena os sofismas anti-sabáticos do semi-antinomismo
dispensacionalista.
Abaixo são refutados 12
sofismas de um “apologista cristão” que comparamos aos famosos 12 Trabalhos de
Hércules. A diferença é que não tratamos de mitologia ou lendas, mas de uma
importante verdade bíblica—de que o sábado é mandamento moral, válido e vigente
para o povo de Deus em todos os tempos da história, não um mero preceito
cerimonial abolido na cruz.
Vejamos nossa resposta
ao 1º sofisma desse objetor das verdades que defendemos:
Pergunta:
1. Seria a guarda do sábado um preceito moral quando o próprio Deus declarou
ser a sua guarda abominável aos seus olhos?
Base
bíblica:
Isaias 1.13: “Não
continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação e as luas novas,
e os sábados, e a convocação das assembleias; não posso suportar iniquidade,
nem mesmo a reunião solene”.
O que temos aí é a
evidente DESONESTIDADE desse “apologista cristão”, pois a passagem completa
mostra que não só o sábado, mas também as ofertas e sacrifícios todos, as
orações e jejuns dos filhos de Israel foram postos ao desprezo. Mas por quê? O
verso 4 esclarece:
“Ai, nação pecadora,
povo carregado de iniquidade, descendência de malfeitores, filhos corruptores;
deixaram ao Senhor, blasfemaram o Santo de Israel, voltaram para trás”.
Basta ver que o povo
estava em pecado, suas orações não eram ouvidas (vs. 15), inclusive os seus
jejuns eram rejeitados (cap. 58, vs. 3-7). Agora, por que esse indivíduo
discrimina contra somente o sábado, quando TODAS essas práticas “desprezadas”
por Deus (cerimônias, sacrifícios, sábados, luas novas, orações, jejuns) depois
foram INTEIRAMENTE RESTAURADAS após o retorno do cativeiro da nação judaica?
Basta ler o livro de Neemias inteiro, especialmente o capítulo 13, vs. 15 em
diante.
No próprio livro de
Isaías cap. 56, vs. 6 e 7 o sábado é, inclusive, RECOMENDADO aos “filhos dos
estrangeiros”, e em 58: 13 e 14 é reiterado a todo o povo de Deus, mostrando a
maneira correta de observá-lo.
E em Isaías 66:22, 23 o
sábado é profetizado como PROSSEGUINDO no regime da Nova Terra! Eis como diz a
abalizada tradução francesa de Louis Segond: “E a cada sábado toda carne virá
prostrar-se perante Mim, diz o Eterno”.
DEPOIS do tempo de
Isaías Deus confirma o sábado como “sinal” entre Ele e Seu povo (ver Eze.
20:12, 20). Então, como Deus escolhe como “sinal” entre Ele e Seu povo um
princípio que havia sido DESPREZADO? Faz sentido isso?
Sem dizer que Jesus
observava o sábado (Lucas 4:16) e declarou que “foi estabelecido por causa do
homem” (Mar. 2:27). Iria Jesus tratar assim um mandamento lançado ao desprezo?
Então, somente nesse
primeiro tópico percebe-se desonestidade e incompetência da parte do sofista
referido. Desonestidade em isolar o sábado como único elemento desprezado por
Deus “esquecendo-se” dos sacrifícios, ofertas, dias cerimoniais todos, orações
e jejuns; incompetência em não entender a sequência cronológica, de que Neemias
mostra a RESTAURAÇÃO do sábado e todas as demais cerimônias, e, logicamente, as
orações e jejuns do povo de Deus voltaram a ter o maior valor APÓS o seu
cativeiro.
Consideremos a 2ª. das
“tarefas de Hércules”, rebatendo a falsa interpretação anti-sábado:
2.
Seria a guarda do sábado um preceito moral quando a sua guarda ficava
subordinada à circuncisão? A lei de Moisés estabelecia que a circuncisão
ocorresse no oitavo dia do nascimento da criança do sexo masculino (Lv 12.3).
Se esse oitavo dia caísse num sábado, o sábado podia ser violado, para que a
circuncisão fosse realizada. Como podia um preceito moral, segundo os
sabatistas, ficar subordinado a um preceito cerimonial ou ritual?
Base
bíblica:
João 7.22-23: “Pelo
motivo de que Moisés vos deu a circuncisão (não que fosse de Moisés, mas dos
pais), no sábado circuncidais um homem. Se o homem recebe a circuncisão no
sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra
mim, porque no sábado curei de todo um homem?”
Aí temos nova
demonstração de INCOMPETÊNCIA como exegeta bíblico desse indivíduo que gosta de
passar a imagem de grande “apologista” e defensor das verdades bíblicas, mas
não sabe interpretar corretamente a Palavra de Deus.
Não existe nenhuma
“subordinação” do sábado à circuncisão, nem o objetivo do que Cristo está
tratando é reduzir a importância do sábado perante a liderança judaica. Ele
está justificando os Seus atos de cura que tinham o mesmo valor de um ato
sagrado realizado no sábado. É o caso do pastor que batiza no sábado. O batismo
é uma cerimônia até trabalhosa, mas é um ato sagrado perfeitamente compatível
com o espírito do sábado.
Era isso que Cristo
estava acentuando – que curar no sábado tem tanta significação quanto realizar
um rito sagrado e religioso nesse dia. O sofista em análise não consegue
entender o motivo das discussões de Cristo, que é CORRIGIR o sentido do sábado,
não diminuir ou insinuar sua perda de importância. Do contrário, Ele estaria
entrando em choque com o que disse em Mateus 5:19:
“Qualquer, pois, que
violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens,
será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar
será chamado grande no reino dos céus”.
Ou seja, iria Cristo
ensinar ou insinuar algo contra o mandamento do sábado sem incorrer na própria
condenação que indicou? Se Cristo quis realmente diminuir a importância do
sábado, não há saída—Ele teria que ser considerado “o menor no reino dos céus”!
Ou se Cristo guardou o
sábado, mas quis apenas deixar uma “pista” contra o sábado (estranho, pois se
disse que “o sábado foi feito por causa do homem”) Ele não conseguiu convencer
Sua própria mãe e as santas mulheres que O serviam, pois após o preparo de unguentos
e especiarias na sexta-feira, elas “repousaram no sábado segundo o mandamento”
(Lucas 23:56).
E Lucas escreveu isso
30 anos após o acontecimento, o que demonstra que o evangelista Lucas nessa
ocasião não tinha dúvida de qual era o dia dedicado ao Senhor “segundo o
mandamento”.
Agora, se esse
indivíduo for um pouquinho só humilde, poderá aprender algo com gente do meio
evangélico de muito, mas muito mais competência do que ele, que nem formação
tem em Teologia:
Primeiro, vejamos
autores da Assembleia de Deus, respondendo algumas perguntas pertinentes:
Contra o Quê Jesus Se
Levantou Com Relação ao Sábado?
A Casa Publicadora das
Assembleias de Deus (CPAD) publicou um livro, comentando, brevemente, toda a
Bíblia. Nele nós encontramos o ensino seguinte:
“O zelo dos fariseus
não era pela Lei de Deus, mas das suas próprias tradições. Tinham tornado o dia
de descanso em um dia cheio de preceitos e exigências absurdas. Jesus
deliberadamente pisou-as, e estabeleceu o princípio de que ‘é lícito fazer bem
no sábado’(v.9)”.— S. E. McNair, A Bíblia Explicada, pág. 355.
Comentando sobre
Mateus, capítulo 12, o Pr. Myer Pearlman escreveu isto:
“O capítulo 12 registra
a oposição dos fariseus a Jesus. Seus motivos para opor-se a Ele eram os
seguintes: Sua origem humilde; Sua associação com os pecadores; e a Sua
oposição às tradições. O capítulo 12 descreve a oposição vinda pela última
razão mencionada”. —Através da Bíblia, pág. 193.
Convidemos agora o
escritor batista, Pr. Enéas Tognini para responder. Ele diz:
“Contra os acréscimos
Jesus Se levantou e os combateu, ressuscitando do ‘sábado’ o mais importante, o
mais sagrado, que era o amor que se devia a Deus e ao próximo”. —Jesus e os Dez
Mandamentos, Pr. Enéas Tognini, batista, pág. 39.
Também de O Novo
Dicionário da Bíblia, pág. 1422, nós lemos estas esclarecedoras palavras:
“Durante o período
entre os dois Testamentos, entretanto, foi surgindo gradualmente uma alteração
no que diz respeito à compreensão acerca do propósito do sábado. (...)
Paulatinamente a tradição oral foi se desenvolvendo entre os judeus, e a
atenção passou a focalizar-se na observância de minúcias. (...) Foi contra essa
sobrecarga aos mandamentos de Deus, pelas tradições humanas, que nosso Senhor
se insurgiu. Suas observações não eram dirigidas contra a instituição do sábado
como tal, nem contra o ensinamento do Antigo Testamento. Mas Ele Se opunha aos
fariseus, que deixavam a Palavra de Deus sem efeito por causa de suas
pesadíssimas tradições orais”.
Que Tipo de Trabalho
Jesus e Seu Pai Fazem no Sábado?
Outra vez, o Pr. Myer
Pearlman! Ele escreveu um comentário do Evangelho de João. Vejamos o que disse
sobre João 5:15-20 (que é o texto preferido de que muitos crentes usam para
tentar “provar” que Jesus “trabalhou” no sábado):
“‘Mas Ele [Jesus] lhes
disse: Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também’. Noutras palavras,
Deus trabalha no sábado, sustentando o universo, comunicando vida, abençoando
os homens, respondendo as orações”. —João—Ouro Para Te Enriquecer, pág. 59.
“No tempo de Cristo, os
fariseus aplicavam a lei do descanso aos atos mais triviais da vida, proibindo
muitas obras de necessidade e misericórdia. Acusaram a Jesus por fazer curas em
dia de Sábado, ao mesmo tempo em que achavam lícito retirar o boi, o animal, ou
a ovelha que tivesse caído dentro de um poço. Também julgavam necessário levar
os animais a beber, como em qualquer outro dia da semana, Mat. 12:9-13; Luc.
13:10-17. E não eram somente as curas feitas em dia de Sábado que eles
condenavam. Quando os discípulos de Jesus passavam pelas searas e colhiam
espigas, e machucando-as nas mãos as comiam, porque tinham fome, os fariseus os
censuraram, como se fosse essencialmente o mesmo trabalho de fazer colheitas e
moer o trigo. A isto nosso Senhor deu uma notável resposta”. —Dicionário da
Bíblia, pág. 520.
Num livreto, intitulado
ABC Doutrinário do Candidato à Pública Profissão de Fé, de autoria do insigne
hebraísta Guilherme Kerr, encontramos o seguinte:
“Jesus condenou a
tradição que os judeus acrescentaram à Lei de Deus”. —pág. 19.
Daí, podemos afirmar,
com toda convicção: Jesus não Se levantou contra os Mandamentos da Lei Divina,
nem contra o sábado. O que Jesus fez foi não ajustar-Se às formas e aos
acréscimos que os escribas e fariseus fizeram à Lei de Deus.
Existem cristãos, mesmo
sinceros, que acreditam que Jesus não guardou os Dez Mandamentos, ou o sábado.
Até onde vai o conhecimento deles? O que diz a Bíblia? O que dizem líderes
batistas sobre esse assunto? Vamos ver!
Jesus Guardou o
Mandamento do Sábado?
“O quarto mandamento
proíbe as atividades materiais, seculares. Por outro lado, ordena na palavra ‘santificar’
um trabalho espiritual, um serviço dedicado ao Senhor. Jesus cumpriu à risca as
duas partes da prescrição legal. Ele não violou o mandamento divino como foi
acusado pelos Judeus; o que Ele fez foi não ajustar-Se às fórmulas
estereotipadas dos acréscimos engendrados pelas tradições humanas em torno de
um mandamento tão simples e tão claro. (...) Jesus, portanto estava certo, e
mais do que certo quanto à guarda do sábado e não os seus gratuitos opositores.
(...)
“Sobre o oceano de
confusão agitado pela celeuma farisaica sobre o quarto mandamento, uma coisa
paira mais alto e de modo inconfundível: é como Jesus guardou o sábado. Pelo
menos três coisas vitais, importantes Jesus fez no sábado: 1) Nem Jesus, nem
Seus discípulos fizeram no sábado qualquer trabalho secular; 2) foi regular,
sistemática e costumeiramente à sinagoga, onde Se entregava às atividades
divinas; 3) Gastou sempre as horas do sábado pregando o Evangelho, como se pode
verificar de Lucas 4:16 e Marcos 1:21-39; a curar os enfermos, os coxos, os
aleijados, os endemoninhados”. —Jesus e os Dez Mandamentos, Pr. Enéas Tognini,
págs. 42 e 43.
Mas, prossigamos em
nossa análise dos “12 Trabalhos” Anti-Sabáticos de ‘Hércules’:
3.
Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que os sacerdotes no
templo violavam o sábado para celebrar holocaustos e sacrifícios exigidos pela
lei, ficando sem culpa?
Base
bíblica:
Mateus 12.5: “Ou não
tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e
ficam sem culpa?”
Creio que para
confrontar esse 3º. sofisma basta a transcrição de um trecho do meu artigo
sobre “A Caótica Teologia Dispensacionalista”:
Cristo [pelo raciocínio
dos semi-antinomistas dispensacionalistas] ainda atribui ao Pai a incoerência
das incoerências, agora colocando o próprio Deus em situação também
complicadíssima, sempre segundo essa visão semi-antinomista. Além de, como já
vimos, Ele ter misturado preceitos morais com um cerimonial [na hipótese de ser
o sábado cerimonial—ver Deu. 5:7-22], ainda cria uma lei que, na prática, não
funciona um dia por semana.
Eis que “os sacerdotes
violam o sábado e ficam sem culpa” (Mat. 12:5), o que, nessa incrível teologia,
significa simplesmente que eles não cumpriam o preceito divino porque atuavam
no Templo, sacrificando até em dobro aos sétimos dias. Ou seja, a lei religiosa
criada para elevar espiritualmente o povo era violada cada sábado pelos
próprios líderes espirituais que tinham o dever de dar o melhor exemplo àquela
boa gente, mas o Legislador Se esqueceu do detalhe que aos sábados a lei não
era respeitada justamente por aqueles que a deviam promover entre o povo! Um
Legislador assaz incompetente (...)
Vejamos agora como esse
sofista do anti-sabatismo se sai no seu 4º. sofisma:
4.
Seria a guarda do sábado um preceito moral quando sua guarda era comparada à
violação de um preceito ritual como o caso de Davi que comeu os pães da
proposição reservados exclusivamente aos sacerdotes?
Base
bíblica:
Mateus 12.4-5: “Não
tendes lido o que fez Davi, quando teve fome, ele os que com ele estavam? Como
entrou na casa de Deus, e comeu os pães da proposição, que não lhe era lícito
comer, nem aos que com ele estavam, mas só aos sacerdotes”.
Aí fica o sofista sob
análise devendo a explicação de como Jesus pôde dizer o que disse em Mateus
5:19 e defender discípulos transgressores do sábado. Pois se Ele fosse
conivente com o pecado, realmente estaria Se chocando com suas palavras nessa
passagem que para o anti-sabatista sofista, sob análise, é um problema
insolúvel.
Ele simplesmente não
sabe como justificar o que Cristo ali diz, pois quer de toda forma transformar
Jesus Cristo num de seus agentes do anti-sabatismo (tenta fazer o mesmo com o
apóstolo Paulo).
Claro que os discípulos
não violaram a lei, pois tinham todo o direito de colher espigas para matarem a
fome, segundo Deuteronômio 23:25. Cristo está mostrando, não que eles podiam
quebrantar o sábado (não era essa a intenção de Sua discussão), e sim revelando
quão sem misericórdia eram eles, desprezando o atendimento a uma necessidade
normal de alimentar-se por causa de um preceito que interpretavam de modo
extremado.
Mas, vejamos o 5o.
sofisma desses “trabalhos anti-sabáticos” de ‘Hércules’:
5.
Seria a guarda do sábado um preceito moral quando os judeus, para quem o sábado
foi dado, não retrucaram a Jesus quando estabeleceu o paralelo entre a acusação
dos judeus de que os discípulos de Jesus estavam colhendo espigas e comendo-as
o que, segundo eles, não era lícito fazer no sábado, com o exemplo de Davi que
comeu os pães da proposição? Poderia um preceito moral ficar subordinado a um
preceito cerimonial ou ritual (comer os pães da proposição)?
Base
bíblica:
Mateus 12.1-3: “Naquele
tempo passou Jesus pelas searas, em um Sábado; e os seus discípulos, tendo
fome, começaram a colher espigas, e a comer. E os fariseus, vendo disseram-lhe:
Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer num sábado”?
O que explicamos acima
quanto ao 4º sofisma é suficiente para desmontar mais esse sofisma típico de
quem não consegue mesmo entender o simples texto bíblico, dedicado que é à
inglória causa de negar o sábado bíblico. Somente diríamos que a sentença — “os
judeus, para quem o sábado foi dado” — não tem fundamento nos fatos bíblicos,
pois o sábado foi feito “por causa do homem” (Mar. 2:27), não do judeu. Que
isso não se refere ao homem judaico fica claro em Mateus 19:5, 6 onde o mesmo
termo ‘homem’, anthropós, usado por Cristo em Marcos 2:27, é empregado com
relação a toda a raça humana. Isso se harmoniza com a clara informação bíblica
de que o sábado foi estabelecido por ocasião da Criação, fato confirmado por
grandes autoridades evangélicas e diferentes Confissões de Fé da cristandade
protestante.
Mas, vejamos a 6a.
alegação sofismática desse inimigo do mandamento divino:
6.
Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Jesus curou o
paralítico postado à beira do tanque de Betesda e ordenou que ele carregasse a
sua cama num dia de sábado?
Base
bíblica:
João 5.8-11 “Jesus
disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. Logo aquele homem ficou são; e
tomou o seu leito, e andava. E aquele dia era sábado. Então os judeus disseram
àquele que tinha sido curado: É sábado, não te é lícito levar o leito. Ele
respondeu-lhes: Aquele que me curou, ele próprio disse: Toma o teu leito, e
anda”.
Sempre tenhamos em
mente o problema de Mateus 5:19 – se Cristo induziu um homem a violar o sábado,
terá que ser considerado “o menor no reino dos céus”. Quanto a isso, não há
saída!
O “leito” na verdade
era uma mera esteira e não constituía nenhum grande fardo, e o fato de Cristo
ordenar ao homem que a transportasse era para que não perdesse sua humilde
possessão, até por misericórdia ao pobre homem, e para chamar a atenção dos
fariseus à cura realizada a fim de transmitir-lhes a lição que desejava –
condenar, não a observância do sábado por eles, mas a estreiteza deles em
impedi-Lo de realizar curas no sábado. Ele declarou: “meu Pai trabalha até
agora e Eu trabalho também” (João 5:18). Só que esse trabalho não era de caráter
secular, e sim no sentido de preservar a vida e fazer o bem aos homens, pois “é
lícito fazer o bem aos sábados” (Mat. 12:12). Lícito significa, em consonância
com a lei.
Assim, vemos como
Cristo Se defende dos Seus acusadores e Se justifica dizendo não fazer nada
ILÍCITO nas Suas curas sabáticas, mas sim a prática do bem. O que Ele
claramente está criticando não é a guarda do sábado por eles, mas sua
estreiteza de visão, pois não tinham consideração para com a bênção obtida por
um indivíduo curado num sábado, embora salvassem de pronto um animal caído num
poço (por interesse pecuniário). Como no caso de Sua crítica relativa ao
dizimarem (Mateus 23:23), o que Cristo condenava não era a prática do dízimo, e
sim o perderem de vista o espírito da norma envolvida.
Aliás, muitos leitores
da Bíblia não percebem que Cristo, antes que desestimular a guarda do sábado, a
recomendou ao dizer à multidão e a Seus discípulos: “Fazei e guardai, pois,
TUDO quanto eles [os líderes religiosos judaicos] vos disserem, porém não os
imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (Mat. 23:3).
Uma das coisas que eles
diziam era lembrar ao povo de sua obrigação quanto à fiel observância do sábado
(ver Lucas 13:14). Assim, os ouvintes de Cristo deviam acatar as instruções dos
seus líderes religiosos, mas não dentro da visão estreita e extremada deles.
Aqueles dirigentes judaicos estavam certos em recomendar ao povo a guarda do
sábado, mas errados em acrescentar ao mandamento regras e mais regras
injustificáveis e sem base escriturística.
Assim, chegamos à
sétima das hercúleas tarefas em defesa da verdade:
7.
Seria a guarda do sábado um preceito moral quando Paulo compara a guarda do
sábado como algo que implicava na perda salvação?
Base
bíblica:
Gl 4.9-11: “Mas agora,
conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez
a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais
dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós, que não haja trabalhado em vão
para convosco”.
A ignorância desse
contestador do sábado bíblico quanto à questão da contextualização histórica é
óbvia. Sua falta de formação teológica pode ser claramente percebida. Ele nem
percebe a contradição em que incorre, pois numa ocasião cita Rom. 14:5, 6 como
“prova” de que qualquer dia serve para os cristãos, noutro ponto defende que o
domingo foi adotado como dia de culto pelos cristãos, sendo até “profetizado”
no Salmo 118.
Então, a dificuldade
dele é evidente, pois se Paulo está condenando a observância do sábado,
contraria com isso a observância de qualquer dia! O Apóstolo aí não abre mão –
não era para respeitar DIA NENHUM! Então, como resolver a questão? Isso envolve
tanto o “qualquer dia” (de Rom. 14:5 e 6) quanto o domingo, que no caso passa a
ser condenado também!
Como esse sofista
certamente não sabe resolver o problema, vamos explicá-lo: O que se passa em
Gálatas é que o Apóstolo está tratando de questões relacionadas com práticas
pagãs, o calendário dos pagãos que os gálatas eram proibidos de seguir –
festivais e dias especiais a que não mais deviam prender-se para não voltarem
aos “rudimentos fracos e pobres” do paganismo.
Em Romanos a situação é
inteiramente diferente. Ele trata dos dias festivos dos judeus que eram ainda
muito importantes na consideração dos filhos de Israel. Então, como serviam
como “feriados nacionais”, as datas de Israel – tais como Pentecoste, Páscoa, Festa
dos Tabernáculos, Purim, etc., ficavam OPCIONAIS. Os cristãos de origem judaica
poderiam celebrá-las ou não, e ninguém devia condenar o semelhante por fazê-lo
ou preferir não mais prender-se a tais tradições, que igualmente envolviam dias
especiais de jejum.
Que Paulo não desfaz
com isso o princípio do sábado é claro e evidente, pois do contrário não
poderia alegar depois, quando sob condenação, em sua própria defesa: “Nenhum
pecado cometi contra a lei dos judeus nem contra o templo, nem contra César”
(Atos 25:8).
Ora, se ele tivesse
feito campanha contra o sábado, logo surgiriam judeus condenando-o e
contradizendo suas palavras, mostrando o fato de que ele seria um
desrespeitador do mandamento do sábado. Como os judeus eram originalmente de
origem judaica e “zelosos da lei” (Atos 21:20), sem dúvida haveria grande
polêmica caso o mandamento tão importante da lei, o sábado, passasse a ser
objeto de desprezo por parte de Paulo ou qualquer dos demais apóstolos.
Aliás o referido
sofista ainda está nos devendo a explicação do porquê do item do sábado não ter
sido alistado entre as coisas que NÃO deviam mais preocupar a comunidade cristã
quando do estabelecimento das decisões do Concílio de Jerusalém em Atos 15 (ver
vs. 20 e 29). Os que alegam que os judaizantes estariam agitando o problema do
sábado e circuncisão não sabem justificar a ausência de qualquer norma contra o
sábado no que se decidiu que NÃO devia preocupar os cristãos, segundo as
instruções definidas em dito Concílio.
Vejamos então a oitava
“tarefa” para nosso heróico e simbólico ‘Hércules’, de refutação de sofismas:
8.
Seria a guarda do sábado um preceito moral, considerando que Paulo anunciou
todo o conselho de Deus e não deixou nada do que fosse útil ensinar aos
cristãos e nunca mandou guardar o sábado?
Base
bíblica:
“Como nada, que útil
seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas”. “Porque
nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus”. (At 20.20, 27)
Esse tipo de “argumento
do silêncio” é uma forma fragilíssima de argumentar-se em favor ou contra uma
tese. Ora, Paulo nunca também tratou do mandamento “não dirás o nome do Senhor
em vão”, ou sequer repetiu a lei do dízimo, ou proibiu os cristãos de consultar
os mortos ou manufaturar imagens de esculturas. Assim, o argumento de que Paulo
não falou diretamente sobre o sábado vale tanto quanto um zero à esquerda para
negar a validade do mandamento. Não prova coisíssima nenhuma.
Se Paulo não tratou do
sábado havia um motivo para isso – não era necessário! Todos o aceitavam
plenamente e não se fazia necessário tratar do que já era prática normal e
corriqueira entre os crentes. Seria “chover no molhado”.
Enfim, prossigamos
examinando mais um sofisma da série de 12:
9.
Seria a guarda do sábado um preceito moral, quando Paulo afirma que não faz
diferença se alguém guarda um dia e se outro guarda outro, pois tudo isso é
coisa indiferente?
Base
bíblica:
“Um faz diferença entre
dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente
seguro em sua própria mente”. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e
o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz” (Rm 14.5-6).
Aí vemos mais
contradições de um sofista que não sabe do que está falando. Pois acima vimos
como em Gálatas 4:9 e 10 Paulo NÃO ABRE MÃO sobre guarda de dia nenhum. Agora
ele libera, permitindo qualquer dia. Como é isso, afinal de contas? – É para
guardar um determinado dia? Não é para guardar DIA NENHUM? Cada um escolha o
dia que melhor lhe aprouver (ou a seu patrão) para dedicar ao Senhor? Que
bagunça interpretativa é essa?
Como já explicamos a
diferença entre o Gálatas 4:9, 10 e Romanos 14:5, 6, fica esse sofista confuso
e contraditório devendo uma satisfação dessa clara e evidente discrepância no
que ensina.
Só lembraríamos que não
há qualquer registro histórico (e muito menos bíblico) de que os cristãos
primitivos tivessem um critério de cada um escolher o dia que melhor lhe
conviesse – João observando o sábado, Pedro o domingo, André a segunda-feira,
Tiago a terça, Natanael a quarta, Paulo a quinta, Judas Tadeu a sexta. (...) Em
que dia eles se reuniam para o culto, sendo que havia tantas opções de dias
para a “convocação solene” do dia de repouso?
Afinal de contas, não
se alega que foi escolhido um dia determinado, o domingo, pelos cristãos para
homenagear a Ressurreição, sendo esse dia até ‘profetizado’ no Salmo 118? Iria
Deus fazer o salmista profetizar sobre algo definido como “coisa indiferente”?
Como se dá agora que qualquer dia serve? Estranho, muito estranho esse critério
de adoração a Deus especialmente quando a Bíblia assinala que “Deus é Deus de
ordem, não de confusão” (...).
Enfim, caminhemos na
resolução das 12 tarefas anti-sabáticas de nosso hipotético apologista da
verdade, Hércules:
10.
Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Paulo declarou que
as coisas passageiras da lei, como a guarda do sábado semanal, deveriam ser
abandonadas pelos cristãos?
Base
bíblica:
“Havendo riscado a
cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era
contrária, e a tirou do meio de nós cravando-a na cruz. Portanto, ninguém vos
julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua
nova, ou dos sábados. Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de
Cristo”.
Só que “o sábado foi
feito por causa do homem”, e isso incluía o próprio Paulo. Ele não está de modo
algum descartando o princípio de um dia de repouso, pois João em Apocalipse
1:10 mostra que ele dedicava um dia ao Senhor. E que não se tratava do domingo
é evidente porque no seu evangelho (escrito apenas num período de uns 5 ou 6
anos de diferença, segundo especialistas) ele não trata o dia da Ressurreição
de modo algum como um tempo especial.
Trata-o simplesmente
como “primeiro dia da semana” (no grego mia twn sabbatwn—o primeiro com relação
ao sábado), sinal que esse dia não merecia nenhuma consideração particular pelo
apóstolo. Aliás, TODOS os evangelistas tratam tal dia na mesma base. Nenhum
refere-se ao domingo de modo especial, pois não havia nenhuma celebração nesse
dia da Ressurreição de Cristo, pois não é isso o que as Escrituras ensinam.
Em toda a epístola aos
colossenses a palavra “lei” nunca aparece, pois Paulo não está tratando de
abolição de lei alguma. Embora esta passagem seja a grande “fortaleza do
anti-sabatismo”, os sofistas que dela se utilizam apenas destroem o princípio
do dia de repouso, contrariando as palavras de Cristo em Marcos 2:27 (“o sábado
foi feito por causa do homem”) sem nada de melhor colocarem no lugar. Autoridades
evangélicas há muito interpretam os “sábados” de Col. 2:16 como sendo os dias
cerimoniais, que também eram chamados de sábados, pois do contrário percebem o
problema criado – destroem as próprias bases do domingo!
Mas mesmo que esses
sábados refiram-se ao mandamento da lei moral, não há problema algum – Paulo
não diz que NÃO É PARA OBSERVÁ-LO, apenas que os colossenses não se
impressionassem com o tipo de julgamento que os heréticos locais estabelecessem
quanto a suas práticas religiosas, como a guarda do sábado e o que comiam ou
bebiam (ver Col. 2:18: “Ninguém se faça de árbitro contra vós outros”).
O contexto mostra que
esses heréticos (sobre os quais não há muita informação, nem esse sofista
anti-sabatista sabe nada a respeito para oferecer esclarecimento nenhum, apenas
vale-se do texto fora do contexto porque lhe parece favorável, sem nenhuma
preocupação exegética) eram de uma linha extremada.
Ademais, permanece em
pé o texto de Hebreus 8:6-10 que não informa que tenha havido qualquer
alteração na lei divina na passagem do Velho para o Novo Concerto. As “Minhas
leis” [de Deus] que prevaleciam ao tempo de Jeremias (ver Jer. 31:31-33) são
transferidas para os corações e mentes dos que aceitam os termos desse Novo
Concerto. Os que negam isso e insinuam qualquer alteração nessa lei é que têm o
ônus da prova, e não conseguem fazê-lo.
Aproximamo-nos do fim
dos 12 Trabalhos do nosso simbólico herói grego. Eis o penúltimo:
11.
Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que em razão da desobediência
Deus, ele anuncia a fim de todos os sábados prescritos na lei, inclusive o
sábado semanal?
Base
bíblica:
Oséias 2.11: “E farei
cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados,
e todas as suas festividades”.
Um dos trabalhos do
mitológico Hércules era eliminar o monstro Hidra, que tinha sete cabeças, e
cada cabeça cortada fazia nascer duas no lugar. Assim, esse sofista busca
compensar a destruição de argumentação já refutada levantando novas alegações
semelhantes.
Temos aí uma
demonstração da falta que faz a formação teológica para se interpretar textos
bíblicos à luz de sua contextualização literária e histórica. É a mesma
situação de Isaías 1:13, como discutimos no “sofisma 1”, pois com o cativeiro
de Israel, os sábados foram cessados, mas tudo se restaurou após o retorno do
cativeiro – como demonstrado por uma mera leitura de Neemias 13.
Aliás, numa viagem a
Chicago há uns meses, fizemos questão de examinar diferentes autoridades em
Teologia na biblioteca do Instituto Moody, daquela cidade, exatamente sobre o
livro de Oséias, e constatamos que NENHUM de mais de 10 autores consultados
confirma essa interpretação particular e sofismática.
Nem sequer um dentre os
maiores eruditos, altamente reconhecidos pela comunidade evangélica, entende
que tal passagem prediz o fim do mandamento do sábado, pois o contexto fala
também do fim das colheitas. Acaso isso significa que as colheitas cessariam
para Israel de modo definitivo? Nunca mais haveria plantações naquela nação?
Impossível, pois se vimos que os próprios discípulos estavam colhendo espigas
de trigo naquele campo, como já discutido.
Com isso, mais um
sofisma anti-sabático (aliás, dos mais fracos) se desfaz. Chegamos, assim, à
última das tarefas a que o nosso herói hipotético, Hércules, foi submetido:
12.
Seria a guarda do sábado um preceito moral considerando que Deus poria em
esquecimento a guarda desse dia – o sábado semanal – em decorrência da
desobediência do povo de Israel? Um preceito moral poderia ser posto em
esquecimento?
Base
bíblica:
Lamentações 2.6: “E
arrancou o seu tabernáculo com violência, como se fosse a de uma horta;
destruiu o lugar da sua congregação; o SENHOR, em Sião, pôs em esquecimento a
festa solene e o sábado”.
Esse não passa do mesmo
tipo de sofisma sem fundamento como se deu no 1º, e no 10º casos acima
analisados. Nosso sofista opositor trata de reciclar alguns de seus velhos
argumentos por falta de ter algo melhor para apresentar, mas não revela a
mínima condição de demonstrar suas teses anti-sabáticas. É um fracasso em
termos de interpretação da Bíblia, pois não percebe a contextualização
histórica dos textos que cita, quando lhe parecem convenientes à sua inglória
causa.
Ele parece não conhecer
nem a regra de tempos verbais no idioma português, pois o texto fala de uma
ocorrência passada, envolvendo não só o sábado, mas “o rei e o sacerdote”, os
palácios e fortalezas, sendo dito também que “já não vigora a lei, nem recebem
visão alguma do Senhor os seus profetas” (vs. 9). Ora, tudo isso foi superado e
restaurado para a terra de Judá, como vimos acima na análise de seus sofismas
da mesma linha.
Percebe-se que a
desonestidade de citações fora de contexto desse cavalheiro não se limita a
trechos de autores adventistas, como visto. Ele pratica a mesma diabólica arte
de corromper o sentido de palavras dos profetas bíblicos, que ousadia!
Agora, se “não vigora a
lei”, isso obviamente refere-se a TODA A LEI, o que inclui não só o mandamento
do sábado, mas todos os princípios morais, cerimoniais, civis, higiênicos
daquele povo condenado pelo cativeiro. Por que essa discriminação tão flagrante
contra somente o sábado?
Portanto, o que temos
aí é um sério problema de desonestidade intelectual combinada com incompetência
exegética de quem demonstra ser inteiramente desqualificado para apresentar-se
perante a comunidade evangélica como “apologista” das verdades bíblicas.
Assim, amigos, chegamos
ao fim dos “12 Trabalhos” anti-sabáticos de que nosso simbólico Hércules foi
encarregado. Como percebem, ele se saiu perfeitamente bem no desempenho das
tarefas.
Se no relato mitológico
as tarefas pareceram extremamente difíceis para o mitológico herói grego, na
refutação desses 12 sofismas anti-sabáticos as dificuldades foram imensamente
menores, como todos puderam perceber.
É pena que os sofistas
do anti-sabatismo não revelem disposição de arrepender-se, mesmo diante de um
caminhão de evidências que lhes são apresentadas.
De qualquer modo,
sabemos que o Espírito Santo haverá de iluminar os sinceros buscadores da
verdade que com todas essas considerações não se deixarão iludir com os
sofismas dos promotores da intriga e da mentira contra os que defendem os
ensinos bíblicos. São os que se caracterizam como pertencentes ao grupo de
servos remanescentes de Deus, os que “guardam os mandamentos de Deus e têm a fé
de Jesus” (Apo. 14:12).
FONTE: Ministério Sola Scriptura
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