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SE EU DESPERTASSE EM VEZ DE MORRER

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Ricardo André Introdução No início do século XX, as pessoas tinham ideias bem precisas sobre o que é certo e o que é errado, o que é de boa moral e o que é imoral, o que é honroso e o que é desonroso. Porém, nos anos 1960 começou a ocorrer uma mudança: as pessoas fizeram com que o inteiro rol de ideias sobre virtude, moral, honra e ética parecesse ilógico, desumano e inaceitável. As ideias que passaram a predominar exaltavam o individualismo e o relativismo moral. Defendiam o conceito de cada um viver segundo alvos determinados por si mesmo. Segundo essa filosofia, é proibido proibir. Não existem princípios de moral absolutos – tudo é relativo. “O que é errado para você pode ser certo para outro”, afirmam os relativistas. Outros dizem: “Faça o que bem quiser, e eu também farei isso. Que cada um faça o que lhe agrada. Existem muitas maneiras de agir, e todas elas são certas, nada é errado”. Hoje a sociedade enfrenta um vácuo de valores. Está fragmentada por variados esti...

A CIÊNCIA E A FÉ COMO PARCEIRAS

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H. Thomas Goodwin* A ciência proporciona um meio de adquirir o conhecimento testável sobre a natureza – um método que promove o contínuo acúmulo de conhecimentos, dentro de certos paradigmas, assim como a revolução científica ocasional em que um paradigma substitui o outro. Como as crenças cristãs nos ajudam a entender essa forma de conhecimento? A fé e a ciência podem conviver como parceiras? Eu acredito que sim e espero convencer você a respeito de três pontos. Em primeiro lugar, as crenças fundamentais da igreja apresentam uma visão crítica do poder e limites da ciência como forma de conhecimento. Em segundo lugar, o conhecimento científico frequentemente enriquece as crenças teológicas, especialmente as crenças sobre Deus como Criador, e os seres humanos como criaturas formadas à imagem de Deus. Em terceiro lugar, embora os conhecimentos científicos às vezes venham a desafiar as crenças adventistas, esses desafios não deveriam nos surpreender, pois oferecem oportunidade...

POR QUE OS ADVENTISTAS NÃO PARTICIPARÃO DO DESFILE CÍVICO DE 7 DE SETEMBRO DE 2019?

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Ricardo André O 7 de setembro (dia da Independência do Brasil) desse ano cairá no dia de sábado. Os adventistas do sétimo dia, inclusive os clubes de desbravadores e de aventureiros não participarão dos desfiles cívicos que ocorrem em todo o país, e as especulações sobre poder ou não poder participar dos desfiles nesse dia surgiram. Alguns minimizaram a situação dizendo que não há nada de mais em os desbravadores e aventureiros participarem do desfile; afinal eles estarão testemunhando de Cristo e da igreja. Outras pessoas me procuraram para buscar a razão da não participação dos adventistas nas programações desse dia. Vale dizer que a Igreja Adventista é totalmente favorável e incentiva os Clubes de Desbravadores e de Aventureiros a participarem de Desfiles Cívicos no Dia da Independência ou em comemorações da própria comunidade, desde que sejam em outros dias da semana. Neste texto, mostraremos os motivos pelos quais os adventistas estarão ausentes na parada cívica de 7 de se...

QUEM SOU EU?

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Quem sou eu?” (2 Samuel 7:18). A reflexão pessoal feita por Davi é, de certo modo, um chamado para uma autoanálise. Quer seja o rei em seu trono, o agricultor em seu arado, o pastor em seu distrito ou um estudante em busca de conhecimento, é bom que o coração, a mente e o corpo, de vez em quando, façam uma pausa diante do Todo-Poderoso e se defrontem com a inquiridora pergunta: Quem sou eu? Seria a resposta: Um minideus? Uma fraude? Uma máquina? A História e a Filosofia têm apresentado muitas respostas: algumas bem longe da verdade, outras com alguma verdade, porém, inúteis. Vamos analisar três dessas respostas e chegar a uma conclusão. O que diz o filósofo. “A vida que não é examinada”, escreveu um antigo filósofo, “não é digna de ser vivida.” Assim, a Filosofia me desafia a descobrir quem eu sou. Por um lado, a vida me oferece sabedoria, declarando que eu nasci para ser racional. Saber é poder, e é o conhecimento que me torna alguém ou me destrói. Então, eu devo a...