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A PROFECIA CONECTANDO PESSOAS A JESUS

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  Merlin D. Burt “Deus prometeu dar visões nos ‘últimos dias’, não para uma nova regra de fé, mas para conforto do Seu povo e para corrigir os que se desviam da verdade bíblica.” — Ellen G. White. Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas…” (Hebrews 1:1)1 A profecia, ou a comunicação profética, é um dos principais meios através do qual Deus revela a Si mesmo e os Seus propósitos ao Seu povo e prediz os Seus planos para o futuro. Através da palavra profética, Deus Se conecta conosco em um nível profundo e pessoal. Embora esteja acima de nós e além da nossa compreensão, Ele ainda Se aproxima de nós pela obra do Espírito Santo que pode chamar a nossa atenção e tocar o nosso coração de muitas maneiras, mas, a maneira mais clara e mais confiável é através da revelação especial que chega até nós por meio da Bíblia Sagrada e da revelação profética. “As profecias que o grande EU SOU nos deu em Sua Palavra, unindo elo com...

BATER PALMAS NA IGREJA

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Ángel Manuel Rodríguez* Reprovada durante muito tempo e mais comum hoje em algumas congregações, essa prática tem apoio bíblico? Bater palmas durante o culto está se tornando mais popular em muitas igrejas adventistas ao redor do mundo. Porém, bater palmas vai ter significados distintos em variadas culturas. Na Bíblia, essa manifestação aparece associada a práticas sociais e religiosas e quatro verbos hebraicos são usados para expressar esse gesto (macha’, nakah, saphak, taqa’), todos eles usados em associação com o substantivo “mão” (do hebraico kaf). As referências bíblicas que encontrei sobre bater palmas estão associadas com os aspectos a seguir. 1. Alegria pela entronização de um rei. Essa é uma função social do gesto. Por exemplo, os que presenciaram a introdução de Joás como herdeiro legítimo ao trono de Judá bateram suas mãos e gritaram: “Viva o rei!” (2Rs 11:12). Nos Salmos, por sua vez, temos convites para que as pessoas batam palmas ao Rei da Terra (Sl 47:1) e para qu...

A POLÊMICA SOBRE A LEI DOMINICAL

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  Marcos De Benedicto* Razões para crer no impensável Em uma democracia, será que a voz da maioria deve predominar sempre ou é preciso proteger o direito legítimo das minorias? Houve uma fase na história estadunidense em que a elite usava o argumento de que democracia é sinônimo de maioria. Porém, no século 19, as minorias reagiram contra a “tirania” da maioria e ajudaram a redefinir a democracia do país. Mais tarde, os adventistas, interessados na liberdade de consciência e no direito de adorar no sábado bíblico, fizeram parte dessa luta. Ao mesmo tempo, a partir dos anos 1820 e 1830, líderes protestantes começaram a defender a premissa de que a maioria moral deveria controlar a crescente democracia da nação. Kyle G. Volk documenta esses embates no livro Moral Minorities and the Making of American Democracy (Oxford University Press, 2014). Será que a história se repetirá? Poderia um “sábado” do interesse da maioria ser imposto ao mundo? Desde os estágios iniciais do adventis...

DA CRUZ AO TRONO

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  Wilson Paroschi* A ENTRONIZAÇÃO DE CRISTO OCORREU NO LUGAR MAIS SAGRADO DO UNIVERSO E DESENCADEOU UMA SÉRIE DE EVENTOS IMPORTANTES COMO PARTE DO PLANO DA REDENÇÃO Em Sua mais longa e sublime oração registrada nos evangelhos, Jesus orou pedindo que o Pai Lhe restabelecesse a glória que tivera no Céu desde antes da formação do mundo (Jo 17:5). Na oração, feita na noite anterior à Sua morte, Jesus assumiu que Sua missão na Terra estava concluída (v. 4) e que o propósito pelo qual viera ao mundo já havia sido alcançado, embora a cruz ainda estivesse por vir. Mas o que exatamente significava reaver a glória que Ele tivera no passado e quais são as implicações disso? O SIGNIFICADO DA CRUZ Visto que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23), a cruz foi necessária para que o ser humano pudesse ser salvo (Hb 9:22). Porém, a vinda de Jesus ao mundo teve um propósito maior, que foi a vindicação do caráter de Deus. É sobre isso que Jesus falou na oração de João 17 antes de pedir que ...

SALVAÇÃO PELA GRAÇA NO ANTIGO TESTAMENTO

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  É possível provar que, inclusive no Velho Testamento, as pessoas eram salvas pela graça e não pela lei? Não é difícil entendermos este assunto. Através de alguns textos bíblicos – e também pela lógica bíblica, é possível comprovar este fato. Primeiramente, deve-se ressaltar que não existem dois planos de salvação e sim um. Isto já é prova suficiente para crermos que todas as pessoas – inclusive aquelas que viveram na época do Antigo Testamento – eram salvas única e exclusivamente pela graça de Deus. Mesmo que Jesus ainda não tivesse vindo morrer na cruz, a salvação deles foi garantida (uma espécie de ‘cheque pré-datado’), pois expressavam sua crença no Salvador que viria no futuro, através da imolação dos cordeiros; estes animais simbolizavam a Jesus, “o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29).   Além do mais, o plano de salvação pela graça já existia desde o princípio, o que demonstra novamente que a graça sempre fez parte do plano de Deus para nos redimi...

A LUTA CONTINUA

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  Ellen G. White* A integridade cristã deve ser buscada com irresistível energia, e mantida com resoluta definição de propósito. O que foi causado pelo pecado Necessitamos entender mais claramente o que está em jogo no grande conflito em que nos achamos empenhados. Precisamos compreender com mais plenitude o valor das verdades da Palavra de Deus, e o perigo de permitir que nosso espírito seja delas desviado pelo grande enganador. O infinito valor do sacrifício requerido para nossa redenção revela que o pecado é um tremendo mal. Pelo pecado, perturba-se todo o organismo humano, a mente é pervertida, corrompida a imaginação. O pecado tem degradado as faculdades do ser humano. As tentações exteriores encontram eco no coração, e os pés se volvem imperceptivelmente para o mal. Como foi completo o sacrifício feito em nosso favor, assim deve ser a nossa restauração do aviltamento do pecado. Nenhum ato de impiedade será desculpado pela lei de Deus; injustiça alguma lhe pode escap...

A LEI DOMINICAL NA PROFECIA

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  Instituto de Pesquisa Bíblica adventista responde perguntas sobre a “marca da besta” e os eventos finais A atual pandemia parece ter despertado a atenção de muitas pessoas para as profecias bíblicas. Algumas têm manifestado um interesse sincero em conhecer mais a respeito dos sinais que precederão a segunda vinda de Cristo. Ao mesmo tempo, percebe-se que outras têm feito releituras da escatologia bíblica a partir de perspectivas que tendem a suprimir/relativizar os elementos preditivos das profecias e a condicioná-las historicamente. No contexto adventista, por exemplo, alguns têm enxergado a promulgação de um futuro “decreto dominical” em âmbito global como uma possibilidade remota ou algo impossível de acontecer. Assim, a tradicional interpretação adventista da imposição da observância do domingo não se encaixa nessa visão. Foi para esclarecer essa e outras questões relacionadas ao cenário profético apresentado na Bíblia e nos escritos de Ellen White que o Instituto de Pe...