FÉ EM TEMPOS DE INDIFERENÇA: O ÚLTIMO TESTE DA HUMANIDADE


 Ricardo André

Texto-base: “Contudo, quando vier o Filho do homem, encontrará fé na Terra?” (Lucas 18:8)

INTRODUÇÃO

Jesus encerra a parábola da viúva persistente com uma pergunta inquietante, não com uma afirmação. Ele não diz: “Não haverá fé”, mas pergunta se a encontrará. Isso revela que o maior desafio dos últimos dias não será a perseguição aberta, mas a erosão silenciosa da fé.

A pergunta de Cristo não está voltada ao mundo pagão, mas àqueles que dizem crer. O contexto da parábola fala de oração perseverante, de confiança contínua em Deus em meio à injustiça e à demora aparente. Assim, Jesus liga diretamente a fé do tempo do fim à perseverança espiritual.

Ele não questiona Seu retorno, pois este é certo; questiona, sim, o estado da fé humana no tempo de Sua volta. Essa pergunta ecoa com força especial em nossos dias, marcados pelo avanço acelerado do secularismo no Brasil e no mundo. Estudos revelam que “aproximadamente 1,1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Em outras palavras, um em cada sete indivíduos deste planeta afirma não ter filiação religiosa. Esse é um grupo muito diversificado e complexo, composto de ateus, agnósticos, pessoas não religiosas ou qualquer indivíduo que não abrace nenhuma tradição religiosa ou crença específica.” (Mentalidade Secular e Pós-Cristã", Revista Adventista, Abril de 2023, p. 30 e 31). A pergunta revela o alarmante declínio da fé genuína nos últimos dias. A fé em um Deus transcendente, soberano e atuante seria enfraquecida pela incredulidade, pela superficialidade religiosa e pela confiança excessiva no homem. A isso chamamos de secularismo.

A palavra “secular” deriva do latim saeculum e refere-se àquilo que pertence ao tempo presente, ao mundo imediato do “aqui e agora”. É uma visão de mundo que se limita ao visível, ao palpável e ao racional, frequentemente em detrimento das realidades espirituais e eternas. Não se trata, necessariamente, de uma negação explícita de Deus, mas de uma vida vivida como se Ele não fosse essencial. Deus não é combatido abertamente — Ele é simplesmente ignorado.

O secularismo, nesse sentido, tornou-se uma das marcas mais evidentes dos últimos dias. Mais do que uma filosofia, ele se manifesta como um estilo de vida que desloca Deus do centro da existência humana para a periferia. A fé é relativizada, a verdade se torna subjetiva, e a religião passa a ser tolerada apenas enquanto não interfere nas escolhas pessoais.

Em contraste direto com a escatologia bíblica, que aponta para a intervenção decisiva de Deus na história e para a gloriosa esperança da segunda vinda de Cristo, o secularismo concentra toda a expectativa de um mundo melhor nas realizações humanas do presente. A redenção é substituída pelo progresso, e a esperança celestial é trocada pela confiança na ciência, na economia e na capacidade do homem de resolver seus próprios problemas. A esse respeito, Ellen White adverte: “Enquanto o homem de negócios está absorto em busca de lucros, enquanto o amante dos prazeres procura satisfazer aos mesmos, enquanto a escrava da moda está a arranjar os seus adornos - pode ser que naquela hora o Juiz de toda a Terra pronuncie a sentença: "Pesado foste na balança, e foste achado em falta.” Dan. 5:27.” (O Grande Conflito [CPB, 2006], p. 491).

A Bíblia nos alerta de que essa mentalidade se intensificaria à medida que o fim se aproximasse. Jesus perguntou solenemente: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc 18:8). Essa pergunta revela não apenas um declínio da fé, mas uma fé enfraquecida, diluída e acomodada a um mundo secularizado. Ellen G. White confirma essa realidade ao declarar:

“Enquanto os servos de Deus estão a dar a mensagem de que o fim de todas as coisas está às portas, o mundo se absorve em divertimentos e busca de prazeres. Há uma constante sequência de sensações que ocasiona a indiferença para com Deus, e impede o povo de se impressionar com as verdades que, unicamente, o podem salvar da destruição vindoura.” (Patriarcas e Profetas [CPB2007], p. 103).

A pessoa secularizada pode até demonstrar interesse por espiritualidade, mas rejeita a autoridade da Palavra de Deus e a exclusividade da verdade bíblica. Muitos, ao sentirem o vazio de uma vida sem Deus, buscam experiências espirituais alternativas, moldadas ao gosto pessoal, em vez de se submeterem ao chamado ao arrependimento e à santificação.

Diante desse cenário profético, a igreja é chamada a despertar. O secularismo não é apenas um fenômeno cultural; é um sinal dos tempos. Em meio a um mundo que vive como se Cristo não fosse voltar, Deus levanta um povo que vive à luz da eternidade, que guarda Sua Palavra e que aguarda, com fé viva e esperança firme, a breve e gloriosa volta de Jesus.

Queridos irmãos, vivemos em uma geração marcada pela pressa, pela distração e pela indiferença espiritual. Nunca foi tão fácil viver ocupado e, ao mesmo tempo, distante de Deus. O secularismo não se manifesta apenas lá fora, no mundo; ele tenta, sutilmente, encontrar espaço também em nosso coração, enfraquecendo a fé, apagando a vigilância e nos fazendo viver como se o amanhã estivesse garantido.

Hoje, antes de avançarmos nesta mensagem, o Espírito Santo nos convida a uma pausa sagrada. Uma pausa para examinar o coração, reavaliar prioridades e responder à pergunta de Jesus: “Quando vier o Filho do Homem, achará fé na Terra?” Essa não é uma pergunta dirigida ao mundo apenas, mas a cada um de nós, individualmente.

Ellen G. White nos adverte: “Vivemos no tempo do fim. Os sinais dos tempos, que se cumprem rapidamente, declaram que a vinda de Cristo está próxima, às portas. [...] Grandes mudanças estão prestes a ocorrer no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos” (Testemunhos para a Igreja [CPB, 2007], vol. 9, p. 11).

Diante dessa solene realidade, o apelo de Deus hoje não é para medo, mas para despertamento; não para condenação, mas para consagração. O Senhor chama um povo que viva no mundo sem ser do mundo, que mantenha os olhos na eternidade e o coração firmado na Sua Palavra.

Se hoje você sente que a rotina, as preocupações ou os prazeres deste século têm enfraquecido sua comunhão com Deus; se percebe que a fé tem sido substituída pela acomodação; ou se simplesmente deseja renovar sua esperança na breve volta de Jesus, este apelo é para você.

Onde você estiver, em silêncio e reverência, convido você a dizer em seu coração: “Senhor, desperta-me. Coloca novamente a eternidade diante dos meus olhos. Não permitas que eu viva distraído enquanto o céu me chama.”

Que este seja o início de uma experiência mais profunda com Deus neste dia, e que tudo o que ouvirmos a seguir nos prepare para estarmos em pé diante do Filho do Homem quando Ele vier em glória.

I – A PERGUNTA DE JESUS E O CENÁRIO DO TEMPO DO FIM

A Bíblia ensina que, antes da volta de Cristo, o mundo estaria espiritualmente anestesiado.

Jesus já havia advertido: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará” (Mt 24:12)

O esfriamento espiritual não ocorre de forma brusca, mas gradual. É nesse ponto que o secularismo se apresenta como um dos maiores sinais do tempo do fim.

Em Mateus 24:38 e 39, Jesus Cristo fez a seguinte advertência: “Pois nos dias anteriores ao dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e eles nada perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos. Assim acontecerá na vinda do Filho do homem” (NVI). Cristo não condena atos em si mesmos legítimos — como comer, beber ou casar —, pois tais práticas fazem parte da ordem natural da vida humana instituída pelo próprio Deus. A ênfase de Jesus, porém, está em algo muito mais profundo e solene: a indiferença espiritual. Nos dias de Noé, as pessoas estavam tão absorvidas na rotina da vida, nos interesses imediatos e nas satisfações terrenas, que perderam completamente o senso do sagrado e da urgência espiritual. Viviam como se Deus não tivesse falado, como se o juízo não estivesse às portas, e como se a eternidade não existisse.

Essa mesma atitude, segundo Cristo, caracterizaria os dias que antecederiam Sua segunda vinda. Não se trata de uma sociedade necessariamente imoral em todos os aspectos, mas de uma geração distraída, anestesiada espiritualmente, indiferente à voz de Deus e às realidades eternas. As pessoas dos nossos vivem numa corrida frenética a fim de conquistar a fama e riqueza. Elas não são, muitas vezes, ateias, mas vivem divorciadas de Deus, como se ele não existisse. Elas destronam o nosso Deus de seu coração. Nunca, como em nossos dias, se percebeu tamanha apatia em relação às coisas espirituais. A fé tornou-se periférica, a oração foi substituída pela autossuficiência, e Deus passou a ocupar, quando muito, um espaço secundário na vida de muitos.

Vivemos o tempo da exaltação da independência humana. O homem moderno se gloria em sua autonomia, em sua ciência, em sua tecnologia e em sua capacidade de explicar o mundo sem Deus. É a explosão do secularismo, filosofia que promove a exclusão deliberada de Deus da vida pública e, muitas vezes, também da vida privada. Deus não é negado apenas teoricamente; Ele é ignorado praticamente.

O apóstolo Paulo ecoa essa mesma advertência ao afirmar, em 2 Timóteo 3:5, que nos últimos tempos as pessoas teriam “aparência de piedade, mas negariam o seu poder”, sendo “mais amigas dos prazeres do que de Deus”. Trata-se de uma religiosidade vazia, sem compromisso, sem transformação e sem reverência — uma fé nominal que não impacta a vida nem prepara o coração para o encontro com Cristo.

Assim, as palavras de Jesus não são apenas uma descrição profética, mas um chamado urgente à vigilância espiritual. Em meio a um mundo distraído, secularizado e espiritualmente indiferente, o povo de Deus é convocado a viver com os olhos na eternidade, com o coração sensível à voz do Espírito e com a esperança firmemente ancorada na gloriosa volta de Cristo.

O secularismo moderno não é apenas ateísmo militante; é a tentativa de organizar a vida sem Deus. É a crença de que o ser humano é suficiente em si mesmo.

II – O SECULARISMO COMO SINAL PROFÉTICO

Vivemos numa sociedade pós-moderna que rejeita verdades absolutas. Tudo é relativo: moral, identidade, propósito e até a própria fé. Deus é tolerado enquanto não interfira nas escolhas humanas.

No Brasil, apesar do discurso religioso, cresce uma espiritualidade superficial, emocional, desconectada da Palavra e do compromisso com Cristo. A fé passa a ser utilitária, não transformadora. Tal atitude é uma forma de negar a Deus.

Negamos a Deus não apenas com palavras explícitas de incredulidade, mas, sobretudo, quando professamos crer Nele enquanto vivemos segundo os mesmos padrões daqueles que não reconhecem Sua autoridade. A fé torna-se negada quando o comportamento cotidiano revela incoerência moral: quando tratamos o sexo oposto com leviandade e impureza; quando praticamos abusos emocionais contra aqueles que nos são mais próximos; quando exploramos o trabalhador, desconsiderando justiça, dignidade e compaixão; e quando nossa linguagem, em vez de refletir graça e reverência, se torna áspera, vulgar e ofensiva.

Negamos a Deus também quando organizamos nossa existência em torno das conquistas materiais e dos prazeres pecaminosos, como se o sentido da vida estivesse no acúmulo, no consumo e na exibição. Tornamo-nos escravos das últimas tendências da moda, da tecnologia e do entretenimento, pagando o alto preço da ostentação, da comparação constante e da ansiedade espiritual. Assim, o coração passa a ser moldado mais pelos valores do mercado e da cultura do que pelos princípios do Reino de Deus. Por meio dessas atitudes, comunicamos silenciosamente que nossa fé não possui poder real para transformar o caráter, reordenar prioridades e submeter desejos à vontade divina.

Talvez por perceber essa profunda incoerência entre discurso religioso e prática de vida é que Voltaire, o célebre pensador iluminista e crítico do cristianismo institucional, tenha declarado com ironia: “Acreditaremos quando os que pregam o Redentor viverem como redimidos.” Sua observação, embora vinda de um cético, expõe uma verdade incômoda: a negação mais contundente da fé cristã não vem de fora, mas do testemunho contraditório daqueles que afirmam segui-la.

O espírito do secularismo não se limita ao comportamento individual; ele penetra também na própria igreja quando a Escritura é relativizada, o pecado é normalizado e a verdade bíblica passa a ser negociada para se adequar às sensibilidades culturais do momento. Quando a santidade é tratada como extremismo, o arrependimento como algo ultrapassado e a obediência como legalismo, a igreja deixa de ser sal e luz para tornar-se um reflexo pálido do mundo. Nesse processo, a cruz de Cristo perde sua centralidade: já não confronta o pecado, não exige renúncia, não chama à morte do “eu”, mas é reduzida a um símbolo decorativo ou a um meio utilitário de autoajuda religiosa.

Esse é o retrato de uma fé secularizada — uma fé que mantém a linguagem cristã, mas abandona o poder transformador do evangelho. É precisamente contra esse perigo que a igreja é chamada a vigiar, a arrepender-se e a retornar às veredas antigas (Jr 6:16), onde a cruz ocupa o centro, a verdade é inegociável e a vida redimida confirma, diante do mundo, a realidade do Redentor.

III – UMA FÉ QUE SOBREVIVE À DEMORA

A parábola de Lucas 18 ensina que a fé do tempo do fim será uma fé que ora mesmo quando Deus parece silencioso.

A maior prova não é a perseguição, mas a demora.

Ellen G. White alerta: “Como na parábola, porém, assim é agora. Há um tempo de espera; a fé é provada; e quando se ouvir o clamor: “Aí vem o Esposo, saí-Lhe ao encontro”, muitos não estarão preparados. Não tem óleo em seus vasos nem em suas lâmpadas”. (Parábolas de Jesus [CPB, 2013], p. 406)

A pergunta de Jesus — “Encontrará fé?” — sugere que muitos:

·        continuarão religiosos,

·        continuarão frequentando templos,

·        mas terão perdido a fé viva, obediente e perseverante.

A fé verdadeira:

·        confia mesmo sem respostas imediatas;

·        obedece mesmo quando é contracultural;

·        permanece fiel mesmo quando o mundo se afasta de Deus.

IV – A FÉ COMO MARCA DO REMANESCENTE

Apocalipse descreve o povo do tempo do fim não por popularidade, mas por fidelidade: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12).

Ellen G. White declara: “A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo de seu coração, sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é certo, ainda que caiam os céus” (Educação [CPB, 2021, p. 40)

Em um mundo secularizado, a fé se tornará um ato de resistência espiritual. Permanecer fiel a Cristo será nadar contra a corrente da cultura, da política, da mídia e até da religião popular.

V – A PERGUNTA FINAL: ELE ENCONTRARÁ FÉ EM MIM?

“Quando vier o Filho do homem, encontrará fé na Terra?”. A pergunta de Jesus tem uma resposta tranquilizadora: haverá os que vencerão (Ap 3:21; 14:12). A pergunta de Cristo deve ser trazida para o íntimo do coração: quando Ele voltar, encontrará fé em mim? Em meio ao barulho do secularismo, somos convidados a ser uma minoria fiel, que vive não de vista, mas de fé.

O secularismo é um sinal da breve volta de Jesus, mas também um teste de lealdade. O mundo pode escolher viver sem Deus; o povo de Deus é chamado a viver dependente Dele.

APELO FINAL

Vivemos no tempo em que a fé será rara, não porque Deus se afastou, mas porque o ser humano escolheu viver sem Ele.

Jesus contou parábolas para revelar o Reino; permita-me compartilhar uma parábola dos últimos dias. Havia uma cidade grande e orgulhosa de seu progresso. No centro dela, permanecia uma antiga igreja, conhecida por seu sino. Durante gerações, aquele sino não chamava apenas para o culto — ele lembrava a cidade de que há um Deus que governa acima do tempo.

Mas os anos passaram. A cidade tornou-se moderna, tecnológica e apressada. As pessoas já não olhavam para o céu, apenas para as telas. Diziam crer em Deus, mas viviam como se Ele não fosse urgente.

O sino ainda existia, mas seu som começou a incomodar.

— Ele atrapalha o descanso, diziam alguns.

— É fanatismo, diziam outros.

— A fé deve ser algo privado, concluíram os líderes.

Então, sem violência e sem decreto, o sino foi silenciado.

Não por perseguição… mas por indiferença.

A igreja continuou aberta. Os cultos continuaram. Os hinos ainda eram cantados. Mas o coração da cidade já não se comovia. A mensagem do arrependimento soava antiga. O chamado à obediência parecia exagerado.

Certo dia, quando a cidade celebrava uma grande festa, um mensageiro entrou na igreja e disse:

— Preparem-se, pois o tempo está próximo. O teste final se aproxima.

Poucos ouviram. Muitos sorriram. Outros disseram:

— Ainda há tempo.

— Isso já foi pregado antes.

— Deus é amor; Ele não exige tanto.

Naquela mesma noite, um apagão atingiu a cidade. Telas se apagaram. Sistemas falharam. A segurança humana mostrou-se frágil.

Na escuridão, um pequeno grupo reuniu-se na antiga igreja. Sem microfones, sem luz artificial, apenas com a Bíblia aberta, alguém leu em voz alta:

“Eis que estou à porta e bato…”

Naquele momento, o sino — que estava silencioso havia anos — tocou uma última vez.

Não porque alguém o tivesse ligado, mas porque o vento o moveu.

Alguns ouviram… e tremeram.

Outros ouviram… e endureceram o coração.

E muitos não ouviram nada — porque já haviam aprendido a ignorar.

Então, o tempo se fechou.

Nos últimos dias, o maior conflito não será entre ateus e cristãos, mas entre uma fé viva e uma fé indiferente. O último teste da humanidade não será se frequentamos a igreja, mas se ouvimos a voz de Deus enquanto ainda há tempo.

O apelo hoje é simples e profundo:

·        Não uma fé acomodada,

·        não uma fé cultural,

·        mas uma fé viva, obediente e perseverante.

Que o Espírito Santo nos conceda uma fé viva, perseverante e comprometida com Cristo, mesmo quando o mundo escolhe caminhar sem Deus. Que, quando o Filho do Homem vier, Ele encontre em nós uma fé que resiste, espera e permanece.

ORAÇÃO

Querido Deus e bom Pai que estás no Céu, guarda-nos do espírito deste século. Não permitas que nossa fé se torne fria, superficial ou negociável. Dá-nos uma fé que ora, que espera e que permanece firme até o fim. Prepara-nos para a breve volta de Jesus. Amém.

 

 

 

 

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